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	<title>Galeria de Espelhos &#187; Comportamento</title>
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	<description>A arte é o ar que a consciência respira</description>
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		<title>E o suposto estupro no BBB 12?</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 16:45:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[abuso sexual]]></category>
		<category><![CDATA[BBB]]></category>
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		<category><![CDATA[sexismo]]></category>
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		<description><![CDATA[&#34;Se você acha normal, engraçado ou justificável uma pessoa se servir sexualmente de outra que não está plenamente consciente do que está fazendo creio que você tem um problema sério a resolver&#34; Como todos sabem não vejo BBB pq acho &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2012/01/16/e-o-suposto-estupro-no-bbb-12/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 40px; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; border-image: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "><div>&quot;Se você acha normal, engraçado ou justificável uma pessoa se servir sexualmente de outra que não está plenamente consciente do que está fazendo creio que você tem um problema sério a resolver&quot;</div>
</blockquote>
<div></div>
<div>Como todos sabem não vejo BBB pq acho chato, tipo 10% mais chato que novela, mas naturalmente observo o entorno, afinal sou daqueles que, quando entra uma mulher linda na festa e todos olham para ela eu foco minha atenção na reação das pessoas <img src='http://www.roney.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </div>
<div></div>
<div>Olhando aqui de fora me parece que uma moça bebeu demais, apagou, um cara abusou dela como pode sobe um edredon, a moça lembra de ter dado uns beijos e ter dado umas passadas de mão (por favor, amigos com menos de 18 anos conversem com seus pais sobre esse meu post).</div>
<div></div>
<div>Há várias coisas interessantes a observar sobre isso.</div>
<div></div>
<div>1- Moralmente foi estupro (e acho que legalmente tb) mesmo que a moça não se incomodasse (e ela parece incomodada);</div>
<div></div>
<div>2- A própria vítima se mostra resignada. Fato que se repete milhares de vezes por dia e mascaram os números reais do estupro no Brasil;</div>
<div></div>
<div>3- Mais uma vez algumas pessoas (uma minoria, receio) se coloca contra o fato demonstrando sua indignação enquanto outras pessoas retornam ao que considero uma ladainha sexista e perversa de que a vítima é culpada por ser sexy ou por não se manter sempre alerta e pronta a se defender. E temo que esse último grupo seja a maioria, ou pelo menos seja o mais ruidoso, pois do contrário a emissora e órgãos legais como a OAB prontamente se posicionariam para atender o clamor da população que precisam agradar.</div>
<div></div>
<div>Esse ítem 3 ficou enorme&#8230; Mas não tinha como.</div>
<div></div>
<div>Eu realmente só não vejo o BBB pq acho chato e já disse que penso que quem odeia ver até comentários sobre ele precisa observar seus sentimentos e descobrir o que causa isso. No entanto me parece bem claro que o programa acaba sempre trazendo à tona questões importantes.</div>
<div></div>
<div>Tirando raras excessões o BBB é o programa que mobiliza mais gente em nosso país a cada ano englobando até mesmo quem não se importa com ele (quem odeia fica tão envolvido quanto quem ama) e isso nos ajuda a entender melhor o zeitgeist da nossa população e nosso lugar nele.</div>
<div></div>
<div>Acho um erro tomar o programa como um sinal dos tempos, indicação clara de que a sociedade está doente e segue desembalada rumo ao fim, o que pode suscitar esse tipo de receio é a forma como as corporações manipulam as pessoas no sentido de transformá-las em objetos e atores do consumo vazio etc.</div>
<div></div>
<div>o BBB é um bom termômetro do que atinge nossas emoções coletivas, não de tudo que as atinge (se fosse tudo concordaria com as conclusões pessimistas), mas algumas coisas que calham de acontecer diante daquelas câmeras.</div>
<div></div>
<div>Acho a indignação com o caso de estupro um ótimo sinal, não o estupro, claro, a indignação. Se o BBB acabar hoje já fez um papel importante.</div>
<div></div>
<div>Até onde vi é um estupro tão comum que certamente cada um que chegou até aqui nesse post conhece mais de uma mulher que foi vítima dele&#8230; E mais de um homem que o praticou, provavelmente com a própria namorada.</div>
<div></div>
<div>Francamente duvido que a emissora ou a OAB produzirem ou não alguma punição para o agente do suposto estupro (tenho que dizer suposto para não me ferrar) tenha algum efeito positivo ou negativo a respeito do que a sociedade pensa a respeito do que aconteceu.</div>
<div></div>
<div>Se ele for punido será um regalo para gente como eu, mas o que definirá o efeito desse episódio na sociedade é a reação da gente a quem acha que foi algo normal. Se a maioria deles for desaprovada por boa parte dos amigos teremos dado um passo substancial à frente, se a maioria deles encontrar aprovação da maioria dos amigos continuaremos mais ou menos no mesmo lugar&#8230; Mas se cada um deles for desaprovado por pelo menos UM amigo já estaremos avançando!</div>
<div></div>
<div>Por isso comecei esse post do jeito que comecei: Quem quer que caia nesse post saberá que desaprovo enfaticamente esse comportamento.</div>
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		<title>Problema da análise não científica da influência dos jogos violentos em nossos cérebros</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jan 2012 16:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[agressividade]]></category>
		<category><![CDATA[jogos]]></category>
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		<description><![CDATA[A falta que faz a metodologia científica&#8230; Uma pesquisa sobre efeitos de jogos violentos publicada na Time é um bom exemplo. Dizer que jogos violentos alteram o funcionamento dos centros de atenção, inibição de emoções etc é como dizer que &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2012/01/15/problema-da-analise-nao-cientifica-da-influencia-dos-jogos-violentos-em-nossos-cerebros/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>A falta que faz a metodologia científica&#8230;</div>
<div></div>
<div>Uma pesquisa sobre efeitos de jogos violentos publicada na Time é um bom exemplo.</div>
<div></div>
<div>Dizer que jogos violentos alteram o funcionamento dos centros de atenção, inibição de emoções etc é como dizer que fazer exercícios acelera o funcionamento do coração.</div>
<div></div>
<div>Concluir à partir disso que exercício faz mal ao coração é uma falácia (falha lógica).</div>
<div></div>
<div>É importante lembrar que nós humanos somos animais programados ao longo de milhões de anos para reagir fisicamente aos desafios (correr, atacar) e que hoje somos expostos a desafios que exigem respostas mentais (compreender, explicar), mas nosso corpo continua se preparando para correr ou atacar quando estamos diante de um problema. É necessário permitir ao corpo o alívio dessa necessidade. De preferência através de esportes, mas jogos virtuais são uma alternativa.</div>
<div></div>
<div>A Bianca Rocker me chamou a atenção para o fato das pessoas acharem que &quot;alterar o funcionamento do cérebro&quot; é algo ruim ou talvez exclusivo de jogos eletrônicos. Não é.</div>
<div></div>
<div>Tudo que fazemos altera o funcionamento do nosso cérebro. Se jogamos paintball ou um jogo eletrônico violento provavelmente teremos as mesmas áreas do cérebro ativadas para atender às necessidades do jogo: atenção mais dispersa para ouvir ruídos atrás de nós e perceber movimentos na área de visão periférica, menos raciocínio e mais reação por reflexo, menos empatia para não vacilar na hora de puxar o gatilho.</div>
<div></div>
<div>É bem possível que algo bem semelhante ocorra em uma partida de futebol e até no jogo de ping-pong (nesse caso tirando a atenção que passa a ser muito focada).</div>
<div></div>
<div>Deduzir que exercitar algumas habilidades e capacidades do nosso cérebro e corpo diminui outras é mais uma falácia ao meu ver.</div>
<div></div>
<div>Pessoalmente estou subjetivamente (pois nunca vi uma pesquisa confiável sobre isso) convencido que os jogos virtuais violentos são positivos para a grande maioria das pessoas, só não são melhores que os jogos reais (artes marciais por exemplo) que também trazem benefícios físicos.</div>
<div></div>
<div>A propósito há pessoas tão pacíficas que só conseguem atender às suas necessidades instintivas de resposta violenta às dificuldades em ambientes virtuais onde sabem que não estão realmente ferindo ninguém.</div>
<div></div>
<div>Por tudo isso acho a matéria da Vexame, digo Exame sobre <a href="http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/jogos-violentos-podem-modificar-o-cerebro-14012012-6.shl" title="Matéria ruim sobre jogos violentos">a influência dos jogos violentos em nossos cérebros</a> muito ruim, péssima mesmo.</div>
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		<title>Reveillon 2012</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 05:40:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[amizade]]></category>
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		<description><![CDATA[Estou ali na orla de Copacabana, uma das mais cobiçadas festas de fim de ano do planeta. Os poucos amigos que estão comigo não se importam, com isso, eles tem uma alegria muito mais profunda, eles estão mergulhados na catarse &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2012/01/01/reveillon-2012/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<p>Estou ali na orla de Copacabana, uma das mais cobiçadas festas de fim de ano do planeta. Os poucos amigos que estão comigo não se importam, com isso, eles tem uma alegria muito mais profunda, eles estão mergulhados na catarse da virada do ano. Aliás junto com mais 2 milhões de pessoas!</p>
<p>É um lindo espetáculo de se ver. Os fogos até são legais, no entanto me parecem algo apagado, vazio e sem significado. A liberdade das pessoas que, por algumas horas, se despem de todos os pesos do ano que termina tem um brilho incomparável!</p>
<p>Claro que há comportamentos repreensíveis aqui ou ali, mas nada disso muda o fato de quase todos ali estarem com o mesmo brilho.</p>
<p>Uns dançam, outros se embriagam, há os que pulam com os amigos gritando votos para o novo ano: amor! Felicidade! Feliz Ano Novo! Tem, claro, os que fazem seus rituais mágicos ou religiosos, esses também tem o brilho da liberdade nos olhos, assim como o casal extremamente jovem que executa uma dança de poder e sedução escondidos dos olhares da família ou dos amigos.</p>
<p>O ano novo é, todos devem concordar, uma grande catarse. Parecida com o Carnaval.</p>
<p>Mas não para mim.</p>
<p>Esse é um blog então farei minha confissão &quot;querido diário&quot;: eu não como demais, não bebo demais, não me libero ou me liberto, não me entrego às minhas emoções, pelo contrário, é quase impossível para mim sentir o que as pessoas à volta estão sentindo. Nem mesmo tenho vontade de me sentir desse jeito.</p>
<p>Bem, não sou sempre assim, é bem mais forte nessas festas (Natal, réveillon e aniversário).</p>
<p>Continuando no estilo blog pessoal&#8230;</p>
<p>Tive uma infância de emoções difíceis, já nos meus 8 ou 9 anos buscava no Spock de Jornada nas Estrelas o modelo para o controle dos sentimentos.</p>
<p>Talvez tudo se resuma a traumas mal resolvidos, mas costumo dizer, e consigo convencer ao menos a mim mesmo, que simplesmente prefiro aproveitar esses momentos para refletir já que, no resto do ano procuro viver livre. Talvez não livre no sentido de me entregar às emoções, mas no sentido de manter a mente livre.</p>
<p>E pensar que estou escrevendo isso depois de passar o sábado pensando em uma mensagem de ano novo que diria (e é verdade) que nos últimos anos tenho visto que de perto todos nós somos brilhantes e temos qualidades espetaculares e por isso não estava conseguindo escrever uma mensagem para cada pessoa, mandar um SMS, email ou dm para cada um dos meus amigos de vida, de trabalho, de lazer ou de alma.</p>
<p>Todos merecem meu profundo carinho e respeito.</p>
<p>É claro que há uma meia dúzia que são muito mais importantes para mim do que os outros, mas ainda assim me pareceu injusto privilegiar esses amigos.</p>
<p>Provavelmente estou errado e devia ter passado o dia escrevendo coisas especiais para uma 30 ou 40 pessoas que estiveram muito próximas ou foram muito importantes para mim em 2011.</p>
<p>Quem sabe ainda não farei isso ao longo do ano?</p></p>
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		<title>Tenho uma melhor amiga&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 14:18:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[amizade]]></category>
		<category><![CDATA[anan kara]]></category>
		<category><![CDATA[ativismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho uma melhor amiga&#8230; Me desculpem os outros grandes amigos, mas acho que todo mundo sabe que grandes amigos são no máximo uns 6 ou 8, bons amigos vão até uns 30, 40, quem sabe mais? No entanto melhor amigo &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2011/12/12/tenho-uma-melhor-amiga/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho uma melhor amiga&#8230; Me desculpem os outros grandes amigos, mas acho que todo mundo sabe que grandes amigos são no máximo uns 6 ou 8, bons amigos vão até uns 30, 40, quem sabe mais? No entanto melhor amigo dificilmente passa de dois&#8230;</p>
<p>Tem o marido ou esposa, mas eles são mais que amigos, né?</p>
<p>Pois então ontem conversei com minha melhor amiga que não vejo faz meses!</p>
<p>Amigo de verdade tem dessas coisas&#8230; Não precisa ver sempre, mas esse texto não é sobre o que é um amigo, um irmão de alma, um Anan Kara. É sobre papos e como algumas pessoas navegam pela vida seguindo os mesmos rumos ainda que em navios diferentes, em mares diferentes!</p>
<p>Minha melhor amiga era muito urbana da última vez que conversamos, ela preferia São Paulo ao Rio de Janeiro. Sempre foi uma profunda observadora da natureza humana muito embora guarde isso para ela mesma (e felizmente para alguns amigos como eu) e muita gente pense que ela é apenas uma moça inteligente, prestativa e até um pouco infantil.</p>
<p>A propósito tenho certeza que a gente acha que o mundo é ruim porque vemos só a superfície das pessoas&#8230; De perto não é todo mundo maluco não, de perto é todo mundo vasto, rico e fascinante! Cheios de talentos, sentimentos e sabedorias.</p>
<p>Mas então&#8230;</p>
<p>Já que minha melhor amiga e eu nunca conseguimos nos encontrar porque os dois estão sempre mergulhados em trabalhos, projetos e tudo mais a gente se falou por telefone!</p>
<p>46 minutos não é nada, mas achamos um tempo numa manhã de sábado para nos encontrarmos aproveitando um protesto contra a usina de Belo Monte.</p>
<p>Pois é&#8230; A melhor amiga urbana passou um tempo com os índios no Xingú, voltou transformada&#8230; Entrar em contato com Gaia é foda&#8230; Não tem outra palavra, é foda mesmo! Quem mergulha ou viaja para regiões selvagens do nosso planeta deve concordar comigo <img src='http://www.roney.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Falamos sobre o Fenômeno Occupy, sobre ecologia, cultura, sociedade, trabalho, realização de vida, cidadania&#8230; Como sempre mostramos um para o outro visões diferentes das mesmas coisas, mas é aí que entra a coisa do amigo de alma: as coisas que nos interessam, mesmo nós dois sendo mutantes que se transformam intensamente ao longo de cada mês, continuam sendo as mesmas&#8230;</p>
<p>Ter amigo de chopp, amigo de piada, de cinema, de esporte e até de conhecimento é muito bom! É essencial, mas ter amigos de vida é&#8230; Bem, é foda! <img src='http://www.roney.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>O maior tributo ao amor é a vida</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 12:42:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Crenças]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[suicídio]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Para muitas pessoas a vida não é a coisa mais preciosa que nós temos. Para muitas pessoas há um lugar muito melhor que a vida nos esperamos depois que morremos. Essas pessoas provavelmente terão algum tipo de compaixão ou pena &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2011/09/27/o-maior-tributo-ao-amor-e-a-vida/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para muitas pessoas a vida não é a coisa mais preciosa que nós temos. Para muitas pessoas há um lugar muito melhor que a vida nos esperamos depois que morremos.</p>
<p>Essas pessoas provavelmente terão algum tipo de compaixão ou pena de mim e acharão romântica a história do homem que decidiu destruir o maior tributo à vida da mulher que ele amou: sua própria vida.</p>
<p>A <a href="http://maffalda.net/" target="_blank" title="Blog da Heloísa de Paula">Maffalda</a> me enviou a história por email, mas percebi que devia responder com um post pois há muitos que se matam ou vivem à espera da morte e me parece que, mesmo que existam deuses, paraísos ou mundos espirituais maravilhoso se os deuses nos quisessem lá não estaríamos vivos e portanto a vida é mais sagrada do que qualquer dimensão sobrenatural. E, claro, se não existe nada disso então a vida é simplesmente a única coisa que nós temos realmente importante pois sem ela não podemos desfrutar e ajudar a construir a história do Universo.</p>
<p>A história para mim é muito triste. <a href="http://partialobjects.com/2011/09/1000-days-a-postmodern-man-curates-his-own-suicide/" target="_blank" title="Post em inglês contando e comentando a história">A esposa do sujeito morre, ele decide se suicidar, mas se lembra que ela uma vez lhe perguntou se Romeu teria se matado se esperasse 1000 dias para fazer isso em vez de fazê-lo ainda sob o efeito da emoção de ter Julieta supostamente morta em seus braços</a>.</p>
<p>Ele decide provar que amava mais sua esposa do que Romeu amava Julieta, aliás ele decide provar que a amava mais do que ama o mundo e passa 1000 dias aproveitando o que supostamente haveria de melhor na vida e depois se suicida.</p>
<p>Com ele foi-se embora o maior testemunho de como sua esposa era maravilhosa. O que ele fez foi matá-la mais uma vez.</p>
<p>Eu já perdi algumas pessoas importantes, perderei outras com certeza e&#8230; uma parte egoísta de mim prefere morrer antes das pessoas mais importantes, mas eu realmente prefiro ser o úlitmo pois tenho fortemente gravado em minha mente, consciência &#8211; ou alma se vc preferir &#8211; que a vida é o maior tributo ao amor, o único tributo ao Universo.</p>
<p>Cada vez que perco alguém importante para mim sinto que devo viver mais plenamente em memória dessas pessoas e, se realmente eu perder aquelas duas ou três pessoas mais importantes do que todas as outras creio que me lançarei em uma jornada também, mas uma jornada de vida, uma jornada de dias sem fim compartilhando esperança, alegria, sonhos e realizando coisas com outras pessoas.</p>
<p>Se você seguir o link da história desse rapaz que se matou verá que o texto detecta muito bem que os 1000 dias dele aparentemente não foram em busca de pessoas, mas sim dos ícones superficiais da sociedade do espetáculo como Guy Debord os descreveu.</p>
<p>Ele buscou sentido na vida através do espetáculo, mas se queremos realmente encontrar algum sentido nela devemos ir ao encontro da sua essência que, creio eu, não está no amor pois a vida é maior que o amor, está na experimentação do que é REAL como um abraço, o choro da criança que brigou com o melhor amigo, escrever um belo texto sobre seus sonhos&#8230;</p>
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		<title>Viajando com amigos</title>
		<link>http://www.roney.com.br/2011/06/25/viajando-com-amigos/</link>
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		<pubDate>Sun, 26 Jun 2011 02:16:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[amizade]]></category>
		<category><![CDATA[Friburgo]]></category>
		<category><![CDATA[Lumiar]]></category>
		<category><![CDATA[São Pedro da Serra]]></category>
		<category><![CDATA[Serra]]></category>
		<category><![CDATA[viagens]]></category>

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		<description><![CDATA[Gosto de escrever crônicas, mas de tempos em tempos aqui é um espaço típico de blog onde faço “meu querido diário”, mas, claro, filosofar é um ato compulsivo para mim Adoro viajar, normalmente somos apenas eu e minha esposa, mas &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2011/06/25/viajando-com-amigos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
Gosto de escrever crônicas, mas de tempos em tempos aqui é um espaço típico de blog onde faço “meu querido diário”, mas, claro, filosofar é um ato compulsivo para mim <img src='http://www.roney.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Adoro viajar, normalmente somos apenas eu e minha esposa, mas mergulhar no convívio de grupos é uma delícia para quem acha que a vida, com todos seus prazeres e dificuldades, é uma rara especiaria que deve ser provada com rituais.</p>
<p>Faz tempo que só viajamos a trabalho e raramente paramos para desconectar nossas mentes dos trabalhos e responsabilidades cotidianas.</p>
<p>Estamos há três dias entre Nova Friburgo, Lumiar e São Pedro da Serra.</p>
<p>Temos uma antiga história com São Pedro.</p>
<p>Íamos muito lá há mais de vinte anos. Era uma cidade minúscula, longe da civilização onde se podia passar umas boas horas de prosa com o mítico Tio Milton, dono de um horto que mais parecia uma outra dimensão habitada por elfos, fadas e duendes.</p>
<p>Tanta coisa mudou aqui na Serra.</p>
<p>São dois universos vividos em poucos dias, um o convívio próximo com mais sete amigos que vemos sempre online (afinal amizade boa não cabe apenas offline e desde a década de 90 as estendemos para o ciberespaço), mas com quem ainda não tinhamos viajado. Outro universo é o contato com o povo de terras onde a vida certamente gira em uma velocidade diferente das grandes cidades.</p>
<p>Os dois são fascinantes.</p>
<p>Com os amigos a gente experimenta a vida por outros olhos, a gente brinca, a gente aprende sobre o equilíbrio entre nossos desejos e necessidades e os desejos e necessidades do grupo. Todo mundo devia, pelo menos de vez em quando, viver coletivamente. Há horas que penso que as pequenas famílias que caracterizaram o século XX, quando os amigos eram poucos e as grandes reuniões só aconteciam no natal e no ano novo, são a origem do individualismo moderno que tanto nos incomoda.</p>
<p>Aliás tenho sorte de viver nesse universo sem ter que viajar graças aos grupos que se formam online em torno de interesses comuns e acabam se reunindo offline para criar juntos ou reproduzir as fogueiras tribais em sua versão moderna em torno de bares.</p>
<p>Voltando ao universo das culturas diferentes das nossas separadas por poucas dezenas de kilômetros.</p>
<p>Desde que chegamos a Nova Friburgo, uma cidade ainda traumatizada depois da catástrofe natural que destruiu boa parte dela há seis meses o que mais me chamou a atenção é a trilha sonora comum a quase todos os lugares: músicas da década de 80 ou 90.<br />
Isso rege o rítimo das comunidades aqui. É como viajar no tempo. Vive-se em um outro ritmo.</p>
<p>Não é que aqui as pessoas estejam à parte da revolução das tecnologias de comunicação ou que a cibercultura não tenha chegado aqui, mas há algo que não vou me arriscar a descrever pois é um erro achar que entendeu uma cultura depois de passar rapidamente entre ela.</p>
<p>Os efeitos da hiperconectividade estão por aqui em toda parte. É como se o povo dos grandes centros tivesse uma limitação cognitiva produzida pelo excesso de informação e não tivessem a mesma capacidade de manter em suas mentes a cultura mais antiga, essencial para construir a cultura do futuro.</p>
<p>Não me surpreenderia ver novos grandes movimentos culturais surgindo daqui.<br />
O que mais me surpreendeu foi São Pedro da Serra que era um lugar fora do espaço e do tempo normal e hoje é uma cidade mais desenvolvida que Lumiar, antes muito maior que ela.</p>
<p>A impressão é que Lumiar decidiu se manter como uma guardiã do modo de vida alternativo, o dito hiponga e, é inegável, é ótimo encontrar um grupo de amigos sob a varanda de um pequeno centro cultural conduzindo uma sessão de improviso musical que poderia estar acontecendo em qualquer década do século XX.</p>
<p>Já São Pedro da Serra é uma cidade em franca expansão com restaurantes e cafés sofisticados ou, no mínimo, bem desenvolvidos apesar de apenas recentemente o sinal de celular ter chegado lá.</p>
<p>Por um lado é bom ver que o povo batalhador de lá está desfrutando de mais progresso, por outro já não é mais um retiro tão eficiente para fugir dos problemas da civilização.</p>
<p>Será que todos os grupos humanos se tornarão hiperconectados no futuro? Se isso acontecer espero que sempre possamos contar com o povo da Serra para preservar outros ritmos de vida e o melhor da cultura que criamos nas décadas passadas pois velocidade demais nos desgoverna e falta de memória nos impede de criar prendendo-nos no ciclo vicioso da repetição.</p>
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		<title>Solidão cibernética?</title>
		<link>http://www.roney.com.br/2011/03/07/solidao-cibernetica/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Mar 2011 17:23:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de ler (no Facebook) o texto Estar só não significa solidão tive que deixar um longo comentário que merecia um espaço mais nobre que a timeline do Facebook. O problema da solidão e da individualidade em contraposisão com amizades &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2011/03/07/solidao-cibernetica/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de ler (no Facebook) o texto <a href="http://roney.posterous.com/solidao-online" target="_blank" title="Texto que inspirou esse post">Estar só não significa solidão</a> tive que deixar um longo comentário que merecia um espaço mais nobre que a timeline do Facebook.</p>
<p>O problema da solidão e da individualidade em contraposisão com amizades virtuais (seja no ambiente online ou no offline) são alimento para muita frustação e depressão.</p>
<p>É uma confusão danada.</p>
<p>Hora as pessoas acusam o contato por telefone, skype, Facebook, Twitter e outros de afastar as pessoas (se usassem essas ferramentas perceberiam que elas são justamente ferramentas para aproximar emocional, intelectual e fisicamente).</p>
<p>Hora reclama-se que não dá tempo para se relacionar com as pessoas offline porque está se relacionando só online&#8230;</p>
<p>É claro que tem algo errado&#8230; É com as ferramentas?</p>
<p>Bem, segue o comentário que deixei no FB</p>
<blockquote><p>Sempre digo que um dos maiores desafios para o humano moderno é aprender a lidar com a sobrecarga de informações e de estímulos.</p>
<p>Isso sempre existiu, mas naturalmente cresce exponencialmente conforme os memes vão superando os genes na disputa da evolução.</p>
<p>Mas acho que as coisas se embolaram um pouco no seu texto.</p>
<p>A oferta fácil de contatos faz das redes sociais online um ambiente que favorece quem tem problemas com relacionamentos mais profundos, é como as boates da década de 80 onde proliferavam amizades virtuais.</p>
<p>No entanto fica ao encargo de cada um escolher sua turma, o problema não são as redes sociais, é o medo e a falta de perspectiva das pessoas que acabam buscando só o superficial.</p>
<p>Tem os solitários patológicos como eu fui até os 18 anos quando finalmente percebi que a felicidade do encontro compensa vastamente as dores do desencontro e a partir daí passei a conviver com mais gente.</p>
<p>Ainda hoje passo mais tempo sozinho que acompanhado, até quando estou cercado de gente <img src='http://www.roney.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Mas não é uma solidão solitária pois sei que os amigos estão logo alí prontos para um cinema, um papo, uma caminhada.</p>
<p>Nunca tinha notado que v se sentia obrigada a interagir (seja por telefone, FB ou pessoalmente) isso não é mesmo legal. A gente tem que interagir pq tem vontade, pq se sente bem com aquelas pessoas e quando não é assim é melhor se afastar mesmo para reavaliar se estamos no grupo certo.</p>
<p>Não que umas pessoas sejam melhores que outras, mas umas tem mais a ver com a gente que outras.</p>
<p>Talvez esteja aí o incômodo, na escolha de quem &quot;seguir&quot; e quem deixar te &quot;seguir&quot;. Isso é algo que a gente tem que administrar com muito carinho pois as escolhas erradas acabam nos deixando solitários no meio da multidão&#8230;</p>
</blockquote>
<p>Creio que essa última frase é o ponto central: Já passou o tempo que tínhamos que escolher nossos amigos geograficamente (as pessoas do prédio, do parque, da balada). Hoje podemos encontrar amigos por afinidades de interesse e de personalidade, pessoas com quem nos sentimos à vontade!</p>
<p> Mas lembre-se de não fugir daquelas que te deixam desconfortável dizendo o que você precisa ouvir mas não gostaria <img src='http://www.roney.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Como entender as mulheres?</title>
		<link>http://www.roney.com.br/2010/11/06/como-entender-as-mulheres/</link>
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		<pubDate>Sat, 06 Nov 2010 03:50:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema & Vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Globo]]></category>
		<category><![CDATA[mini-série]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>

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		<description><![CDATA[Sou casado há 25 anos. Eu entendo UMA mulher. Se você entende porque uma maçã cai no chão você entende todas as maçãs que caem no chão, mas as mulheres&#8230; Apesar de terem uma estreita relação (hoax, tenho certeza) com &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2010/11/06/como-entender-as-mulheres/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sou casado há 25 anos. Eu entendo UMA mulher.</p>
<p>Se você entende porque uma maçã cai no chão você entende todas as maçãs que caem no chão, mas as mulheres&#8230; Apesar de terem uma estreita relação (hoax, tenho certeza) com as maçãs, definitivamente não podem ser explicadas tão facilmente.</p>
<p> Convenhamos que é mais fácil entender quem a gente ama que a nós mesmos. Humanos são qualquer coisa de intermédio entre ele, o outro com quem ele interage e o terceiro que assiste tudo. Em algum lugar nesse parágrafo caberia uns pilares para a ponte do tédio. #referênciahermética</p>
<p>A essa altura, se você é um dos 98% dos visitantes que chegam aqui sem querer levado pelos ventos do Google deve estar me odiando porque ainda não disse como entender as mulheres.</p>
<p>Nem vou dizer, dá para notar lá no primeiro parágrafo: Não tem uma resposta para essa pergunta&#8230; Se você ama com admiração e não com posse e ciúmes, se tiver sorte, vai entender a mulher (ou o homem) com quem você divide sua vida.</p>
<p>A melhor resposta que se pode dar (pelo menos é o que eu acho) são as perguntas certas, é o mosaico mais rico possível dos milhares de tipos diferentes de mulher que atravessam a esquina da Figueiredo com a Nossa Senhora de Copacabana todo dia.</p>
<p>Se você chegou até aqui ai vai a resposta!</p>
<p>Ontem tive a sorte de ver três mentes alucinadas (só mentes alucinadas conseguem capturar um pouco da diversidade humana) falando sobre, <a href="http://especial.afinaloquequeremasmulheres.globo.com/" target="_blank" title="Site oficial da série">afinal, o que querem as mulheres?</a></p>
<p>Eram os roteiristas da nova mini-série da Globo que vai estrear esses dias. Tem um trailer:</p>
<p><object width="640" height="385"><param value="http://www.youtube.com/v/1KdFlxVtJyE?fs=1&amp;hl=pt_BR" name="movie" /><param value="true" name="allowFullScreen" /><param value="always" name="allowscriptaccess" /><embed width="640" height="385" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/1KdFlxVtJyE?fs=1&amp;hl=pt_BR" /></object>
<p><a href="http://twitter.com/giannetti" target="_blank" title="Twitter da roteirista">Cecília Gianneti</a>, <a href="http://oglobo.globo.com/blogs/cuenca/posts/2010/03/30/afinal-que-querem-as-mulheres-279333.asp" target="_blank" title="Post do roteirista sobre a série">João Paulo Cuenca</a> e <a href="http://twitter.com/michelmelamed" target="_blank" title="Twitter do ator e roteirista">Michel Melamed</a> (que também atua) falam sobre a série com tanto vigor, cumplicidade e inteligência que não tem como não ficar com uma boa espectativa.</p>
<p>Não sou uma pessoa do tipo TV (raramente gosto da programação), mas essas miniséries da Globo costumam ter o mérito de arriscar. Mesmo que não dê certo arriscar é essencial para a evolução. Se um &quot;peixe&quot; não tivesse se arriscado em terra não existiria civilização tecnológica (já pensou em um microondas debaixo da água?).</p>
<p>O risco no caso é no tipo de narrativa que parece ser mais próxima do estilo TDAH caracterísco da era digital, informacional ou o que o valha. Pelo jeito há outros riscos que só vamos ver acompanhando a série &#8211; malditos artífices do bom marketing <img src='http://www.roney.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  </p>
<p>E por falar em arriscar vale a pena bater um papo com o protagonista. O <a href="http://afinaloquequeremasmulheres.globo.com/andrenewmann/" target="_blank" title="Blog do psicanalista que quer explicar as mulheres">André Newmann</a> tem um blog já há algum tempo e jura que vai falar do desenvolvimento da tese dele por lá.</p>
<p>Sabe que sempre odiei a Globo? Essa coisa de cultura de massa que meio que tenta fazer a gente virar uma massa que pensa e faz tudo igual, vai para o trabalho puto, mas vai, e passa as noites antes de dormir e o fim de semana babando diante da tela surda&#8230;</p>
<p>&#8230;Mas esse mundo tá mudando tanto&#8230;</p>
<p>Tem horas que parece que até um monolito como a Globo tá se tocando que tem que interagir e inovar para se manter viva, afinal se a gente fica burro demais acaba se divertindo com qq video bobo com fãs engraçados de alguma banda adolescente desconhecida <img src='http://www.roney.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Veremos, né? Veremos&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vinte e cinco</title>
		<link>http://www.roney.com.br/2010/05/13/vinte-e-cinco/</link>
		<comments>http://www.roney.com.br/2010/05/13/vinte-e-cinco/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 May 2010 23:56:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Devaneios]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[bodas]]></category>
		<category><![CDATA[casamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Há 25 anos eles se olharam nos olhos e souberam que seria para sempre enquanto durasse. E durou! Os anos se passaram, os dois sofreram muito juntos, superaram muito juntos. Tiveram medo, fizeram mal um ao outro, se separaram algumas &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2010/05/13/vinte-e-cinco/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há 25 anos eles se olharam nos olhos e souberam que seria para sempre enquanto durasse.</p>
<p>E durou!</p>
<p>Os anos se passaram, os dois sofreram muito juntos, superaram muito juntos.</p>
<p>Tiveram medo, fizeram mal um ao outro, se separaram algumas vezes porque não estava sendo bom estar juntos, porque em vez da presença do outro trazer força ela trazia acomodação&#8230; Era um ponto de fuga e não de superação.</p>
<p>É, eles separaram seus corpos várias vezes, mas nunca deixaram de se olhar, nunca deixaram de se amar e os anos foram passando.</p>
<p>Lá pelos 18 anos decidiram que não valia mais a pena se afastar, que, qualquer que fosse o problema, era melhor enfrentar juntos.</p>
<p>Foi indo assim até que essa semana, meio sem perceber, meio de supresa, eles notaram que a jornada já se estendia por vinte e cinco anos.</p>
<p>Ainda ontem eles tinham seus vinte anos e se emocionavam lendo <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?id_link=4653&#038;nitem=53100&#038;sid=87152193712513454966156839&#038;k5=2B17A824&#038;uid=">A Ponte para o Sempre</a>&#8230;.</p>
<p><a href="http://www.amazon.com/gp/product/0061148482?ie=UTF8&#038;tag=galedeespe-20&#038;linkCode=as2&#038;camp=1789&#038;creative=9325&#038;creativeASIN=0061148482"><img border="0" src="http://www.roney.com.br/wp-content/uploads/2010/05/bridge_across_forever.jpg"></a><img src="http://www.assoc-amazon.com/e/ir?t=galedeespe-20&#038;l=as2&#038;o=1&#038;a=0061148482" width="1" height="1" border="0" alt="" style="border:none !important; margin:0px !important;" /></p>
<p>Agora bodas de Prata&#8230;</p>
<p>Ano que vem serão bodas Alexandritas, coisa engraçada, bodas Alexandritas.</p>
<p>Engraçado mesmo é que um quarto de século não lhes pareceu especial.</p>
<p>Primeiro que eles ainda saboreiam cada momento de vida juntos, não que todos momentos sejam agradáveis, é que eles são memoráveis e 25 anos de experiências para lembrar é muito pouquinho! Eles querem mais setenta e cinco pelo menos!</p>
<p>Aliás essa é a idade do pai dela&#8230; Setenta e cinco anos&#8230; Também parece pouco. Há sempre tanto para descobrir e viver!</p>
<p>Depois que todo mês tem algo para comemorar! A superação de um problema, uma conversa sobre aquela dorzinha profunda que é difícil admitir para nós mesmos, uma tarde de pura placidez quando o mundo parece se dissolver e passado e futuro deixam de existir&#8230;</p>
<p>Eles não precisam esperar um ano para comemorar bodas pois há sempre um momento eterno a comemorar, um momento de Lotus, que não é boda, mas é eterno nas histórias que um imprimiu na alma do outro&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Essa não é uma mensagem de natal</title>
		<link>http://www.roney.com.br/2009/12/24/essa-nao-e-uma-mensagem-de-natal/</link>
		<comments>http://www.roney.com.br/2009/12/24/essa-nao-e-uma-mensagem-de-natal/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 01:27:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[ano novo]]></category>
		<category><![CDATA[mensagens]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[natal]]></category>

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		<description><![CDATA[Pela primeira vez notei que as mensagens de natal devem ser as palavras dos que nos cercam e não nossa própria e tímida voz... <a href="http://www.roney.com.br/2009/12/24/essa-nao-e-uma-mensagem-de-natal/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sou uma pessoa natalina porque sou uma dessas pessoas sérias que acham que devíamos ser natalinos e respeitar a vida todo dia. Devíamos ser &#8220;reveilloninos&#8221;&nbsp; todos os dias e fazer algo para que amanhã seja melhor que hoje.</p>
<p> Mas esse ano algo diferente aconteceu.</p>
<p> Tenho muitos motivos para aproveitar o natal e ano novo para festejar o fato de 2009 ter sido um ano com 364 natais e viradas de ano!</p>
<p> Hoje posso descansar de um ano de muitas conquistas e compartilhar com vocês aquele tipo de alegria pura e tão rara que nos faz rir simplesmente porque a vida é boa! As pessoas são boas! E amanhã, sem a menor dúvida, será melhor que hoje por melhor que hoje seja!</p>
<p> Para festejar esse ano &#8211; e porque tenho certeza que o que nos torna especiais são as pessoas especiais com quem nos relacionamos &#8211; resolvi reunir as coisas mais legais que estou recebendo dos amigos.</p>
<p> Tenho que começar pela Lia Amâncio que mandou um videozinho gravado por ela mesma que para mim tem justamente aquele riso leve bem diferente da piada pesada da TV ou da comédia onde a graça quase sempre está na miséria de alguém:</p>
<p><object width="357" height="458"><param name="movie" value="http://www.singsnap.com/snap/e/c0af64ab"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.singsnap.com/snap/e/c0af64ab" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="357" height="458"></embed></object><br />
<br /> Acho que o Bruno resumiu bem o lado sério da data:</p>
<blockquote style="border-left: 1px solid rgb(204, 204, 204); margin: 0pt 0pt 0pt 0.8ex; padding-left: 1ex;" class="gmail_quote"><p>&#8220;Aproveitem toda a experiência que veio, mas guardem os bons momentos e deixem os ruins para trás; preocupem-se com suas vidas,&nbsp; deixem os outros viverem as deles; comemorem as conquistas, não remoam os fracassos, porque tudo tem um momento e um motivo.<br />
  <br /> Enquanto isso, pra que esperar 2010? Vivam muito, amem muito, sejam livres, mas não percam o rumo!&#8221;<br />
  
</p></blockquote>
<p> Da Mõnica e do Roberto copio isso:</p>
<blockquote style="border-left: 1px solid rgb(204, 204, 204); margin: 0pt 0pt 0pt 0.8ex; padding-left: 1ex;" class="gmail_quote"><p>&#8220;Também teremos outras 365 novas oportunidades de dizer à vida, que de fato queremos ser plenamente felizes. Todo Ano Novo é hora de renascer, de florescer, de viver de novo. Aproveite esse ano que está chegando para realizar todos os seus sonhos!&#8221;<br />
  
</p></blockquote>
<p> Bem, talvez não todos, mas podemos começar a realizar vários, com certeza! <img src='http://www.roney.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p> Da Isa pego essas palavrinhas:</p>
<blockquote style="border-left: 1px solid rgb(204, 204, 204); margin: 0pt 0pt 0pt 0.8ex; padding-left: 1ex;" class="gmail_quote"><p>&#8220;Não acredito nessa coisa de ano novo, vida nova, e de que tudo vai ser diferente a partir de janeiro. Mas certamente nós vamos mudando aos pouquinhos e a cada dia somos melhores do que éramos.&#8221;<br />
  
</p></blockquote>
<p> A Moon mandou um cartão lindo com bonecos de neve engraçados e um tipo de encantamento para que nossos dias fossem recheados daqueles milagres cotidianos como a caneca de café que alguém prepara para nós, achar as chaves exatamente onde achamos que estavam, uma ligação inesperada de um velho amigo&#8230; Ela está certíssima! Podem não ser milagres, mas os pequenos gestos puros e apreciar a vida como ela é são as chaves para construir o mundo.</p>
<p> A Lilian mandou um cartão cheio de desejos de um 2010 idílico onde a nossa paz e alegria transborde para quem estiver à nossa volta. Vou tentar me lembrar disso toda manhã ao acordar!</p>
<p> Um senador me mandou uma voz estranha desejando votos padrão de Natal e Ano Novo&#8230; Muito esquisito! <img src='http://www.roney.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p> O Dudu também acha que os amigos são o importante do espírito do Natal:</p>
<blockquote style="border-left: 1px solid rgb(204, 204, 204); margin: 0pt 0pt 0pt 0.8ex; padding-left: 1ex;" class="gmail_quote"><p>&#8220;minha grande realização de 2009 foi me cercar de pessoas tão queridas, e ter a amizade retribuída. Fica o meu &#8216;muito obrigado&#8217; aos amigos que conheci em 2009, e aos amigos de longa data que permaneceram amigos ao longo de mais um ano&#8221;<br />
  
</p></blockquote>
<p> Ele nem precisava te mandado a letra de War is Over do John Lennon, mas concordo que, mesmo batida, vale a pena reler sempre!</p>
<p> A Manu (do Rio, não a de Minas que também alegra meu dia sempre que lembro dela) escreveu algo divertidíssimo falando que já desejou que tivéssemos tempo, depois compreensão e esse ano ela nos deseja Disposição! Vale a pena ler inteiro. Guardei aqui: http://roney.posterous.com/sim-e-um-email-de-final-de-ano</p>
<p> Disposição é uma sábia sugestão, afinal estamos saindo de um mundo onde precisávamos nos conformar em obedecer para um onde somos co-criadores da nossa realidade, mas isso, apesar de maravilhoso, é assunto para outros dias <img src='http://www.roney.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p> E por falar em sábios não dá para esquecer essa crônica dos natais passados quando as pessoas e não os presentes estavam no centro da festa: http://coisasdojunco.blogspot.com/2009/12/sobre-o-natal.html</p>
<p> Foram tantos amigos mandando palavras de ano novo! Esse email já está longo e de qualquer forma eu esqueceria alguns, mas creio que a mensagem está clara: Se uma coisa mudou para melhor no mundo foi que estamos cada vez mais próximos uns dos outros. Seja por causa da Internet, do telefone ou do celular a gente consegue driblar a massacrante máquina de produção e consumo da sociedade do espetáculo e criar espaços de convivência onde um minuto vale por duas horas.</p>
<p> Esse mundo online é um mundo de palavras, torpedos, emails, tuites e imagens, é verdade, mas quem se satisfaz em interagir somente online?</p>
<p> Se imagens falam por 1024 palavras os atos falam por terabytes e preciso terminar essa mensagem lembrando não as palavras, mas os atos de uma amiga querida que morou quase seis meses aqui em casa e agora está a caminho do Canadá.</p>
<p> Uma amiga &#8220;virtual&#8221; como 80% dos nossos amigos. Uma amiga que veio para o mundo &#8220;real&#8221; (como 80% dos amigos &#8220;virtuais&#8221;) e compartilhou nosso espaço provando dia-a-dia que as pessoas não são apenas palavras vazias no natal e que todos carregamos dentro de nós aquela amizade pura e alegria leve do karaokê da Lia lá no começo dessa longa mensagem de Natal e Ano Novo.</p>
<p> Ela é uma pessoa rara e especial, mas todos somos raros e especiais quando conseguimos (diariamente) ser maiores que o mundo virtual (sem aspas) construído por nossos medos e que faz a humanidade parecer um virus egoísta, mesquinho e perturbado quando a verdade é que nenhum de nós é assim:</p>
<blockquote style="border-left: 1px solid rgb(204, 204, 204); margin: 0pt 0pt 0pt 0.8ex; padding-left: 1ex;" class="gmail_quote"><p>nós somos a voz que muda o mundo coletivamente. Sempre fomos. Foram as pessoas como você e eu do passado que construíram tudo que há de bom em nossa civilização e nós somos e podemos muito mais que eles. Somos mais humanos, temos mais empatia, somos mais livres, responsáveis e sabemos que queremos construir um mundo onde todos são respeitados.<br />
  
</p></blockquote>
<p> Essa, portanto, é minha mensagem de natal: A única ilusão nas mensagens natalinas é que elas estão fadadas a ficarem presas na hipocrisia de um dia sequestrado pelo consumismo, elas são a realidade diária que só não percebemos porque não estamos vendo claramente no meio do turbilhão de estímulos e informações.</p>
<p> E que no Natal do ano que vem você possa festejar 360 dias de conquistas!</p>
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