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	<title>Galeria de Espelhos &#187; Atualidades</title>
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	<description>A arte é o ar que a consciência respira</description>
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		<title>Em quem votar para a prefeitura do Rio em 2012?</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 15:04:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Eleger Marcelo Freixo prefeito do Rio é uma das mais poderosas mensagens que podemos passar para dizer que não aceitamos mais o jogo político de sempre. <a href="http://www.roney.com.br/2012/02/05/em_quem_votar_prefeitura_rio/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O papel dos políticos mudou.</p>
<p>Nem todo político sabe disso, na verdade poucos parecem saber.</p>
<p>Surpreendentemente (ou talvez nem tanto) muitos cidadãos também não notaram.</p>
<p>Mas o papel dos políticos mudou.</p>
<p>É necessário falar nisso antes de falar em quem votar pois não se trata de alguém, se trata de votar em ideias não em pessoas.</p>
<p>Houve um tempo em que o político (pelo menos supostamente) estava mais preparado para representar a coletividade do que a própria coletividade impossibilitada de se fazer ouvir.</p>
<p>E essa é a primeira grande mudança.</p>
<p>A comunicação horizontal permitiu que a sociedade desenvolvesse ideias bem claras e maturas de governo:</p>
<p>
<ul>
<li>Transparência política e corporativa</li>
<li>Democracia direta</li>
<li>Responsabilidade social</li>
<li>Cultura como agente de segurança pública</li>
<li>Humanismo</li>
<li>Ver as diferenças não como algo a tolerar, mas como riqueza a admirar</li>
</ul>
<p>&nbsp;É claro que essas ideias não são unânimes, mas essas são as vozes que se destacam na algaravia dos terabytes de diálogos que traçam linhas de luz ao redor do planeta em todas as línguas. Basta observar com atenção e livre de preconceitos. Mas isso é assunto para outro post em outro blog.</p>
<p>Uma última observação óbvia, mas necessária:</p>
<p>É claro que não posso dizer em quem você votará, o que pretendo fazer é deixar claros os motivos que me levam a achar que um determinado candidato é a opção ideal para todos nós: ricos, pobres, cultos, incultos, empresários, funcionários, homens, mulheres&#8230; </p>
<p>Leia o subtítulo desse blog: a arte é o ar que a consciência respira.</p>
<p>
<ul>
<li>Meu voto, antes de mais nada, vai sempre para a arte e para a cultura muito além do mero ensino formal das escolas.</li>
<li>Voto na recuperação de espaços culturais fora do eixo turístico da cidade levando arte e cultura para os jovens entre 16 e 24 anos que hoje são exterminados intensificando a tensão social e ódio entre cidadãos</li>
<li>Voto pelo fim as Organizações Sociais (OS) privadas para onde converge dinheiro público da saúde e o perdemos de vista</li>
<li>Voto a favor das UPAs, mas contra sua restrição ao corredor hoteleiro, turístico e de estádios</li>
<li>A paz armada não é paz, é guerra, portanto voto na mudança da política pública de segurança somente pela força policial a favor de uma que observe o ensino, a cultura e a inclusão de cada região na cadeia criativa</li>
<li>Finalmente, voto em uma máquina política que não se alie a milícias ou mesmo a grupos de trocas de interesses</li>
</ul>
<p>Até ontem não via nenhum candidato alinhado a essas ideias.</p>
</p>
<p>Via de um lado um candidato aliado a tudo e a todos, inclusive setores religiosos fundamentalistas. De outro um tipo de estrutura feudal onde os pais passam as terras aos filhos e, a propósito, também se aliam a setores religiosos que vem destruindo o cristianismo (ao meu ver).</p>
<p>Ontem tive a oportunidade de ouvir o <a href="http://www.marcelofreixo.com.br/" title="Site oficial do candidato `prefeitura do Rio">Marcelo Freixo</a> conversando com jovens e fiquei convencido de que ele realmente acredita nos ideais da democracia direta, da cultura como instrumento de desenvolvimento e tem planos consistentes para colocar em prática as medidas necessárias.</p>
<p>É claro que ele nada contra a corrente política e só terá êxito se a sociedade que grita por uma política melhor se levantar do sofá como estou me levantando agora. Ser eleito será apenas um passo, muito embora provavelmente seja um passo histórico do ponto de vista da capacidade de mobilização da sociedade, mas teremos que continuar mobilizados caso ele seja eleito para que ele tenha força de nos representar.&nbsp;</p>
<p>Por último devo dizer que o jogo político que funcionou até hoje foi aquele que apela para os nossos preconceitos e medos para nos levar a votar contra o que adiamos e não a favor de nós mesmos. Acabamos elegendo pessoas que nos desprezam tanto quando àqueles que achamos que são nossos inimigos, mas são apenas alvo do nosso preconceito.&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O que aconteceu em Pinheirinho?</title>
		<link>http://www.roney.com.br/2012/01/31/o-que-aconteceu-em-pinheirinho/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 15:16:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[invasão]]></category>
		<category><![CDATA[jurídico]]></category>
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		<category><![CDATA[Pinheirinho]]></category>

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		<description><![CDATA[Por motivos que não vou abordar agora a mídia de massa está falhando em sua missão jornalística nos informar. Felizmente não precisamos mais esperar por ela. Até o momento o melhor artigo que li sobre o assunto foi o publicado &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2012/01/31/o-que-aconteceu-em-pinheirinho/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por motivos que não vou abordar agora a mídia de massa está falhando em sua missão jornalística nos informar. Felizmente não precisamos mais esperar por ela.</p>
<p>Até o momento o melhor artigo que li sobre o assunto foi o publicado no Consultor Jurídico: <a href="http://www.conjur.com.br/2012-jan-30/pinheirinho-direito-propriedade-atender-funcao-social" title="As questões legais da invasão de Pinheirinho">Direito de propriedade deve atender à funcão social</a>.</p>
<p>O artigo é longo então vou extrair o essencial:</p>
<p>
<ol>
<li>As leis brasileiras foram violentamente desprezadas: a reapropriação é ilegal</li>
<li>Pela lei um terreno abandonado e não utilizado por um certo período de tempo pode ser legalmente apropriado pela sociedade</li>
<li>Diversas decisões jurídicas anteriores reforçam esses fatos.</li>
</ol>
<div>
<p>É só isso. O resto é elocubração.</p>
<p>Você pode discordar da lei e querer que um território (é, afinal o terreno é do tamanho do Vaticano) seja mantido totalmente inútil por décadas a favor dos especuladores imobiliários ou qualquer outro interesse de alguém que tem tanto que pode se dar ao luxo de deixar um bairro inteiro dentro do baú. Acho difícil justificar essa posição, mas é um direito que você tem.</p>
<p>Além da questão jurídica há a questão moral. O fato da reapropriação ser feita a favor de Naji Nahas, condenando, mas jamais punido por crimes não tem qualquer valor legal pois um crime não pode ser justificado somente pelo fato de ser feito contra um criminoso, ou seja, você não pode bater em alguém porque ele bateu em outra pessoa.</p>
<p>Mas há a questão moral, e mais do que isso, há a questão das teias de influências movidas para perpetrar esses dois crimes, o primeiro contra as nossas leis, o segundo contra os cidadãos que moravam em Pinheirinho.</p>
<p>Sobre isso é que a nossa mídia devia se manifestar documentando o que ocorreu e criando dossiês. Ela não fez. É de se esperar pois entre os amigos de Nahas há muitos políticos e figuras públicas influentes que, se não são amigos dos donos dos grupos de mídia, tem poder para lhes causar grandes problemas.</p>
<p>Quando você vê alguém sendo agredido na rua você interfere colocando em risco sua integridade e das pessoas que estão com você? Mas esse assunto, a apatia da mídia de massa é para outro post, talvez em outro blog meu.</p>
<p>A mídia informal construída pelo quinto poder (isso é, vc, eu&#8230;) muitas vezes carece de imparcialidade como no vídeo a seguir, mas me parece que o trabalho de compilação das biografias, ligações e interesses dos envolvidos na invasão de Pinheirinho (feita pela força policial e não pelos cidadãos que moravam lá) está bem completa e coerente:</p>
<p><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=9MOKXXif0HE"><img src="http://img.youtube.com/vi/9MOKXXif0HE/2.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=9MOKXXif0HE">Click here</a> to view the video on YouTube.</p>
&nbsp;</p>
<p>Um outro vídeo contém entrevistas com moradores e cenas na invasão:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=NBjjtc9BXXY"><img src="http://img.youtube.com/vi/NBjjtc9BXXY/2.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=NBjjtc9BXXY">Click here</a> to view the video on YouTube.</p>

<p>Faça sua própria pesquisa, forme sua própria opinião, pressione o grupo de mídia de massa que vc mais respeita para melhorar suas coberturas, vigie os políticos e corporações.</p>
<p>Lembre-se que você é Anonymous, você não deve temer o governo ou as empresas, elas devem temer você. Não por sua força física, mas por sua voz e consciência.&nbsp;</p>
</div>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Steve Jobs se foi e lágrimas escorrem dos meus olhos</title>
		<link>http://www.roney.com.br/2011/10/05/steve-jobs-se-foi-e-lagrimas-escorrem-dos-meus-olhos/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 00:51:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Terra]]></category>

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		<description><![CDATA[Nunca pensei que escreveria um post nessa ocasião pois me incomoda o oportunismo de quem procura se aproveitar das comoções gerais para obter audiência, mas eu também nunca imaginei que a morte de Jobs seria um impacto tão grande para &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2011/10/05/steve-jobs-se-foi-e-lagrimas-escorrem-dos-meus-olhos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca pensei que escreveria um post nessa ocasião pois me incomoda o oportunismo de quem procura se aproveitar das comoções gerais para obter audiência, mas eu também nunca imaginei que a morte de Jobs seria um impacto tão grande para mim.</p>
<p>Sou usuário de produtos da Apple, conheço a jornada de Jobs desde os primeiros Apples que vi surgir em vitrines aqui no Brasil. Sei que a Web foi criada em um computador Next, empresa criada por Jobs depois que saiu da Apple. Acompanhei a história da Pixar. Sonhei com um Newton. Também lembro da maioria dos erros do Jobs e da Apple.</p>
<p>Sim, eu conheço muito bem a trajetória do Jobs e a admiro muito, mas até hoje era apenas admiração por um homem visionário, perfeccionista e profundamente dedicado que, a despeito de problemas familiares (como ser órfão) superou cada obstáculo que lhe foi apresentado pela vida e foi capaz de transformar a história da nossa civilização como poucos homens.</p>
<p>No entanto não é por nada disso que meus olhos começaram a produzir lágrimas incontrolavelmente. Não se trata daqueles fanatismos &quot;como vou viver sem o Jobs!?&quot;.</p>
<p>A princípio eu não sabia porque estava chorando, simplesmente me senti profundamente emocionado.</p>
<p>Sentei ao lado da minha esposa que também chorava e respiramos por alguns momentos tentando entender nossos sentimentos</p>
<p>Jobs nos deixou nos seus últimos momentos de vida uma mensagem fortíssima: Criar é o sentido da vida.</p>
<p>Ele se agarrou à vida exatamente o tempo necessário para colocar sua criação, a Apple, em um rumo que possa seguir em frente sem ele e, finalmente, deixou sua consciência afundar nos mistérios da morte.</p>
<p>É isso que me emociona, a força para seguir seus sonhos, para construir realidades.</p>
<p>Quero morrer como ele.</p>
<p>Não quero deixar que os obstáculos detenham minhas melhores ideias, quero ser sábio o bastante para identificar as ideias que não são boas.</p>
<p>Cada um reagirá de uma forma à morte de Jobs. Haverá os assustados ou perversos que farão piadas de mal gosto, os inspirados que farão piadas de bom gosto (&quot;<a href="http://twitter.com/gabrieljusto/statuses/121737900281970688" target="_blank" title="Link para o epio original">Do jeito que ele é foda vai chegar no céu, descobrir um jeito de voltar e dizer &#8216;Chupa Bill Gates</a>&#8216;&quot; @GabrielJusto), os histéricos, mas poucos ficarão indiferentes.</p>
<p>A minha reação é essa: uma grande e emocionada reverência e o impulso de seguir seus melhores exemplos.</p>
<p>Adeus Jobs! Bom trabalho!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Massacre de Realengo: O que fazer agora?</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Apr 2011 18:06:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Meu pai passou a infância em Realengo. Isso foi no fim da primeira metade do século passado. Fui lá poucas vezes nos anos 70s e 80s. Depois disso só agora tive contato novamente com o bairro. À distância, mas deu &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2011/04/11/massacre-de-realengo-o-que-fazer-agora/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meu pai passou a infância em Realengo. Isso foi no fim da primeira metade do século passado. Fui lá poucas vezes nos anos 70s e 80s. Depois disso só agora tive contato novamente com o bairro. À distância, mas deu para perceber como o bairro mudou.</p>
<p>É importante ver que Realengo é mais do que um bairro na periferia do Rio de Janeiro. É um exemplo de progresso pois, no meio da dor e da tortura da mídia, vi um bairro que cresceu muito desde a última vez que estive lá. Vi uma gente que demonstrou cultura e sabedoria para não se entregar ao desespero e ao ódio diante da tragédia que caiu sobre eles e poderia ter caído sobre qualquer um de nós.</p>
<p> A cultura e a sabedoria são instrumentos essenciais para transformar nossa realidade, para suportar melhor as dores do presente e transformá-las (ou superá-las) e construir um futuro melhor.</p>
<p>Infelizmente a mídia não tem demonstrado a mesma cultura e sabedoria que vimos na maioria das pessoas entrevistadas nos primeiros dias e, em vez de nos ajudar a entender o que aconteceu, nos joga em um tornado de perplexidade.</p>
<p>O rapaz que atacou a escola tinha várias características </p>
<ul>
<li>Falava em religião</li>
<li>Provavelmente sofria de esquizofrenia</li>
<li>Era solitário (não tinha amigos e não falava com a família)</li>
<li>Passava tempo no computador</li>
<li>Gostava de jogos violentos</li>
<li>Sofreu bullying na escola</li>
</ul>
<p>No entanto alguma dessas características sozinha implica em um futuro assassino? Ou mesmo todas elas juntas bastam para que a gente tenha razão para temer ou ter raiva de pessoas que as apresentem? Mais importante ainda: isso nos ajudará a diminuir as possibilidades de acontecer de novo?</p>
<p>A resposta ao meu ver é que não. No afã de fazer artigos que prendam as pessoas pela emoção e vendam mais revistas e jornais estamos perdendo a chance de pensar em como honrar a perda dessas vidas tão preciosas! Treze pessoas mortas&#8230;</p>
<p>Conto treze mortes pois, por mais difícil que seja, devemos contar o assassino como uma perda. Ter ódio de pessoas como ele (ou quebrar a casa onde ele morou como alguns tem feito) não nos ajudará a identificar e tratar de outros que podem surgir.</p>
<p>O que nós queremos é ajudar essas pessoas a não chegar ao ponto que esse rapaz chegou. De nada adianta sentir ódio por eles depois que fomos incapazes de ajudá-los.</p>
<p>E quem poderia ajudá-los?</p>
<p>Esse é um grande desafio para a nossa sociedade&#8230; Bem, querer ajudar quem tem uma consciência tão obscura é o primeiro desafio.</p>
<p>Em escolas que mal conseguem prender a atenção dos alunos, em uma sociedade onde o bullyng é considerado engraçado (basta ver as comédias na tv e piadas entre adultos) e uma cultura que não valoriza o exercício de conhecer as próprias emoções encontramos um vazio onde deveriam estar pessoas preparadas para reconhecer os distúrbios mentais que podem levar a desastres como esse e tratá-los.</p>
<p>Está se falando em restringir acesso às armas (e, francamente, acho que a humanidade não devia fabricar armas e ponto final), mas isso não impedirá o surgimento de outras pessoas como esse rapaz.</p>
<p> Fala-se também em aumentar a segurança em escolas, mas, é óbvio, isso também não impede que nossos irmãos desenvolvam distúrbios mentais (e não acho que uma escola deva ser um forte, ela deve ser um parque).</p>
<p>O que pode melhorar nossa sociedade são mudanças de paradigma como:</p>
<ul>
<li>Ria com os outros, nunca dos outros</li>
<li>Quando rir de alguém que seja de você, isso até ajuda a não considerar nossos problemas maiores que nós mesmos</li>
<li>Crianças disputam poder naturalmente (são os instintos animais), mas é nossa obrigação como adultos ajudá-las a se manter longe da crueldade</li>
<li>No mundo animal o mais forte prevalece, no mundo humano quem consegue estabelecer boas amizades consegue construir uma boa vida: ninguém precisa prevalecer</li>
<li>Primeiro nas escolas, depois nas empresas e atendimentos públicos temos que ter psicanalistas treinados não para caçar doenças, mas para nos ajudar a crescer intelectual, moral e psicologicamente. Eles também poderão identificar os raros (menos de 3% segundo ouvi) de casos sérios de distúrbio psicológico</li>
<li>Seja como for, não cabe a mim, a você ou qualquer outra pessoa sem treinamento psiquiátrio e acesso à pessoa, julgar quem é e quem não é normal.</li>
</ul>
<p>Esse artigo é apenas uma voz fraca perdida na multidão de corações perplexos diante da dor por isso é importante que, se você concordar com ele, procure multiplicar essas ideias. Discuta-a com amigos, parentes, outros pais, diretores de escolas e professores. É lá, na escola, que tudo começa, tanto o problema quanto a solução.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Direitos humanos no Brasil de 2010</title>
		<link>http://www.roney.com.br/2010/10/17/direitos-humanos-no-brasil-de-2010/</link>
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		<pubDate>Sun, 17 Oct 2010 22:52:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[humanismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Os direitos humanos foram colocados no centro do jogo eleitoreiro como um dos mais fortes argumentos contra o governo Lula/PT e isso é uma lástima. Direitos humanos devem ser parte do projeto da nossa civilização, devem ser um conjunto de &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2010/10/17/direitos-humanos-no-brasil-de-2010/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os direitos humanos foram colocados no centro do jogo eleitoreiro como um dos mais fortes argumentos contra o governo Lula/PT e isso é uma lástima.</p>
<p>Direitos humanos devem ser parte do projeto da nossa civilização, devem ser um conjunto de princípios que procurem garantir que todos os humanos sejam iguais perante a lei, a sociedade e a cultura. E ajudar a garantir que mesmo os que tem menos riquezas tenha uma vida digna.</p>
<p>Fazer do <a href="http://portal.mj.gov.br/sedh/pndh3/pndh3.pdf" target="_blank" title="Íntegra do PNDH-3 em PDF">Programa Nacional de Direitos Humanos</a> parte do jogo de desinformação da campanha presidencial por sí já é uma iniciativa que devia ser, pelo menos, desencorajada.</p>
<p>O fato se torna lastimável quando são feitas análises tendenciosas inserindo forçosamente vastos trechos de entrelinhas e suposições que não estão no texto.</p>
<p>Há algo que está acima a distâncias estratosféricas dos interesses políticos, religiosos ou econômicos: a dignidade humana.</p>
<p>É importante destacar alguns fatos sobre o PNDH:</p>
<ul>
<li>Ele é parte de um<a href="http://www.dhnet.org.br/direitos/anthist/viena/declaracao_viena.htm" target="_blank" title="Texto sobre o tratado de Viena pelos Direitos Humanos"> tratado internacional firmado em Viena em 1993</a></li>
<li>As duas primeiras versões foram elaboradas no governo FHC</li>
<li>É um conjunto de princípios e propostas a serem discutidos e regulamentados democraticamente</li>
</ul>
<p>No jogo político foi dito:</p>
<ul>
<li>Será o fim da liberdade de expressão: São previstas restrições a veículos de mídia que violarem os direitos humanos</li>
<li>Será o fim da propriedade: A justiça terá que escutar os dois lados quando houver uma invasão de propriedade</li>
<li>Será o fim da liberdade religiosa: órgãos públicos não poderão exibir símbolos religiosos (foi retirada do texto mais recente)</li>
<li>A prostituição será legalizada: Não achei no texto</li>
<li>O aborto será descriminalizado: Também não achei no texto</li>
<li>A emissora que violar os direitos humanos poderá perder sua concessão: Não achei no texto</li>
</ul>
<p>Entre outras coisas.</p>
<p>A maioria dos críticos do PNDH-3 que achei são da <a href="http://www.tfp.org.br/" target="_blank" title="Site da organização">Tradição, Família e Proriedade</a> como essa <a href="http://www.ipco.org.br/home/nacional/reinaldo-azevedo-pndh-3-acaba-com-o-direito-de-propriedade-no-campo-e-na-cidade" target="_blank" title="Reinaldo de Azevedo fala sobre direitos humanos">entrevista com o Reinaldo de Azevedo</a>.</p>
<p>Vale destacar que o entrevistado parece não acreditar que seja possível criar princípios para os direitos humanos pois &quot;quem define o que é direito humano?&quot; conforme ele diz na entrevista.</p>
<p>A propósito quem definiria o que é direito humano não seria o presidente ou seu partido, mas a nossa estrutura democrática através dos nossos representantes no governo.</p>
<p>Me surpreende a <a href="http://www.youtube.com/watch?v=VQldMpBECvo" target="_blank" title="Ives Gandra critica o PNDH-3 na Band">opinião de Ives Gandra</a> para a Band (que não me surpreende).</p>
<p>Também vale lembrar que a TFP supostamente é uma organização fortemente ligada aos setores católicos mais alinhados à extrema direita e latifundiários. </p>
<p>Como disse acho que há um grande esforço em ver algo de ruim no projeto já que ouvir os dois lados em uma disputa legal e punir a violação dos direitos humanos só se tornará algo ruim com muita ginástica ao criar leis que materializem o projeto.</p>
<p>Sim! Não podemos esquecer que o PNDH é um conjunto de diretrizes a ser discutido pela sociedade através dos seus representantes.</p>
<p>A propósito vale ainda lembrar que a boa parte dos críticos do PNDH frequentemente demonstram não gostar de qualquer tipo de iniciativa a favor direitos humanos.</p>
<p>Os textos mais lógicos e coerentes que achei (na minha opinião, claro) falavam a favor do PNDH-3 e a única pessoa que encontrei que leu o texto inteiro (em breve serei a segunda pessoa) também acha que, apesar de uma redação um pouco sofrida, o que há por trás dele é bom.</p>
<p>O Conversa de Bar fez um bom texto sobre <a href="http://www.conversadebar.net/2010/01/o-que-e-o-programa-nacional-de-direitos.html" target="_blank" title="Artigo sobre o Programa Nacional de Desenvolvimento Humano">O que é o PNDH-3</a>.</p>
<p>No blog imprenÇa as <a href="http://www.imprenca.com/2010/10/censura-petista-ou-desconstruindo-outro.html" target="_blank" title="Esclarecimentos sobre alguns pontos do PNDH-3">críticas ao PNDH-3 são tratadas como boato</a>. </p>
<p></p>
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		<title>A perversidade da mídia contra a privacidade</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 17:12:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[empatia]]></category>
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		<description><![CDATA[Sou um profundo crítico da ideia de que a Internet afasta as pessoas ou apresenta perigo à privacidade: Ela não é mais do que um reflexo da nossa sociedade. No caso da privacidade o monstro mais perverso ao meu ver &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2010/07/27/a-perversidade-da-midia-contra-a-privacidade/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sou um profundo crítico da ideia de que a Internet afasta as pessoas ou apresenta perigo à privacidade: Ela não é mais do que um reflexo da nossa sociedade.</p>
<p>No caso da privacidade o monstro mais perverso ao meu ver é a mídia tradicional.</p>
<p> Milhares de jovens anônimos morrem todo ano atropelados, assassinados, depois de um aborto&#8230; A mídia não coloca as causas, efeitos e solulções nas suas primeiras páginas.</p>
<p>No entanto se a morte é especialmente cruel ou chocante, se a vítima é famosa ou filha de famosa, mesmo que seja um evento raro que dificilmente acontecerá a nós logo começam dois pesadelos:</p>
<ul>
<li>O completo desrespeito à privacidade dos envolvidos que não tem direito a superar a dor silenciosamente em seu lar ou em uma praia distante</li>
<li>O terrorismo dos milhões de brasileiros expostos a aquele drama familiar que não lhes diz respeito, mas causa estresse, medo, raiva&#8230;</li>
</ul>
<p>Medo e raiva&#8230; Esses são, à propósito, os dois maiores agentes contagiosos que corroem nossa capacidade de empatia e nos torna solitários e distantes uns dos outros, não a conversa mediada por uma tela de computador que faz justo o contrário: dilui medos e raivas.</p>
<p>Enquanto isso a imprensa culpa o Twitter, blogs e novas formas de comunicação digital incontroláveis por seu fracasso. O fracasso da mídia está em sua perda de humanidade e da capacidade de demonstrar empatia pelo espectador ou pelo tema dos artigos.</p>
<p>Deixem a pobre mãe do skatista atropelado (não falarei o nome dela pois ela merece o direito de ficar em paz) viver sua dor, respeitem nosso direito à privacidade!</p>
<p>É claro que para isso acontecer nós, consumidores de mídia, devemos mudar também o nosso comportamento respeitando a privacidade dos famosos ou anônimos e exigindo da mídia que fale dos nossos interesses coletivos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Os Royalties do Pré-Sal ajudam ou atrapalham o RJ?</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 18:14:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Terra]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[pré-sal]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[royalties]]></category>

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		<description><![CDATA[Até 2008 o estado do Rio de Janeiro viveu sem os sete bilhões anuais oriundos do Pré-Sal que é um recurso que deveria ser usado para amenizar o impacto ambiental e social da exploração do petróleo. Agora o governo parece &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2010/03/17/os-royalties-do-pre-sal-ajudam-ou-atrapalham-o-rj/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Até 2008 o estado do Rio de Janeiro viveu sem os sete bilhões anuais oriundos do Pré-Sal que é um recurso que deveria ser usado para amenizar o impacto ambiental e social da exploração do petróleo.</p>
<p>Agora o governo parece ter lido minha cartilha de <a href="http://www.memedecarbono.com.br/2009/08/14/como-manipular-pessoas-na-internet/" id="z2uv" title="Texto meu no Meme de Carbono">como manipular as pessoas na Internet</a> para conquistar a mobilização da sociedade para manter esses recursos extras (e vale a pena frisar o <i>extras</i>) no estado.</p>
<p>Tenho <a href="http://roney.posterous.com/afinal-como-funcionam-esses-royalties-do-pre" id="s4os" title="Cópia do diálogo no Facebook">questionado o governo</a> (que é meu &#8220;amigo&#8221; no Facebook), mas quero deixar claro que considero indiscutível que o dinheir fique aqui, mas há duas questões improtantes que devemos levantar:
<ol>
<li>Devemos dar força ao atual governo atendendo seus chamados para mobilização? Ele merece essa demonstração de apoio popular? Com isso ele não estaria na verdade procurando reforçar sua força política já pensando nas eleições presidenciais (sei que o governador não é candidato, mas ele negociará seu apoio a algum candidato à presidência)</li>
<li>Uma vez que os sete bilhões fiquem no Rio (e provavelmente ficarão) como eles serão usados, como eles tem sido usados?</li>
</ol>
<p>De acordo com o <a href="http://www.fazenda.rj.gov.br/portal/index.portal;jsessionid=JB6lLc8YyhxlwBSwVhqJJw68L3mTQS4ySBvNLS78z14QS8LhFGyG%21-1202008144%21NONE?_nfpb=true&amp;_pageLabel=apresentaNoticia&amp;idConteudo=%2FBEA+Repository%2F1518001" id="b0y7" title="comunicado do Governo sobre os Royalties do Pré-Sal">comunicado do Governo sobre os Royalties do Pré-Sal</a> hoje o dinheiro é usado:</p>
<div style="margin-left: 40px;">&#8220;Hoje, o dinheiro dos royalties que cabe ao Estado vai para Rioprevidência, fundo de pensão dos funcionários do Estado, como mandam os manuais. Esse arcabouço legal garante a segurança do pagamento das aposentadorias de hoje e nas próximas décadas.&#8221;</div>
<p>Isso é como ele tem sido usado&#8230; Provavelmente como continuará a ser usado. Quem recebe aposentadoria da Rioprevidência? Ex-governadores? Espero que os ex-lixeiros também, pelo menos sei que eles fizeram por onde merecer.</p>
<p>Dois amigos no Twitter levantaram duas questões válidas: &#8220;Não é mobilização popular que resolverá isso, mas troca de favores em Brasília&#8221; e &#8220;Não tem como o dinheiro sair do Rio e eles sabem disso, mas vão posar de heróis&#8221;</p>
<p>Realmente não é difícil imaginar um diálogo entre os protagonistas do tipo &#8220;Cara, faz uma emenda ai para puxar os royalties para seu estado que não passa mesmo, mas vc fica bem com seus eleitores por ter tentado e nós com os nossos por termos evitado&#8221;. O que acontece nos corredores da política nós não sabemos e espero que esse diálogo hipotético aconteça apenas em algum enlatado de Hollywood. [antes que me processem, estou apenas dizendo que não é difícil imaginar esse diálogo, duvido que tenha acontecido]</p>
<p>O importante é que, pelo visto, o Rio de Janeiro é como uma caixa d&#8217;água com um furo de onde escapam, por exemplo, 5 bilhões de reais e, em vez de consertar o furo, o governo se aproveita que está entrando 2 bilhões a mais para manter tudo aparententemente bem.</p>
<p>A menos que algo esteja sendo feito com essa sobra para tapar o buraco:
<ul>
<li>O RJ está tomando iniciativas para atrair indústrias?</li>
<li>Temos dado estímulos fiscais para fortalecer o setor de serviços que será a base da economia no século XX? (aliás já é, dê uma olhada nas 500 da Fortune)</li>
<li>Estão sendo feitos investimentos para aquecer o turismo? As obras dos Jogos Olímpicos e da Copa terão esse efeito? Obras é o que falta para o turismo no Rio?</li>
<li>O século XXI é o século do conhecimento, se não investirmos em escolas, faculdades e universidades não haverá royalties que segurem</li>
</ul>
<p>Nada disso me responderam, mas espero que, depois que passar a reação emocional dos cariocas nós nos mobilizemos para fazer essas cobranças.</p>
<p>Se não fizermos isso corremos o risco do estado descansar em berço explêndido por décadas congelado no século XX, garantindo sua sobrevivência ao custo do meio ambiente (alguém ainda lembra daquele papo de aquecimento global que vai submergir as regiões costeiras?).</p>
<p>Se o Rio depende do Pré-sal (que não existia até 2008 e poderia jamais ser descoberto) para não falir então ele está sendo mal administrado e empresa mal administrada fracassa, não importa quanto dinheiro se dê a ela.</p>
<p>E o governo que não sabe administrar nos chama para lhe dar apoio nas passeatas que ele prepara gastando recursos preciosos para fazer sites, alugar trens elétricos e fazer vastas campanhas publicitárias.</p>
<p>Você vai dar força política a esse governo? Eu não&#8230;</p>
<p>Aguardarei sinais de que ele, o Governo-RJ, está usando os recursos para salvar o estado e não sua aposentadoria porque eles se aposentam, o Rio não&#8230;</p>
<h2>Outras informações</h2>
<ul>
<li><a href="http://odia.terra.com.br/portal/home/infografico/10/03/17_infografico_impacto.pdf" id="yk18" title="Infográfico">Infográfico</a></li>
<li><a href="http://www.vivaiaserj.blogspot.com/" id="h::l" title="IASERJ">IASERJ</a>: Um dos lugares onde o dinheiro NÃO foi usado (obrigado @s1mone)</li>
<li><a href="http://bit.ly/do3A9p" id="n1tt" title="Papo 1 no Facebook">Papo 1 no Facebook</a></li>
<li><a href="http://bit.ly/di6lj4" id="fm9h" title="Papo 2 do Facebook">Papo 2 do Facebook</a></li>
<li>De acordo com o jornal Último Segundo <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2010/03/17/rio+nao+perdera+os+royalties+cabral+ja+foi+informado+9431352.html">Cabral já sabia que os royalties ficam</a> antes de levar 150 mil para a chuva a fim de fortalecê-lo politicamente</li>
<li>Vídeo usando uma cartilha de manipulação como a minha: medo, emoção (ainda bem que não ensinei três ou quatro outras técnicas):</li>
</ul>
<p>
<object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/0jA74_QZeVE&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/0jA74_QZeVE&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<h2>Outras opiniões</h2>
<p>Bruno <a href="http://www.facebook.com/s1mone?v=feed&#038;story_fbid=368048177295">via Facebook</a>:</p>
<blockquote><p>&#8220;Gente, eu ainda sou contra que qq imposto sobre mercadoria fique no estado de origem. Isso concentra renda. Não tem nada a ver com mal uso da verba, nem tem a ver com mandar para a União repassar. A proposta atual passa DIRETAMENTE uma pedaço para cada estado, fora a parte q vai pra União. Tem que ser assim para fazer a riqueza girar pelo país. Mesmo que houvesse royalties ZERO, o RJ ainda seria beneficiado economicamente pelo petroleo. Macaé continuaria se beneficiando de ser a base de varias empresas, gerando emprego e cobrando outros impostos delas. O ponto é que se nâo mudar, só a união e os estados produtores vao se beneficiar do Pre Sal. É muito dinheiro para ficar apenas em 3 Estados, q não por acaso são dos mais ricos do país. Não à concentração dos #royalties!&#8221;</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>No País de Obama &#8211; Rodrigo Alvarez</title>
		<link>http://www.roney.com.br/2009/05/21/no-pais-de-obama-rodrigo-alvarez/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2009 12:19:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Obama]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>

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		<description><![CDATA[Qual é o segredo da alma dos EUA? <a href="http://www.roney.com.br/2009/05/21/no-pais-de-obama-rodrigo-alvarez/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Compre no Submarino" target="_blank" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21477507/no+pais+de+obama/?franq=140442"><img alt="Capa: No país de Obama - Rodrigo Alvarez" src="http://www.roney.com.br/wp-content/uploads/2009/05/pais_obama-150x150.jpg" align="left" hspace="6" vspace="6" /></a>Os EUA são uma espécie de Amazônia da economia global: ao abrigar a maior parte das empresas produtoras e manter o maior mercado consumidor ele é o principal responsável pelo equilíbrio do ecossistema do capitalismo.
</p>
<p>Sob o glamour da enorme nação estão suas verdadeiras células vitais: cada indivíduo e suas espectativas para o presente e para o futuro.
</p>
<p>Conhecer a alma dos estadunidenses é vital para compreender os rumos estamos prestes a seguir, não importa sob que cultura tenhamos nascido e crescido.
</p>
<p>Em <a title="Compre na Livraria Cultura" target="_blank" href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=4653&amp;tipo=2&amp;isbn=8576570696%20">Fundação, Isaac Asimov</a> sonha com uma equação capaz de decifrar toda a mecânica do universo e assim prever os caminhos que seguiremos coletivamente, ainda não possuímos essa tecnologia, supondo que ela seja possível..
</p>
<p>O que podemos fazer nesse momento talvez seja o que Rodrigo Alvarez fez: contar com os designios caprichosos do destino e atravesar os EUA encontrando com pessoas comuns na esperança de, no final da jornada, ter capturado fragmentos suficientes da alma daquele povo para enxergar a alma coletiva.
</p>
<p>Ao falar isso me lembro da busca da <a title="Compre no Submarino" target="_blank" href="http://www.submarino.com.br/produto/6/161244/final+fantasy+-+descubra+uma+nova+realidade-+duplo/?franq=140442">Dra. Aki Ross em Final Fantasy</a>. É curioso como realmente pequenos fragmentos de significado constumam se esconder nos lugares mais inesperados.
</p>
<p>Pois creio que Rodrigo Alvarez conseguiu, ou pelo menos chegou muito perto.
</p>
<p>Foi um prazer acompanhar sua jornada entre radicais de direita, de esquerda, pessoas moderadamente sensatas, fundamentalistas desta ou daquela religião e outros religiosos nada fundamentalistas contrariando o estereótipo que lhes tem sido atribuídos.
</p>
<p>Encontrei a chave do livro na página 169, mas ela só funciona depois de termos acompanhado a jornada até ali.
</p>
<p>Seja uma chave ou uma esperança do autor o fato é que o livro termina com uma constatação ou pelo menos uma indicação de caminhos a seguir para um outro mundo possível e melhor.
</p>
<p>Quanto a mim creio que já está na hora de deixarmos de disputar grãos de terra com nossos irmãos, já basta de copiar a maldição de Caim e Abel. Está na hora de trabalharmos juntos para garantir a continuação da nossa história tão vulnerável a fenômenos naturais.<br />
  </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>De volta aos porcos selvagens</title>
		<link>http://www.roney.com.br/2009/05/16/de-volta-aos-porcos-selvagens/</link>
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		<pubDate>Sat, 16 May 2009 20:52:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Talvez a H1N1, a chamada gripe suína, tenha inspirado alguém a ressucitar a velha história dos porcos selvagens que comentei faz mais de um ano, ou talvez já seja o aquecimento da também velha tática de desinformação para seduzir nossos &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2009/05/16/de-volta-aos-porcos-selvagens/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez a H1N1, a chamada gripe suína, tenha inspirado alguém a ressucitar a <a title="Meus comentários anteriores" target="_self" href="http://www.roney.com.br/2007/10/31/como-capturar-porcos-selvagens/">velha história dos porcos selvagens que comentei faz mais de um ano</a>, ou talvez já seja o aquecimento da também velha tática de desinformação para seduzir nossos votos&#8230; Daqui a pouco vou começar a receber as mensagens da dita bancada da esquerda.
</p>
<p>Dessa vez veio em apresentação:</p>
<div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_311422"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/guest590d84/como-se-captura-porcos-selvagens?type=presentation" title="Como se captura porcos selvagens">Como se captura porcos selvagens</a><object style="margin:0px" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=como-se-captura-porcos-selvagens-1205816314811834-3&#038;stripped_title=como-se-captura-porcos-selvagens" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=como-se-captura-porcos-selvagens-1205816314811834-3&#038;stripped_title=como-se-captura-porcos-selvagens" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"></embed></object>
<div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/guest590d84">guest590d84</a>.</div>
</div>
<p>Sem lembrar que tinha escrito sobre isso acabei respondendo novamente e, como é uma abordagem diferente, decidi publicar também:<br />
  
</p>
<blockquote>
<p>Sou muito desconfiado com textos pró-comunismo-ditadura ou pró-fascismo, esse tente ao fascismo.</p>
<p> Tem umas imprecisões como dizer que &#8220;NÃO É POSSÍVEL ALGUÉM PRESTAR UM SERVIÇO MAIS BARATO DO QUE SERIA SE VOCÊ MESMO O FIZESSE&#8221;. O mais estranho é que essa é uma frase mais comunista do que capitalista, afinal isso é uma das bases do capitalismo e da produção industrial: a produção em série permite o barateamento da produção antes feita por mão de obra humana e artesanal.</p>
<p> É claro que não gosto dos projetos assistencialistas, mas conheço muita gente de regiões muito pobres do país que me contam que suas famílias tem saído aos poucos do estado de miséria e tem tido mais oportunidade e saúde para estudar e se tornarem independentes das ajudas do governo.</p>
<p> Trata-se de um equilíbrio muito delicado. Não creio que nosso país tenha condições de resolver os profundos hiatos sociais que acumulamos até hoje sem alguma medida assistencialistas, mas os votos fáceis do populismo são um risco enorme&#8230;</p>
<p> No entanto não creio que nos deixarmos seduzir pelo ódio característico da direita extrema seja parte do caminho para evitar que o assistencialismo seja usado como ferramenta de sedução. É meramente a troca de um grupo por outro: de um lado socialistas que agradam e de outro fascistas que controlam pelo medo.</p>
<p> Estou usando fascismo no lugar de capitalismo pois não acho que o capitalismo seja fascista, eu mesmo sou profundamente capitalista, ou melhor, neo-capitalista.</p>
<p> Não vejo caminho para a humanidade fora do capitalismo, mas também não vejo como sustentar a crença de Adam Smith que praticamente diz que os pobres devem morrer por seleção natural: se não são capazes de produzir que sejam escravos.</p>
<p> Sabemos que não é bem assim&#8230; As corporações do velho capitalismo nos tratavam como gado ou combustível orgânico, o filme Matrix chega perto de fazer uma metáfora para isso.</p>
<p> Qual é a solução que a apresentação sugere?</p>
<p> As ONGs, que são movimentos civis (embora haja, claro, várias falsas ongs) são demonizadas pois a sociedade no fascismo é vista como uma massa ignara e incapaz de interferir na política: somente os eleitos podem governar.</p>
<p> A única coisa que a apresentação nos diz é que devemos odiar os comunistas e que as pessoas que se deixam seduzir pelo assistencialismo (a grande maioria da sociedade brasileira em estado de miséria) são porcos.</p>
<p> Se devemos odiar os comunistas só nos resta entregar nossos votos aos radicais de direita.</p>
<p> Não farei isso.</p>
<p> O caminho para a democracia é a participação popular no processo político e isso nenhuma apresentação ou email repassado diz!</p>
<p> Toda mensagem sobre política devia começar e terminar do mesmo jeito:</p>
<p> Vigie, seus políticos, informe-se sobre o que está acontecendo, acompanhe ou forme grupos como o Transparência Brasil: <a title="Informações sobre o que os nossos políticos não gostariam que soubéssemos" target="_blank" href="http://www.excelencias.org.br/">http://www.excelencias.org.br/</a><br />
    
  </p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O MENOR post da história desse blog&#8230;</title>
		<link>http://www.roney.com.br/2009/01/18/o-menor-post-da-historia-desse-blog/</link>
		<comments>http://www.roney.com.br/2009/01/18/o-menor-post-da-historia-desse-blog/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 18 Jan 2009 16:57:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Campus Party]]></category>
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		<description><![CDATA[Campus Party.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.memedecarbono.com.br/2009/01/15/campus-party-brasil-2009-construindo-a-sociedade-do-conhecimento/">Campus Party.</a></p>
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		</item>
	</channel>
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