Ruídos

Tem dias que nada acontece em nossa vida, em outros são tantas coisas interessantes que não dá para escolher do que falar…
Uma senhora que nos invade no ponto de ônibus para fazer uma apologia à ditadura militar: precisa coragem para olhar de frente os problemas, se tem uma ditadura escondendo-os tanto melhor…

O mendigo futucando suas feridas na rua (até agora sinto náuseas ao lembrar a imagem e o cheiro). Como somos capazes de conviver com deformidades tão grandes em nós mesmos como se fossem naturais?

Já notou como parece haver ordem no caos quando olhamos por tempo o suficiente? Hoje vi a gravação de uma das minhas amigas mais queridas dançando em 1988, hoje ela é baterista… Ao longo deste tempo muitas vezes parecia que ela não tinha direção, olhando hoje estes 14 anos até parece que tudo foi fruto de cálculos meticulosos!

A seu tempo voltarei a estas coisas…

E os devaneios?

Já está na hora de voltar aos devaneios prometidos!

Uns me perguntam como posso ter uma fé diante do nosso conhecimento de física, outros me perguntam como posso questionar a fé quando tantas coisas “sobrenaturais” acontecem à nossa volta.
Tudo é muito fácil! Certa vez li que os humanos tem pontos de vista, Deus tem pontos de visão (Alo Sr. Deus Aqui é Anna, Fnn, Martins Fontes).

Não sou Deus, é claro, mas procuro ter pontos de visão, me colocar em diferentes “posições” ao questionar a vida. A bem da verdade todo cientista deveria exercitar sua mente desta forma…
Isso já ficou longo demais, vamos ao fim do devaneio sem mais delongas! 😉

A mente racional e consciente não passa de uma casca de noz flutuando no mar do inconsciente. Por mais poderosa que seja a razão as “criaturas” que habitam as obscuras vastidões do id exercem sobre nós influências divinas!

Tente mudar um hábito por força da sua razão, depois tente fazer o mesmo “invocando” um ser arquetípico e você entenderá porque sonhos são tão mais simbólicos quanto mais for racional o sonhador…

Mais Bússola Dourada

Já falei deste livro (primeira de uma trilogia) e a esta altura já estou no segundo.

Preciso confessar que o último livro que me agradou tanto assim foi Senhor dos Anéis, o livro que mais me marcou até hoje!

Bem, a novidade é que já há planos para trazer a trilogia de Philip Pullman para a telona. Se a notícia é boa ou não já são outros quinhentos! 😉

Pelo menos o roteirista é o mesmo de Shakespeare Apaixonado e o estúdio a New Line que nos trouxe o Senhor dos Anéis!