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Isso quer dizer que você pode usar e adaptar o que acha aqui desde que sempre me dê o crédito de criação e NÃO use comercialmente.

Gronk e Gronka

9th, October 2008

Muita gente ainda olha para a Internet como uma coisa a mais em nosso dia-a-dia, mas sem grande importância no quadro geral.

Para esse pessoal a Internet é como uma mistura de cinema, biblioteca, correio e outras coisinhas…

Acontece que, tirando o contato físico, todas as "outras coisinhas" estão na Rede.

Tenho tentado mostrar para a galera que a Internet já deixou de ser uma rede de redes de computadores faz muito tempo. A Internet é um lugar onde recriamos nosso mundo em todos os seus aspectos, tirando o toque, é claro.

Isso já aconteceu algumas vezes antes… Umas duas para falar a verdade… E a humanidade mudou completamente depois de cada uma.

Para explicar a Internet tenho contado essa historinha do Gronk e da Gronka.

Gronk e Gronka

Homem das CavernasEles eram um feliz casal das cavernas. Como não conheciam a fala Gronk mostrava seu amor por Gronka descendo-lhe umas tacapadas na cabeça.

Um dia, depois de passar uma semana (na verdade ainda não existia semana, mas fica assim para facilitar) caçando com uma tribo vizinha o Gronk voltou com uma novidade!

Gronka veio correndo para ele já se preparando para as tacapadas do tacape do Gronk, mas ele a deteve, abriu a boca e gruniu "Gronk ama".

A Gronka ficou revoltada! Achou aquela comunicação virtual uma coisa horrível! Só não disse para o Gronk que achava que ele nunca mais a tocaria porque ainda não sabia falar!

A pobre Gronka nunca aceitou a fala e o Gronk acabou se apaixonando pela Gronkolina com quem podia conversar sobre como plantar, criar animais e sobre os deuses que regiam suas vidas.

Dizem que a Gronka e outros como ela subiram as montanhas e viraram pés-grandes que até hoje não falam.

Alguns milhares de anos depois Gronkenathon e seus amigos acabaram descobrindo um jeito de guardar palavras em papiro, mas essa é outra história, apesar de, sem ela, o conhecimento jamais viesse a se espalhar pelo mundo criando a segunda grande transformação linguística e iniciando a era das civilizações e da história.

Agora é a vez da Internet mudar radicalmente a nossa relação com a linguagem e comunicação criando um novo tipo de civilização e novas culturas.

Em tempo, quase usei outra imagem, mas achei muito explícita embora fosse absolutamente perfeita para esse post. Se você for maior de 18 anos clique aqui!

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“Tô começando meu blog agora, desculpe qq falha”

22nd, September 2008

Segue a minha resposta, que não é lei ou regra, é apenas sugestão.

Certo ou errado é algo bem relativo em blogs, viu? Acho que só tem uma
coisa que pode ser realmente errada: não citar a fonte e não linkar a
fonte.

Por exemplo, se o texto do seu post não é seu o ideal seria
colocar apenas o link para o texto original e acrescentar os seus
comentários pessoais.

Fora essa regra o que eu posso dar são sugestões…

As pessoas acham que Internet é um tipo de revista, televisão, outdoor ou mídia. Ela não é nada disso.

Pense no seguinte… Quando você pega uma revista você diz que vai ler,
o outdoor você vê e a TV você assiste. E a Internet? A gente diz
"Espera um minto que vou entrar na Internet e ver isso para você".

Muitas pessoas se assutam quando digo que a Internet é um lugar
e outras se revoltam como se o mundo real estivesse em perigo… Bem, o
mundo real já acabou quando inventamos a linguagem, as cidades,
sistemas políticos, filosofia, crenças… A Internet é apenas um novo
mundo onde tudo que não é físico pode existir.

Quanto por cento de você ou de mim é físico? Nós somos 10% mente,
idéias e crenças? Sinceramente, acho que você vai concordar rapidamente
que 90% do que somos uns para os outros pode ser traduzido em imagens,
sons e palavras. Existe a vastidão do espírito, mas esse é um
território que não somos capazes de compartilhar com os outros, no
máximo recebemos a visita de uns dois ou três…

Pensando na Internet como um lugar o que seria um blog?

O blog é a ágora moderna, uma praça onde podemos colocar nosso
banquinho, subir e compartilhar com o mundo aqueles 90% de crenças,
idéias, filosofias, humor, mobilização política e liberdade de expressão. A diferença é que quem chega nesta praça virtual sempre pega o seu discurso no começo! ;)

Lembre-se que a justiça ainda não vê a Internet como lugar e sim como um tipo de revista então você ainda não pode exercitar plenamente seus direitos civis exatamente como faria na rua ou na sala da sua casa.

Normalmente o blogueiro fala para uma dúzia ou duas de amigos, mas ele deve lembrar que pode ser achado por absolutamente qualquer pessoa que entre no mundo virtual.

Por isso ao escrever seus posts pense sempre:

  • O primeiro parágrafo deve posicionar o visitante casual sem ser repetitivo para o visitante frequente;
  • Normalmente é melhor aprensentar os pontos principais da sua opinião indicando textos mais extensos para quem quiser se aprofundar. Um post pode ser tão somente "Gente! temos que nos informar sobre o caso das águas de São Lourenço!" apesar de ser interessante acrescentar alguma opinião própria.
  • Ao escrever tenha em mente que a maior parte das pessoas que passam ali estão vendo seu blog pela primeira vez. Então cada post fica melhor se você imagina que está falando com alguém a quem acaba de ser apresentado
  • Não exagere nisso!!! Quando o Google mostra o seu post para a pessoa é porque ele deve ter algo a ver com o que ela busca então uma breve introdução e evitar usar nomes ou expressões que são específicas demais já é o suficiente

É muito difícil dar dicas genéricas para escrever um blog, cada um cria sua própria identidade e há até blogs em que cada post é um capítulo de livro! Creio que a regra mais importante é ver a Internet como um lugar e o blog como uma praça, uma mesa de bar ou uma sala de estar, o resto vai se ajeitando naturalmente!

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O que a Internet está virando?

16th, September 2008

Em 1992 foi feita a primeira página Web. Até lá a Internet era um conjunto de recursos que hoje poucos conhecem como Gopher, Telnet, FTP e email.

Hoje 90% da Internet acontece dentro de um navegador e Web praticamente virou sinônimo de Internet.

A Rede ou Nuvem como vem sendo chamada a Internet é algo tão corriqueiro quanto o telefone, mas ela não é telefone.

Você já parou para pensar no que é a Internet? Já falei nisso em outro post e tem um vídeo muito interessante sobre a Web2.0, mas resolvi que posso levar a definição um pouco adiante.

  • A Internet é um meio que elimina fronteiras como os navios, aviões e a TV fizeram, mas de uma forma inédita: conectando diretamente humanos de todas as partes do planeta
  • A Internet modifica nosso modo de produção assim como a agricultura, o comércio ou a industrialização fizeram, mas também de uma forma inédita, pois seus principais produtos e, mais importante, matérias primas, são informação e conhecimento
  • A Internet revoluciona nossa forma de comunicação invertendo sua direção. Se no passado alguns detinham o privilégio do registro histórico (primeiros livros, a mídia…) na Internet qualquer um pode registrar e desenvolver informações e conhecimento. A última fez que isso aconteceu foi quando desenvolvemos a fala…
  • Ela é dita virtual, mas ao se definir como um meio onde todos podem expor a sua realidade pode se tornar uma forma mais precisa de registro da realidade do que aquela onde um punhado de agencias de notícias constroem uma realidade que interessa os seus investimentos… Ok, sei que este último item merece um livro, desculpem…

Apesar da maioria dos humanos ainda entrar na Rede para fazer fofoca em redes sociais como o Orkut e papear em um chat o fato é que certos movimentos são inexoráveis e seguem a despeito da nossa descrença.

Quando o primeiro grupo de humanos desenvolveu a fala alguns podem ter achado que era uma perda de tempo, um mundo virtual contrário ao mundo real da caça…

Quando desenvolvemos a fala, a escrita, deixamos de ser nômades nossos esquemar neurológicos, nossos mapas mentais mudaram, assim como estão mudando para aprender a lidar com a Nuvem.

A Internet é um passo evolutivo…

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Porque o Google lançou um navegador?

14th, September 2008

Há cerca de uma semana a Google lançou um navegador desenvolvido  por ela, o Chrome.

Em 24h mais de 14 milhões de cópias foram baixadas quebrando o recorde de 8 milhões do Firefox 3 e em uma semana quase 3% da navegação brasileira era feita com ele colocando-o como o terceiro navegador mais usado (atrás apenas do IE e do FF).

São números surpreendentes.

O zunzunzum é inevitável! A maioria das pessoas o compara com os melhores navegadores do mercado (Firefox, Opera e Safari) muitas vezes se decepcionando enquanto os mais geeks arregalam olhos faiscantes de admiração.

Tenho a impressão que este lançamento visava justamente os geeks, mas o apelo hipnótico da marca Google derrubou as fronteiras, o que é bom… De certa forma todo mundo está virando um pouco geek.

Ainda assim achei necessário explicar para as pessoas menos "digitalizadas" o que é o Chrome, porque a Google o lançou e o que podemos esperar dele.

O que é o Chrome?

Ele é o que eu chamaria de navegador-conceito. É uma idéia a ser usada em todos os navegadores, uma proposta de caminho a seguir. Não creio que ele tenha sido planejado para ser o seu navegador oficial, mas sim para ser um tipo de miolo ou mecanismo por baixo das futuras versões do Firefox, Safari e Opera (a Microsoft não teve ter interesse nos recursos que ele implementa).

A propósito ele não é de todo novo. O próprio núcleo dele é algo chamado webkit, também usado no Safari da Apple

Porque um novo miolo?

Por baixo de todos os impressionantes recursos dos navegadores existe um miolo (engine, mecanismo) que foi criado para mostrar páginas com texto, imagens e, mais tarde, som, vídeo, animações 3D etc.

Hoje a Internet é algo muito diferente. Ela se tornou literalmente um computador e com seu navegador você pode rodar programas de planilhas eletrônicas, edição de textos, gerenciamento de projetos, organização de tempo, edição de fotos… Dê uma olhada nos meus favoritos de Webapplications para ter uma vaga idéia.

Chegamos a um ponto que é necessário mudar o mecanismo interno dos navegadores para que possamos fazer aplicativos ainda mais poderosos e ricos em recursos. O Chrome entra como um tipo de ameaça: Se vocês não construírem um alicerce melhor para a era do conhecimento, nós o faremos.

Porque foi lançado para Windows antes?

Muitos não sabem, alguns esqueceram, mas a Internet era e continua sendo um grande problema para a Microsoft. Na década de 90 ela usou todas as suas armas para destruir a Netscape com o único objetivo de impedir o surgimento de uma Internet que pode ser acessada sem Windows, ou você acha que ela distribui o Internet Explorer de graça por mera vaidade?

Os lucros e poder da Microsoft estão em ser a porta de entrada do mundo cibernético para 90% das pessoas e o século XXI é 80% (ou mais) cibernético.

As empresas que vivem da Internet são inevitavelmente inimigas da Microsoft (entre elas o Google, a Facebook, a Yahoo! e até a IBM).

Quem usa Linux ou Macintosh (da Apple) já não usa Windows, já é um internauta livre e não precisa ser cooptado.

Se navegador é gratis porque esta concorrência?

Já expliquei acima, mas tem gente que vai pular direto para cá e esta é uma das perguntas mais recorrentes assim como este mistério do software gratuito.

Há dois tipos de programas gratuitos totalmente diferentes.

O primeiro (mais antigo) é o programa distribuído de graça, muitas vezes como cortesia, outras para atrair o usuário para outros produtos da compania e, no caso do Internet Explorer, para impedir que o usuáiro deixe de depender do Windows.

O segundo tipo é muito mais do que gratuito, ele é opensource, ou seja o código, a receita, para criar o programa é compartilhada com todos. Um aplicativo opensource é propriedade da humanidade e não de uma empresa ou grupo de pessoas. Tanto o Chrome quanto o Firefox são produtos opensource.

Quem desenvolve esses aplicativos não tem lucro direto com seus produtos e no caso específico dos navegadores o grande interesse é criar uma Internet onde o software seja completamente livre e os lucros sejam obtidos com a venda de serviços (e propaganda) que é o modelo de negócios dessas empresas: quem paga pela Internet não é o Internauta, mas as empressas que tem interesse em atingir este mercado consumidor.

O grande inimigo é a Microsoft cujo modelo de negócios é outro, ela vende CDs para as pessoas que acessam a Internet e usam computadores. Note que são modelos opostos e excludentes: um precisa de computadores e programas gratuitos para atingir mais gente e vender serviços e a outra precisa vender o Windows, o Office e outros programas pelo maior preço possível.

A concorrência portanto não é em torno dos navegadores e sim em torno de um modelo de ciberspaço em que você paga para ter acesso (Microsoft) e  outro em que as corporações pagam para que você tenha acesso…

Alguém aí torce contra o segundo modelo e a favor do primeiro? Não creio…

Devemos ter medo da Google?

Ainda não…

A Microsoft respondeu por um processo anti-truste na década de 90 por ter usado sua influência para destruir empresas como a Netscape, Intuit (que quase revolucionou o acesso a bancos), a Lotus (que tinha a mais incrível planilha eletrônica jamais feita) e meia dúzia de outras empresas inovadoras que ameaçavam seu monopólio.

Tomo a MS como exemplo (poderia pegar a IBM) simplemente por ser o caso mais recente e ainda ser uma participante importante do quadro atual.

A MS exercia seu poder de uma forma muito simples: sempre que aparecia algo novo que pudesse ameaçá-la ela ia até as empresas que faziam computadores (Compaq, Dell, IBM) e diziam "boicote nosso inimigo ou cortaremos seu suprimento de Windows". A IBM foi a única que tentou enfrentá-la com o OS/2. E falhou… Ainda bem, diga-se de passagem pois, mesmo o OS/2 sendo fantático a IBM certamente seria um monopólio mais cruel.

Agora pense na Google.

Qual é o poder de coação que ela tem?

A Google pode impedir os usuários de uma determinada marca de computador de acessarem seus serviços?

É claro que ela pode criar produtos similares (como a MS fez com o IE e o Money) e fazer guerra de propaganda, mas isso seria rapidamente percebido e o ciddão moderno é mais difícil de enganar. Talvez ela possa até manipular o sistema de busca para que ninguém mais encontre o site da empresa inimiga, mas isto pode ser um tiro no próprio pé e não parece necessário por enquanto.

Por hora acho duvidoso que a Google tenha interesse ou mesmo meios para sufocar empresas inovadoras (como a Zoho) usando outra arma além do poder hipnótico da sua marca, mas devemos ficar atentos.

Então, como fica o Chrome?

Use por curiosidade, use se você não usa nenhuma extensão do Firefox, use se ainda usa o Internet Explorer, use para ver algo rapidinho como um email ou o mapa do seu destino, mas em geral ele não é um navegador para usar o tempo todo.

Mais cedo ou mais tarde o Chrome, ou algo bem parecido, estará escondido debaixo do seu navegador, mas até lá sugiro que você continue com o Opera, o Safari ou o Firefox.

P.S. Será que só eu achei o logo do Chrome claramente inspirado no velho Genius da década de 80?

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Strangelets ameaçam destruir a democracia!

9th, September 2008

A história denota uma triste falta de compreensão e habilidade para lidar com o mundo moderno, ou seja, o mundo digital!

Essa é a história: Um perfil falso foi criado na rede Twitter com o nome de um político e este político tentou processar o Twitter, mas processou um blog sobre o Twitter que foi imediatamente tirado do ar pelo seu provedor (também acho isso errado) quando ele recebeu a notificação.

Vamos imaginar que isso fosse no velho mundo do século XX…

  • Alguém se faz passar por outro em uma praça berrando em um megafone e foge: a justiça demole as praças e fecha as empresas que fazem ou vendem megafones
  • Centenas de folhetos difamatórios são espalhados pela rua e colados em postes: a justiça proíbe o uso de papel e ordena que os postes sejam todos destruídos…

Dizendo assim parece absurdo, não é mesmo? Fica até engraçado… Mas é trágico!

Além do mais o perfil em questão claramente não era da candidata, ou seja, não constituía falsidade ideológica. Tratava-se de uma crítica onde a pessoa dizia "Votei nela e não voto nunca mais!" ou algo parecido.

O único erro da pessoa foi não se identificar! Ou será que é crime dizer que me arrependi de votar em fulano ou que não gostei do atendimento do profissional x?

Em uma democracia devemos ter o direito (e dever) sagrado de opinar desde que sejamos embuídos de fins críticos e não difamatórios. E, claro, não o façamos anonimamente o que deixaria flagrande nossa má fé.

Na situação em questão a candidata deveria ter solicitado ao Twitter que fosse fornecido o IP da pessoa que criou o perfil para depois tomar as medidas legais contra aquela pessoa e não contra a rede social inteira. Desta forma ela se coloca como inimiga da democracia! Logo uma candidata de partido de esquerda! Vergonhoso! Mas por puro analfabetismo digital!

Estou tão certo disso que mandei este email para a candidata:

Tenho grande apreço pela esquerda e creio que ela é um dos mais sérios bastiões da democracia e liberdade de expressão, mas o caso contra o Twitter corre o risco de causar grande dano à sua imagem e desta vocação da esquerda brasileira!

Ao atacar o Twitter (e ainda por cima atingir um blog que não tem qq relação com a rede social estadunidense) a senhora ataca todos os membros desta rede no país! É como proibir as pessoas de irem à praia porque alguém se fez passar pela senhora lá! Entende?

O mundo mudou! Não entender o que é a Internet é como não entender o que é a democracia ou a mídia!

A atitude mais adequada seria solicitar extra-judicialmente ao Twitter que fornecesse os IPs (eles provavelmente os forneceriam prontamente) usados para criar a conta para, em posse deles, agir junto aos provedores de acesso para identificar o autor do perfil falso e acioná-lo nos termos da lei.

Aliás a Rede É a democracia, a mídia, a liberdade de expressão…

Defender a Rede deve ser uma missão pessoal para todo cidadão do século XXI!

Por outro lado o século XX está longe de acabar! A Rede (ou Nuvem como alguns gostam de chamar) está sobre constante ataque de stragelets muito mais perigosos do que os do acelerador de hádrons! É necessário criar escudos de conhecimento e bom senso…

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