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	<title>Galeria de Espelhos</title>
	
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	<description>A arte é o ar que a consciência respira</description>
	<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 03:36:11 +0000</pubDate>
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		<title>Inocência</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 03:18:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[O concreto áspero da mureta de proteção está frio sob seus pés descalços. O vento ainda gelado nos primeiros sinais do dia que amanhece sopra seus cabelos.
Diante dela o mar a convida para seus braços, atrás, vindo de um carro parado com a porta do carona aberta, uma voz grave a rejeita e expulsa do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="text-decoration: underline;"></span><a title="Galeria de KLSADAKO" target="_blank" href="http://klsadako.deviantart.com/"><img width="324" vspace="8" hspace="8" height="461" border="0" align="left" alt="Erika Sawakiri por Klasadako" src="http://www.roney.com.br/wp-content/uploads/2008/11/erikatu3.jpg" /></a>O concreto áspero da mureta de proteção está frio sob seus pés descalços. O vento ainda gelado nos primeiros sinais do dia que amanhece sopra seus cabelos.</p>
<p>Diante dela o mar a convida para seus braços, atrás, vindo de um carro parado com a porta do carona aberta, uma voz grave a rejeita e expulsa do mundo &quot;sua vida não vale nada, nem para mim, nem para ninguém! Vai!&quot;</p>
<p>Seu corpo balança levemente, junto com as ondas vinte metros abaixo. Seu espírito se quebra entre as brumas brancas, mas seus pés permanecem firmes sobre o cimento crú.</p>
<p>- É por ele que você pretende tomar o mar como noivo, não é?</p>
<p>A voz vem de um homem, nem jovem nem velho, difícil de definir na verdade, ele está sentando na pedreira, abaixo da mureta, alguns metros à sua esquerda. Ela o olha sem susto, afinal o que importa?</p>
<p>Continua girando até encontrar os olhos cheios de desprezo do homem no carro por quem ela pretende provar amor eterno atirando-se para o infinito.</p>
<p>- Ele vai ter ciúmes de você, dirá que preferiu o mar a ele e te esquecerá&#8230; Lembra dos abraços, dos beijos dele? Do jeito como ele usava seu corpo, como se ele mesmo nunca estivesse ali realmente?</p>
<p>Silêncio&#8230; Ela continua oscilando, mas os olhos continuam fixos no homem no carro e em suas memórias. No primeiro dia que ele a abordou; mais velho, mais sábio e encantadoramente impossível para sua tolice adolescente&#8230; Mas ele a quis! &#8230; Ou não quis? Afinal toda vez que estavam em público ele a ridicularizava, na cama a fazia de escrava e passava dias sem ligar sem nenhum motivo. Uma nuvem de dúvida passa discretamente por seus olhos quase infantis.</p>
<p>- Pula para cá, tenho um belo jogo de cartas ciganas, aprendi a usá-las com os primeiros bruxos! Você vai ver que ele nem virá se despedir de você. E o futuro eu tenho aqui nas cartas, pode vir que eu te pego!</p>
<p>Como se estivesse desfalecendo ela deixa o corpo despencar, suas forças se esvaíram e ela decide que se aquele homem puder salvá-la então esse é o destino. Tão logo seu corpo lânguido some atrás da mureta ouve-se o guinho agudo dos pneus no asfalto e logo retorna o silêncio dos últimos minutos da madrugada, exceto pelos risos tímidos dela e a voz firme do nômade.</p>
<p>- Hei - Ela fala entre risos - Isso é um chapéu de mosqueteiro?</p>
<p>- É sim, cai-me muito bem, não acha?</p>
<p>Junto com as duas gargalhadas o sol mostra o primeiro sinal da sua coroa incandescente.</p>
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		<title>A primeira…</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 02:57:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Estava lendo sobre a primeira vez no Sexto Sexo e&#8230; 
Eles chegam entre beijos apaixonados ao andar onde ela mora, as luzes se apagam antes deles entrarem e seus corpos se encaixam entre duas paredes entregando-se aos beijos sem fôlego, o desejo dos 18, 19 anos.
Mãos exitantes procuram as fendas nas roupas para sentir o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava lendo sobre a <a href="http://sextosexo.com/sou-virgem-e-estou-com-medo-da-minha-primeira-vez" target="_blank" title="Medo da primeira vez no sexo">primeira vez</a> no Sexto Sexo e&#8230; </p>
<p>Eles chegam entre beijos apaixonados ao andar onde ela mora, as luzes se apagam antes deles entrarem e seus corpos se encaixam entre duas paredes entregando-se aos beijos sem fôlego, o desejo dos 18, 19 anos.</p>
<p>Mãos exitantes procuram as fendas nas roupas para sentir o calor da pele do outro e uma leve tonteira toma conta dos dois apaixonados.</p>
<p>Entram em casa apesar de já não fazer muito sentido dentro ou fora pois o mundo parece extranhamente maleável, como se as paredes não fossem sólidas, mas imagens de um sonho onde tudo acontece rápido demais apesar de andar em câmera lenta.</p>
<p>Olham-se sem ar entre os beijos, tocam-se sem foco entre gemidos que escapam ao medo de dar uma impressão errada, experimentam carícias timidamente, antecipam o próximo passo com o coração descompassado e aquela sensação de peito vazio.</p>
<p>Meio sem querer, meio cheios de querer, mas sem palavras, vão se livrando estabanadamente das roupas que se enrolam nas pernas, na cabeça e nos pés antes de sumirem em algum lugar no chão.</p>
<p>Ela não sabe se deve tocar, ele acha que não deve pedir, não dizem nada, apenas se misturam em uma nuvem de perfumes, calores e humidade.</p>
<p>O corpo nu dela també é um território extranho e desfocado ou ele está zonzo. Sem olhar demais com medo dela pensar que ele é um adolescente deslumbrado com o sexo (é justamente o que ele é) deita-se desjeitadamente sobre ela, sem saber como encontrar o caminho entre o calor úmido passa a tatear até que ela o ajuda com suas mãos delicadas e tão inexperientes quanto as dele.</p>
<p>&quot;Ai! Não acredito! Bom! Vou desmaiar! Tô flutuando?&quot; os pensamentos se misturam tão rapidamente entre a coreografia em câmera lenta dos corpos que não dá tempo de ter dúvidas ou medos, tudo se perde entre a suspensão do oxigênio entre um suspiro e um gemido de lábios mordidos, do calor que os invade conforme encontram o caminho e se perdem dos sentidos e do mundo como se houvesse apenas seus corpos suspensos no infinito negro do Universo vazio.</p>
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		<title>Entre as montanhas de sal</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 01:16:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
		
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Eu tinha um melhor amigo em Cabo-frio. Isso foi há 30 anos.
Lembro das salinas com seus quadrados cheios de água extremamente salgada e aquele limo vermelho esquisito. Tinha pequenos morrinhos de sal, mais ou menos da nossa altura, onde fazíamos cavernas até os dedos racharem. Ah! E tinha as vezes que subíamos as enormes montanhas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
Eu tinha um melhor amigo em Cabo-frio. Isso foi há 30 anos.</p>
<p>Lembro das salinas com seus quadrados cheios de água extremamente salgada e aquele limo vermelho esquisito. Tinha pequenos morrinhos de sal, mais ou menos da nossa altura, onde fazíamos cavernas até os dedos racharem. Ah! E tinha as vezes que subíamos as enormes montanhas de sal com um alto custo para os nossos pés descalços.</p>
<p> O tempo apaga muitas memórias, mas ontem <a href="http://www.memedecarbono.com.br/2008/11/12/fungos-candida-bicarbonato-e-a-cura-do-cancer/" target="_blank" title="A falsa cura do câncer com bicarbonato de sódio">escrevi algo sobre câncer,</a> lembrei desses tempos e um imagem leva a outra&#8230;</p>
<p>Tinha Mônica que nem sei se era nome ou apelido pois ela era dentuça e forte, o Ivan que os pais deixavam sozinho quase todo tempo e, apesar de rico, geralmente comia pão com manteiga e açúcar que ele mesmo fazia&#8230; Tinha também a casa mal assombrada, o dragão que fazia um geiser entre a praia das Conchas e do Peró.</p>
<p> E tinha também o Júnior, o meu melhor amigo da época. Talvez tenha sido com ele que aprendi a visão religiosa irreverente.</p>
<p>Um dia, ao redor da grande mesa marrom escuro da minha casa a gente estava falando em religião, um monte de crianças com seus 12 ou 13 anos&#8230; O Júnior afirmava categoricamente que Jesus era mulher afinal o Cristo Redentor usava saias! Depois de ser pressionado pelos coleguinhas ele finalmente falou &quot;Vai lá e levanta a saia dele para ver!&quot;</p>
<p>Ali naquela imensidão de ruas, lugares secretos e caminhos escondidos a nossa galera era meio Indiana Jones e o Júnior um dos aventureiros mais destemidos.</p>
<p>Um dia ele começou a ficar mais magro e a próxima lembrança que tenho, a gente só se via mesmo nas férias, já é dele sem cabelos, aquela cabeça totalmente lisa e branca. ele parecia um alien sorridente pois, até onde minha memória alcança, ele nunca perdeu o humor.</p>
<p>No verão seguinte ele já não apareceu escondendo-se para sempre apenas entre as nossas histórias e devaneios&#8230; Acho até que há um bocado dele no <a href="http://www.roney.com.br/?s=gato+de+botas" target="_self" title="Posts com o Gato de Botas">Gato de Botas</a>&#8230;</p>
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		<title>Memes e memes</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2008 11:48:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Tem umas três semanas que criei o meu segundo blog, o Meme de Carbono. Já comentei aqui porque criei outro blog, mas em resumo é pq achei melhor criar um novo corpo online do que reformar 1700 posts aqui desse blog.
É claro que ter um blog com meme no nome me fez parar mais para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tem umas três semanas que criei o meu segundo blog, o <a href="http://memedecarbono.com.br" target="_blank" title="Reflexões sobre nossa consciência, paradigmas e zeitgeist">Meme de Carbono</a>. Já comentei aqui porque criei outro blog, mas em resumo é pq achei melhor criar um novo corpo online do que reformar 1700 posts aqui desse blog.</p>
<p>É claro que ter um blog com meme no nome me fez parar mais para pensar em meme.</p>
<p>A primeira vez (e muitas outras vezes depois) que ouvi falar em meme era para se referir a correntes bobas do tipo &quot;responda essas perguntas&quot; ou musiquinhas irritantes que não saem da nossa cabeça. Ou seja, meme seria quase um tipo de doença! <img src='http://www.roney.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Depois a gente vai se informando naturalmente e acaba descobrindo que o negócio é outra coisa.</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21259660/gene+egoista,+o/?franq=140442" target="_blank" title="Compre no Submarino"><img vspace="8" hspace="0" border="0" align="left" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img0/21259660.jpg" alt="Capa do livro O Gene Egoísta" /></a>O termo foi criado, até onde sei, por Richard Dawkings em seu livro O Gene Egoísta e, grosso modo, define idéias que se comportam como genes. </p>
<p>É claro que a maioria das pessoas que chegam no <a href="http://memedecarbono.com.br" target="_blank" title="Meu blog sobre como funciona nosso mundo mental">Meme de Carbono</a> via buscadores está em busca do significado mais popular de meme: coisa que cola na cabeça, é natural.</p>
<p>Com o tempo blogs vão desenvolvendo sua personalidade, meio independente das vontades da pessoa que o escreve&#8230; Não deixa de ser um fenômeno memético <img src='http://www.roney.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Quando criei o blog o meu objetivo era criar uma ponte entre mundo real (de carbono) e digital (de memes) mostrando que no fundo é a mesma coisa e não dois mundos diferentes. Só que, menos de um mês depois já percebo que ele tem uma pequena vocação para falar em redes sociais e como humanizar a Internet. Pode ser até que essa acabe sendo o grande tema dele, vamos ver&#8230; Talvez só blogueiro entenda essa curiosa característica dos blogs, essa capacidade que eles tem de se tornar algo meio autônomo.</p>
<p></p>
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		<title>Clara, células tronco e caridade</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 15:30:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

		<category><![CDATA[caridade]]></category>

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		<description><![CDATA[Milhares, aliás milhões de crianças precisam de ajuda. Elas passam fome, não tem acesso aos recursos mínimos de cultura, saúde, alimentação, moradia e tecnologia (sim, para mim tecnologia se tornou recurso básico). Some a elas os adultos e passamos para a casa dos bilhões (se é que precisamos somar os adultos).
Então porquê dar dinheiro para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.umrealporumsonho.com.br/" target="_blank" title="Site oficial da Clara"><img vspace="8" hspace="8" border="0" align="left" src="http://www.roney.com.br/wp-content/uploads/2008/11/claranoparapode.jpg" alt="Clara no Parapode" /></a>Milhares, aliás milhões de crianças precisam de ajuda. Elas passam fome, não tem acesso aos recursos mínimos de cultura, saúde, alimentação, moradia e tecnologia (sim, para mim tecnologia se tornou recurso básico). Some a elas os adultos e passamos para a casa dos bilhões (se é que precisamos somar os adultos).</p>
<p>Então porquê dar dinheiro para que uma única menina cujos pais ao menos tiveram condições de criar um site para ela?</p>
<p> Não sei&#8230; Só sei que imediatamente sinto vontade de fazer algo. Pelo menos por essa pequena menina que pode ser curada se tiver o tratamento necessários com células tronco.</p>
<p>Precisamos - urgentemente - mudar as estruturas sociais, econômicas, religiosas, culturais e políticas da nossa civilização para que ninguém precise depender da caridade para obter cura, alimento, cultura ou qualquer outra necessidade básica.</p>
<p>A lei natural é selvagem, nela sobrevivem os aptos e os demais são reabsorvidos, mas não é essa a lei que nós desejamos para a nossa espécie!</p>
<p>Temos consciência que até o humano mais debilitado (física ou mentalmente) tem potencial para fazer coisas maravilhosas.</p>
<p>Tenho certeza que, se a Clarinha obtiver a cura, ela será uma pessoa engajada em algo que ajudará a humanidade a seguir em frente. As pessoas que tiveram contato direto com a bondade humana enxergam o mundo com outros olhos e acreditam no futuro&#8230; Quem tem esperanças para o futuro ajuda a construí-lo, quem não tem esperanças apenas assiste&#8230;</p>
<p>Enfim&#8230; Por quê ajudar a Clarinha? Porque a gente pode.</p>
<p>O que podemos fazer substancialmente pelos bilhões de excluídos tem resultados quase invisíveis, mas o que fazemos por uma única menina que amanhã estará cursando a faculdade em vez de passar a vida deitada em uma cama&#8230; Ah! Isso a gente pode ver e sentir que fizemos alguma diferença!</p>
<p>O site dela é o <a href="http://www.umrealporumsonho.com.br/" target="_blank" title="Site da bebê que precisa de tratamento com células tronco">Um Real por um sonho</a> e tem uma página com <a href="http://www.umrealporumsonho.com.br/donate.html" target="_blank" title="Como fazer doações">instruções para doações</a>.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/GaleriaDeEspelhos/~4/445577800" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Histórias de escudelas</title>
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		<comments>http://www.roney.com.br/2008/11/04/historias-de-escudelas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2008 02:22:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[General]]></category>

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		<description><![CDATA[&#34;Moço, eu preciso voltar para a minha cidade, o senhor pode me completar o dinheiro para o ônibus?&#34;
É alta a noite, em uma ou duas horas o sol surgirá espalhando seu magenta entre as paredes de mármore, pastilhinhas ou tinta dos edifícios de Ipanema.
 &#34;A copabacana veio e levou as nossas coisas, moço, só o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Galeria de Hector Zablach" target="_blank" href="http://www.insideart.it/zablach.html"><img width="315" vspace="8" hspace="8" height="452" border="0" align="left" alt="Trovador de Hector Zablach" src="http://www.roney.com.br/wp-content/uploads/2008/11/trovador_hector_zablach.jpg" /></a>&quot;Moço, eu preciso voltar para a minha cidade, o senhor pode me completar o dinheiro para o ônibus?&quot;</p>
<p>É alta a noite, em uma ou duas horas o sol surgirá espalhando seu magenta entre as paredes de mármore, pastilhinhas ou tinta dos edifícios de Ipanema.</p>
<p> &quot;A copabacana veio e levou as nossas coisas, moço, só o senhor me deu atenção e eu tô com a minha esposa com asma. Me ajuda a sair dessa cidade horrível!&quot;</p>
<p>O moço de arrepende de ter dando atenção. O sujeito gruda e o acompanha por uns dois ou três quarteirões insistindo, implorando, quase chorando.</p>
<p>Dias depois outro moço, outro expatriado: &quot;fui assaltado, me ajuda a pagar o ônibus!&quot;</p>
<p>Sujeito sem a menor pinta de mendigo, lá na faixa dos 45, mas faltam aqueles sinais de verdade e, afinal, porque não procura a polícia?</p>
<p>Pedintes&#8230;</p>
<p>&quot;Uma esmola por favor&quot; já não convence como antes - que o estado ou as ongs cuidem deles! - então surgem os novos trovadores sem melodia, contadoes de histórias que somem nos cantos escuros das ruas compartilhando o espaço com trombadinhas e assaltantes oportunistas de olhos vazios e frases prontas &quot;me dá esse relógio se não te arrebento cheio de ódio no coração&quot;.</p>
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		<item>
		<title>Tula cumprimenta o verão</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Oct 2008 20:02:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Devaneios]]></category>

		<category><![CDATA[Beltane]]></category>

		<category><![CDATA[bruxaria]]></category>

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		<description><![CDATA[As ondas se dobram com estrondo antes de se esparramar ao redor dos seus pés causando um arrepio que sobe sensualmente pela nuca e faz com que ela morda sensualmente os lábios, feche os olhos e se entregue à sensação do vento frio soprando seus cabelos para o lado.
Seus sapatos estão largados mais atrás e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As ondas se dobram com estrondo antes de se esparramar ao redor dos seus pés causando um arrepio que sobe sensualmente pela nuca e faz com que ela morda sensualmente os lábios, feche os olhos e se entregue à sensação do vento frio soprando seus cabelos para o lado.</p>
<p>Seus sapatos estão largados mais atrás e ela nem se importa com as barras molhadas da calça jeans de boca larga.</p>
<p> Já faz um tempo que ela está ali bebendo lentamente a água do coco enorme que segura com as duas mãos. Ela bebe e observa o céu nublado onde se encontra com o mar.</p>
<p>&quot;Dia frio para o <a href="http://www.bruxaria.net/enciclopedia/b/beltane.htm" target="_blank" title="Artigo sobre o Beltane">Beltane</a>&quot; ela pensa&#8230; A primavera está no meio, daqui para frente cada dia é mais um para chegar o verão, mas se o céu não está em chamas dentro do peito dela o sol está a pino!</p>
<p>O céu ruge ao longe e começa a chover fino enfeitando seus cabelos e o braço arrepiado com delicadas contas des ínfimas gotas de chuva.</p>
<p>Seu corpo, no entanto, ainda sente a memória do calor da noite passada e antecipa o encontro logo mais à noite na floresta de sons, luzes, coisas ditas ao pé do ouvido para vencer a música alta e o roçar do rosto barbado em suas bochechas.</p>
<p>Ela fica ali&#8230; oscilando ao som da sua música íntima&#8230; no rítmo do sol que trilha o céu escondido pelas nuvens densas&#8230; A noite e o tempo congelam seduzidos e esperam que ela os deseje.</p>
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		<title>Antiquário</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 12:03:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[General]]></category>

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		<description><![CDATA[Buscava quem comprasse uma máquina de costura antiga.
O mundo lá fora segue trupicando para o século XXII apesar de se agarrar ainda apaixonadamente ao XX, mas ali dentro os séculos desaparecem, o tempo parece parado em 1977 apesar de um sinal aqui ou acolá do que quer que seja o nosso tempo atual. 
&#34;Tenta ali [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img vspace="8" hspace="8" border="0" align="left" src="http://www.roney.com.br/wp-content/uploads/2008/10/dsc00177.jpg" alt="Um breve universo de histórias" />Buscava quem comprasse uma máquina de costura antiga.</p>
<p>O mundo lá fora segue trupicando para o século XXII apesar de se agarrar ainda apaixonadamente ao XX, mas ali dentro os séculos desaparecem, o tempo parece parado em 1977 apesar de um sinal aqui ou acolá do que quer que seja o nosso tempo atual. </p>
<p>&quot;Tenta ali na loja 55&quot; </p>
<p>A moça estava quase perdida entre grandes móveis pesados e escuros, luminárias com abóbodas de vidro fosco trabalhado, todas acesas.</p>
<p>Passo pelo grande mercado á minha direita, mais à frente há uma loja de artigos religiosos onde, desde a minha infância, me impressiono com um grande diabo que sorri animada e salientemente.</p>
<p>Pronto! Loja 55.</p>
<p>Vazia de pessoas, repleta de pequenos universos de histórias. Uma cadeira e uma mesa bloqueiam a entrada, elas bem poderiam estar ali desde o início dos tempos. Quem sabe não é uma entrada, mas a saída e, em algum lugar entre os cristais de uma família nobre há muito esquecida e um par de ânforas existe uma estreita brecha de outro mundo?</p>
<p>Fico ali observando, como será que as pessoas que passam não roubam algo? Ao meu lado outro homem observa a loja, um desconhecido. Grito para dentro &quot;Olá&#8230; Olá!!! Alguém ai?&quot;</p>
<p>&quot;Está sempre assim&quot;</p>
<p>Olho para o homem ao meu lado e digo alguma coisa, explico que procuro quem compre uma máquina de costura antiga&#8230;</p>
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		<title>Outro corpo online</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Oct 2008 02:10:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[General]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é o post 1699. É um número qualquer. Este blog começou em julho de 2002 portanto hoje não é aniversário dele.
Ao longo dos últimos 6 anos o que nasceu como uma galeria de devaneios oníricos, fragmentos de personagens e de imagens cotidiandas distorcidas pelo espelho da mente que observa foi tentando se transformar em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.educastur.es/" target="_blank" title="blog de onde a imagem foi tirada"><img width="290" vspace="8" hspace="8" height="193" border="0" align="left" src="http://www.roney.com.br/wp-content/uploads/2008/10/meme.gif" alt="Imagem obtida no Sturm und Drang" /></a>Este é o post 1699. É um número qualquer. Este blog começou em julho de 2002 portanto hoje não é aniversário dele.</p>
<p>Ao longo dos últimos 6 anos o que nasceu como uma galeria de devaneios oníricos, fragmentos de personagens e de imagens cotidiandas distorcidas pelo espelho da mente que observa foi tentando se transformar em algo mais útil, mais pragmático.</p>
<p>Este é um blog para dentro, escrito para mim mesmo. Sempre disse isso e era verdade, mas os tempos mudam, o século XXI chegou para muita gente e existir neste século é não se limitar a ser uma unidade de carbono, mas ser também um meme que se propaga pela Rede (ou Internet) somando, multiplicando e se reproduzindo enquanto interage com outras pessoas.</p>
<p>Em 2002 (na verdade comecei a blogar em 2001, mas isso se perdeu) a Internet ainda era uma rede de redes de computadores. Em 2004 ela definitivamente se tornou uma rede de pessoas.</p>
<p>No meio disso tudo estava esse blog. Nascido para ser delírio e alucinação foi tentando abrigar o Roney real, aquele que vota, que emite opiniões e que tenta cumprir sua parte como humano habitante da Terra.</p>
<p>Cheguei a pensar em reestruturar este blog entrando em cada um dos quase 1700 posts para dar ordem à casa. Isso é impraticável!</p>
<p>Decidi enfim (com um leve empurrão do Lebravo) criar um novo blog e devolver esse às suas origens.</p>
<p>Sempre vejo blogueiros dizendo que vão fazer um novo blog, mas não vão abandonar o antigo, mas é justamente o que fazem&#8230; Não vou prometer nada. Pode ser que meus devaneios encontrem um lar mais fértil nas páginas de um livro, quem sabe?</p>
<p>Pretendo ao menos publicar também aqui tudo que eu publicar no <a href="http://memedecarbono.com.br" target="_blank" title="Meme de Carbono">Meme de Carbono</a>, meu novo blog.</p>
<p>Agora é deixar os memes cumprirem seus planos <img src='http://www.roney.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/GaleriaDeEspelhos/~4/429152811" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Jill Bolte Taylor, a cientista que curou o próprio cérebro</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 23:50:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>

		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

		<category><![CDATA[cérebro]]></category>

		<category><![CDATA[consciência]]></category>

		<category><![CDATA[jill bolte taylor]]></category>

		<category><![CDATA[mente]]></category>

		<category><![CDATA[neuroanatomia]]></category>

		<category><![CDATA[paz]]></category>

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		<description><![CDATA[
Você usa seu cérebro ou seu cérebro usa vc? 
Em setembro recebi um contato da agência de mídias sociais a serviço da Ediouro que viu o post que escrevi sobre o vídeo da neuroanatomista Jill Bolte Taylor no TED e resolveu me oferecer uma cópia do livro para comentá-lo. Isso é que é campanha inteligente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21405701/cientista+que+curou+seu+pr%C3%B3prio+c%C3%A9rebro,+a/?franq=140442" target="_blank" title="Compre no Submarino"><img hspace="0" vspace="12" border="0" align="left" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img1/21405701.jpg" alt="A cientista que curou o próprio cérebro - Jill Bolte Taylor" /></a></p>
<p align="center"><font size="3"><strong>Você usa seu cérebro ou seu cérebro usa vc?</strong></font> </p>
<p>Em setembro recebi um contato da <a href="http://www.agenciafrog.com.br/" target="_blank" title="Agencia Frog de Mídias Sociais">agência de mídias sociais a serviço da Ediouro</a><a href="http://www.agenciafrog.com.br/" target="_blank" title="Agência Frog"></a> que viu o post que escrevi <a href="http://www.roney.com.br/2008/07/10/jill-bolte-taylor-e-o-hemisferio-do-nirvana/" target="_self" title="Post antigo sobre o vídeo no TED">sobre o vídeo da neuroanatomista Jill Bolte Taylor</a> no TED e resolveu me oferecer uma cópia do livro para comentá-lo. Isso é que é campanha inteligente de marketing social, afinal, se gostei do vídeo certamente gostaria do livro.</p>
<p>Você pode ver o hotsite do livro aqui: <a href="http://www.ediouro.com.br/acientista/" target="_blank" title="Site oficial do livro">Jill Bolte Taylor, A cientista que curou o próprio cérebro</a>.</p>
<p>Confesso que não gostei muito do título que me remeteu um pouco à auto-ajuda e preferiria algo mais próximo do original que seria mais ou menos &quot;Meu ataque de inspiração: a jornada pessoal de uma cientista do cérebro&quot;.</p>
<p>Digo isso logo no início do post para que o leitor averso à auto-ajuda não deixe de olhar esse livro atentamente.</p>
<p>Pode-se dizer que ele é dividido em duas partes.</p>
<p>Na primeira parte a cientista (até onde percebi bem cética do ponto de vista religioso) descreve como foi o seu derrame, a incrível experiência de se ver repentinamente com somente um hemisfério cerebral em funcionamento e como foi sua recuperação.</p>
<p>Essa primeira parte contém alguns insights muito interessantes que nos leva a questionar a máxima tão comum de que &quot;sou assim&quot; ou &quot;cachorro velho não aprende truque novo&quot;. Mas els será realmente útil para quem tiver que enfrentar um derrame, seja como vítima, seja como pessoa próxima a alguém que sofreu um derrame.</p>
<p>Se o livro fosse apenas isso a gente poderia se entregar à velha ilusão de que nada de ruim acontece conosco e que preferimos fazer de conta que essas coisas não existem pois do contrário ficamos nervosos&#8230; Bem, tenho certeza que nada de ruim vai me acontecer, mas faço questão de não viver sob o signo do medo e procuro me informar sobre tudo.</p>
<p><iframe frameborder="0" scrolling="no" align="right" src="http://rcm.amazon.com/e/cm?t=galedeespe-20&amp;o=1&amp;p=8&amp;l=as1&amp;asins=0670020745&amp;fc1=000000&amp;IS2=1&amp;lt1=_blank&amp;m=amazon&amp;lc1=0000FF&amp;bc1=000000&amp;bg1=FFFFFF&amp;f=ifr" style="width: 120px; height: 240px;" marginwidth="0" marginheight="0"></iframe></p>
<p>Acontece que o livro não acaba ai.</p>
<p>Os capítulos à partir do 14 deveriam ser lidos por todos os seres humanos que possuem um cérebro.</p>
<p>As 73 páginas finais do livro são uma cuidadosa, porem coloquial, descrição de como os hemisférios esquerdo e direito definem nossa personalidade juntamente com o nosso emocional e infantil complexo límbico.</p>
<p>Estou convencido de que os conhecimentos que Jill Bolte Taylor transmite nesse livro são ferramentas importantíssimas para desenvolvermos nossa consciência, personalidade e, porque não, nosso espírito.</p>
<p>Apesar dela adotar um discurso que algumas vezes parece quase religioso uma leitura atenta revelará que não se trata de religiosidade ou mesmo de espiritualidade, mas de uma tentativa (bem sucedida ao meu ver) de descrever experiências sintéticas em uma língua (a linguagem reside no hemisfério esquerdo junto com o pensamento analítico enquanto o pensamento sintético reside no hemisfério direito) que não está preparada para descrever este tipo de experiência.</p>
<p>A neuroanatomista afirma acreditar que ao compreender a dinâmica do funcionamento do nosso cérebro podemos criar uma civilização mais pacífica mais capaz de compaixão. Ela me convenceu totalmente e percebi que o vídeo dela no TED é uma sombra do que esse livro pode ser para cada um que tiver chance de lê-lo.</p>
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