Quasar é um objeto quase estrelar. Quando achamos o primeiro pensamos que era um outro Universo em expansão.

Hoje sabemos que é outra coisa, mas gosto de achar que o nome da companhia de dança do Henrique Rodovalho vem dessa primeira impressão dos quasares.

A arte contemporânea, contaminada pela sociedade do espetáculo e convertida em cultura de consumo, tem caído frequentemente no puro prazer estético e, algumas vezes nem isso limitando-se ao prazer volátil que atrofia nosso espírito.

Pelo jeito o mês de julho está bom para o Rio! Ontem fiquei sendo dos espetáculos da Paula Águas e hoje recebo a notícia de que o Quasar se apresentará no Teatro Municipal neste fim de semana. Espero que a temporada se estenda já que não poderei ir agora.