Como eu já disse, eu gosto de histórias que tem algo a dizer, que tem um potencial de transformação de paradigmas, que pode servir à reflexão e ao questionamento. Também gosto que sejam capazes de ser populares para atingir o máximo de pessoas: vivemos uma era que exige transformações e um punhado de intelectuais que leram Gramsci e James Joyce não mudam nada, são os fãs de Shakespeare, Don Quixote, Jornada nas Estrelas, Babylon 5 e Senhor dos Anéis que criam massa crítica.

Veja os cinco primeiros minutos do primeiro episódio (a idiota da distribuidora proibiu o vídeo) uma fala de Philip Pullman, autor da obra que, ao meu ver, é a melhor candidata a divulgadora do paradigma do século XXI.