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	<title>Galeria de Espelhos &#187; Imagem</title>
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	<description>A arte é o ar que a consciência respira</description>
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		<title>O cão morto que te revolta</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 01:10:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não pretendia escrever hoje, muito trabalho e pouco tempo, sabe? Mas ai recebi um email pedindo para assinar uma petição online contra o artista que fez de um cão moribundo alegadamente uma obra de arte. O cão foi amarrado na &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2007/11/06/o-cao-morto-que-te-revolta/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não pretendia escrever hoje, muito trabalho e pouco tempo, sabe? Mas ai recebi um email pedindo para assinar uma petição online contra o artista que fez de um cão moribundo alegadamente uma obra de arte.
</p>
<p>O cão foi amarrado na galeria em um dia e morreu durante o dia seguinte.
</p>
<p>
  <img src="http://images.filhotedelua.multiply.com/image/1/photos/upload/300x300/RyU10woKCnkAAHFdPpM1/perritoho5.jpg?et=BGTga7U2XSuLp6lk9jAtZQ" align="bottom" border="0" hspace="0" vspace="0" />&nbsp;
</p>
<p>Assim como milhares, ou mesmo milhões de cães de rua, ele já estava doente e abandonado pelas ruas quando foi capturado pelo artista.
</p>
<p>Nossa primeira reação é de horror, para ser sincero a segunda também&#8230; Afinal, filho único, minha irmã era uma cocker spaniel. Acontece que tenho o costume de pensar nas coisas não apenas no impulso das emoções, mas também à luz do pensamento crítico livre das influências do coração.
</p>
<p>Será que as 50 mil pessoas que votaram na petição online são vegetarianas? Será que ignoram os horrores infinitamente superiores a que são submetidos suinos, aves e bovinos para satisfazer nossa sanha alimentar?
</p>
<p>A arte tem a difícil tarefa (e praticamente só ela) de dissecar os nossos horrores diante dos nossos olhos! A arte de entretenimento existe, mas é ótima para tempos dourados (se bem que estes são frequentemente a semente de tempos negros) e não para eras como a nossa em que as atrocidades se tornaram torrentes escorrendo por todas as ruas e tingindo nossas cidades com uma cor ocre e insuportável.
</p>
<p>Não espero que o artista repita o feito e espero que nenhum outro idiota tente imitá-lo, o que devia ser dito já foi dito ao custo de uma vida e toda vida é inestimável. Mas quantas vidas podem ser salvas se este horror nos despertar?
</p>
<p>Infelizmente eu duvido que a maioria das pessoas esteja realmente horrorizada, pelo menos não o bastante para deixar de usar suas roupas GAP feitas com trabalho escravo infantil, se lambuzar em litros de leite, queijo e carnes feitos às custas da tortura de milhões de irmãos terráqueos ou para buscar um estilo de vida menos consumista e mais centrado no desenvolvimento humano, cultural e artístico.
</p>
<p>Por tudo isso não vou votar contra a participação do Guilhermo Vargas (da Costa Rica) na&nbsp; bienal de&nbsp; arte centro-americana de 2008 em Honduras.
</p>
<p> Links úteis:
</p>
<ul>
<li><a title="Post da Sarah sobre o Guilermo Vargas" target="_blank" href="http://filhotedelua.multiply.com/journal/item/80">Sarah</a>: Blog com mais ou menos o mesmo enfoque que dei</li>
<li><a title="A barriga de um arquiteto: Guilermo Vargas" target="_blank" href="http://abarrigadeumarquitecto.blogspot.com/2007/10/arte-pode-matar.html">A Arte Pode Matar</a>: post contanto a verdadeira história (o cão era alimentado e seria adotado depois da exposição)</li>
<li><a title="Nota da Galeria Códice sobre Habacuc e o cão morto" target="_blank" href="http://www.galeriacodice.com/index.php?id=30">Declaração oficial da Galeria Códice</a> (onde o cão foi exposto)<br />
  </li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Propaganda e arte</title>
		<link>http://www.roney.com.br/2007/02/24/propaganda-e-arte/</link>
		<comments>http://www.roney.com.br/2007/02/24/propaganda-e-arte/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 25 Feb 2007 00:41:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Fogo]]></category>
		<category><![CDATA[Imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava lendo no Síndrome de Estocolmo o post Propaganda misógina banida da Espanha e teci o comentário abaixo que achei que merecia vir para cá. Arte é um conceito tão vago, né? Concordo que propaganda não pode ser arte afinal &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2007/02/24/propaganda-e-arte/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Toulouse e propaganda" onclick="return false;" href="http://www.yaneff.com/html/artists/lautrec.html" target="_blank"><img width="158" vspace="0" hspace="0" height="222" border="0" align="left" alt="Moulin Rouge" src="http://www.roney.com.br/wp-content/uploads/2007/02/lautrec_moulin-rouge.jpg" /></a> Estava lendo no Síndrome de Estocolmo o post <a href="http://www.sindromedeestocolmo.com/archives/2007/02/propaganda_misogina_banida_da_espanha.html" target="_blank">Propaganda misógina banida da Espanha</a> e teci o comentário abaixo que achei que merecia vir para cá.</p>
<blockquote><p>Arte é um conceito tão vago, né?</p>
<p>Concordo que propaganda não pode ser arte afinal o objetivo dela é VENDER e ponto.</p>
<p>Apesar disso algumas peças de publicidade antigas (tem umas boas dos anos 70) são consideradas arte.</p>
<p>Só que&#8230;</p>
<p>Existe uma diferença abissal entre a forma de observar arte e a de observar publicidade.</p>
<p>Quando olhamos uma peça de publicidade de um produto que nem existe mais estamos analisando o ambiente cultural daquela época.</p>
<p>A proposta de observar a campanha da Dolce Gabana do ponto de vista artístico não deixa de ser interessante&#8230; De que mundo ela fala? Em que mundo a Dolce Gabana acredita? Aparentemente um mundo onde o céu se mostra distante e inalcansável sobre um mundo árido e metálico onde homens rudes se entregam aos seus desejos animais subjugando mulheres sofisticadas e de uma classe social, talvez até mesmo de uma época, diferente.</p>
<p>É&#8230; Visto como obra de arte até que representa características de alguns estratos do nosso tempo.</p>
<p>Acontece que é uma peça de propaganda e o que acaba por fazer é vender este mundo para o consumidor e se vender a consumidores que enxergam o mundo desta forma.</p>
<p>Perigoso&#8230;&nbsp;
</p>
</blockquote>
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		<title>Na onda do faça vc mesmo</title>
		<link>http://www.roney.com.br/2006/04/06/na-onda-do-faca-vc-mesmo/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Apr 2006 20:44:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema & Vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje entrei no Orcutio e lá estava um scrap de um dos meus autores prediletos da nova geração, Eric Novello. Era o link para um curta escrito por uma amiga dele: Lápide. Um trabalho bem legal, não vai mudar a &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2006/04/06/na-onda-do-faca-vc-mesmo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje entrei no Orcutio e lá estava um scrap de um dos meus autores prediletos da nova geração, Eric Novello.</p>
<p>Era o link para um curta escrito por uma amiga dele: <a target="_blank" title="Veja o filme no site oficial" href="http://www.davi3d.com.br/lapide/">Lápide</a>.</p>
<p>Um trabalho bem legal, não vai mudar a sua vida, mas vai mostrar que a gente sabe fazer animação, a gente sabe escrever e dirigir filmes. Vai dar uma olhada lá.</p>
<p>Ai fiquei pensando na quantidade de trabalhos muito bons que rondam pela Rede, divulgados precariamente em scraps do Orcutio (que vamos combinar, é um serviço bem precário e restrito se comparado a um <a target="_blank" title="Home do Myspace com seus 68 milhões de usuários" href="http://www.myspace.com/">Myspace</a> ou <a target="_blank" title="Comunidade de Rock no Multiply" href="http://classicsrock.multiply.com/">Multiply</a> da vida).</p>
<p>Tem uns que saem dos guetos onde são visitados lá pelos seus 10 mil leitores e ganham até tirinha em jornal, acho até que os Malvados foram assim.</p>
<p>Mas a maioria fica no limbo, muitos deles são verdadeiras maravilhas da cultura nacional, tenho certeza.</p>
<p>Pensando em tudo isso comecei a arquitetar a idéia de um &#8220;faça você mesmo&#8221; das artes em geral e não só da música. Dá para fazer isso até de graça mesclando recuros das melhores comunidades (como o Multiply e o Myspace) com sites que nos permitem publicar midia gratuitamente como o <a target="_blank" title="Publique seu video de graça" href="http://www.youtube.com/">Youtube</a>.</p>
<p>Só não vou fazer isso sozinho, né? Estou lançando a idéia para ver se alguém já fez e se falta só divulgar ou para ver se tem mais gente na pilha de tocar o projeto. O suporte técnico eu dou de graça até a medida do possível.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Liberdade</title>
		<link>http://www.roney.com.br/2005/10/23/liberdade-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2005 00:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Imagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Não acredito em fantasia, acredito em metáforas para a realidade. Quando vejo um quadro, leio uma história ou vejo um filme, por mais que seja irreal como um Dali, um Neil Gaiman ou um Babylon 5 enxergo representações simbólicas do &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2005/10/23/liberdade-2/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não acredito em fantasia, acredito em metáforas para a realidade. Quando vejo um quadro, leio uma história ou vejo um filme, por mais que seja irreal como um Dali, um Neil Gaiman ou um Babylon 5 enxergo representações simbólicas do mundo como o artista o sente.</p>
<p>Portanto foi com alguma surpresa que, ao buscar por quadros que falassem em liberdade achei este lindo quadro de Eastman Johnson:<br />
<a href="http://www.the-athenaeum.org/art/detail.php?ID=13304"><img src="http://www.the-athenaeum.org/art/display_image.php?id=26986" alt="O Anel da Liberdade" /></a></p>
<p>Porque alguém representaria a liberdade como um anel, uma menina hipnotizada pelo seu brilho e um claustrofóbico quarto escuro?</p>
<p>Então olhei para o nosso próprio tempo. Vi a liberdade de não ter responsabilidades, de mergulhar nos encantos da fantasia no cinema, da diversão nas boates ou futilidade das redes de &#8220;amigos&#8221; virutais dos Orkuts da vida. Ah! Entendi.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Sughi: Realismo Existencial</title>
		<link>http://www.roney.com.br/2005/09/19/sughi-realismo-existencial/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2005 02:44:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Imagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Alberto Sughi (1928 &#8211; ) é um dos expoentes do realismo existencial, estilo de pintura característico da Itália na década de 50. Além da forte impressão psicológica das suas obras: Há dois fatos interessanes sobre ele. O primeiro é a &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2005/09/19/sughi-realismo-existencial/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alberto Sughi (1928 &#8211; ) é um dos expoentes do realismo existencial, estilo de pintura característico da Itália na década de 50.</p>
<p>Além da forte impressão psicológica das suas obras:<br />
<a href="http://www.albertosughi.com/"><img src="http://www.albertosughi.com/f_html/362_a.jpg" alt="Ragazza in un interno" /></a></p>
<p>Há dois fatos interessanes sobre ele.</p>
<p>O primeiro é a força da sua influência que, ao meu ver, atingiu até <a href="http://www.billsienkiewicz.com/film/story.html">Sienkiewicz </a>que ficou mais conhecido aqui pelo trabalho em Electra na década de 80.</p>
<p>O outro é que ele cita <a href="http://www.vignamaru.com.br">uma amiga minha</a> entre os seus artistas preferidos!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Balzaquiano</title>
		<link>http://www.roney.com.br/2005/06/20/733/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Jun 2005 02:33:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Balzaquiano é alguém que tem mais de trinta&#8230; Porque será?&#8221; Ele ia pela rua deixando os pensamentos emergirem do inconsciente. Sem nem lembrar como chegou a isso depois de pensar em Rodin, o mesmo que esculpiu &#8220;O Pensador&#8221;, &#8220;O Beijo&#8221; &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2005/06/20/733/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Balzaquiano é alguém que tem mais de trinta&#8230; Porque será?&#8221;</p>
<p>Ele ia pela rua deixando os pensamentos emergirem do inconsciente. Sem nem lembrar como chegou a isso depois de pensar em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Auguste_Rodin">Rodin</a>, o mesmo que esculpiu &#8220;O Pensador&#8221;, &#8220;O Beijo&#8221; e &#8220;Os Burgueses de Calais&#8221;. Sujeito de trajetória confusa que foi rejeitado na escola de artes e que nunca foi levado a sério até os 38 anos. Parece que era moderno demais para o fim do século XIX.</p>
<p>Freud certa vez escreveu sobre aqueles incômodos &#8220;brancos de nomes&#8221; quando tentamos desesperadamente recordar como alguém ou alguma coisa se chama e tudo que vem são outros nomes que não parecem ligados ao que procuramos. Um inferno, né? A propósito Rodin também fez &#8220;A Porta do Inferno&#8221;, mas esta ele deixou inacabada, morreu antes do final.</p>
<p>Ele demorou tanto tempo para fazer a tal porta que no processo acabou criando esculturas tiradas de pequenos detalhes dela, foi assim com &#8220;O Pensador&#8221;; mas não com o Busto de Balzac.</p>
<p>Vê? A mente é mesmo cheia de pequenos caprichos, de <a href="http://www.portalartes.com.br/portal/article_read.asp?id=409">Rodin</a> a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Balzac">Balzac</a>, pelo menos não foi tudo para o quinto dos infernos de Dante.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Caravaggio</title>
		<link>http://www.roney.com.br/2005/04/27/caravaggio/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Apr 2005 01:09:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Imagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Você conhece Caravaggio? Não? Na boa? Não faz muita diferença&#8230; Quer dizer, tem tanta coisa legal para conhecer que um pintor barroco do início do século XVII (bem, ele morreu bem no comecinho do século) não parece muito importante. Mas &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2005/04/27/caravaggio/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você conhece Caravaggio? Não? Na boa? Não faz muita diferença&#8230; Quer dizer, tem tanta coisa legal para conhecer que um pintor barroco do início do século XVII (bem, ele morreu bem no comecinho do século) não parece muito importante.</p>
<p>Mas se você acreditar como eu que &#8220;a arte é o ar que a consciência respira&#8221; então vale a pena saber quem foi este cara. Ele pode não ter sido o pintor barroco mais importante, mas acho que é um dos que melhor define o estilo, depois de ver as obras do cara pode-se até tirar onda olhando para um Rembrandt e dizendo com um tom afetado &#8220;Ora! Nota-se que é uma obra barroca influenciada por Caravaggio!&#8221;</p>
<p>Eu falei nele rapidamente e praticamente de memória no <a href="http://www.roney.com.br/content/view/201/40/">Boletim Cultural desta semana</a> e acabei dizendo algo que não é bem verdade, que ele freqüentemente usava símbolos pagãos e da mitologia Grega. Quer dizer, tem um bocado de deuses gregos pintados por ele, mas a obra dele, como de tudo que é barroco, se caracteriza muito mais pelo jeitão pesado e temas bíblicos.</p>
<p>Agora aproveita e dá uma <a href="http://www.roney.com.br/content/view/200/26/">olhada aqui</a> em um pouco mais sobre ele!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A imagem da melancolia</title>
		<link>http://www.roney.com.br/2005/04/10/a-imagem-da-melancolia/</link>
		<comments>http://www.roney.com.br/2005/04/10/a-imagem-da-melancolia/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 10 Apr 2005 15:33:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Acho que as crianças modernas não lêem mais aquelas histórias em quadrinhos bobas, tipo Tio Patinhas, né? Engraçado, comecei a escrever para falar de outra coisa, mas isso me ocorreu agora. As HQs (histórias em quadrinhos) foram virando coisa para &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2005/04/10/a-imagem-da-melancolia/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que as crianças modernas não lêem mais aquelas histórias em quadrinhos bobas, tipo Tio Patinhas, né? Engraçado, comecei a escrever para falar de outra coisa, mas isso me ocorreu agora.</p>
<p>As HQs (histórias em quadrinhos) foram virando coisa para adulto ao longo das décadas de 80 e 90, não acha? Tenho a impressão de que os videogames ocuparam o lugar das HQs entre as crianças. Isso talvez explique porque elas &#8220;naum taum mais afins de iscrever direitcxho&#8221;.</p>
<p>Seja como for, lá no meio da década de 80 esbarrei em uma HQ de contos, elas eram comuns, uma só revista tinha quatro ou mais histórias curtas. Esta especificamente contava o esforço de uma equipe de fotógrafos publicitários tentando reproduzir um quadro, este aqui:</p>
<p><img src="http://www.roney.com.br/images/stories/imagens/mendigoviolao.jpg" alt="Melancolia" /></p>
<p>O Quadro é bom demais, a imagem acima não lhe faz juz. Na época eu lembrava de quem era, depois me esqueci totalmente e nunca mais esbarrei nele.</p>
<p>Foi justo no Orkut que tanto critico que acabei por encontrá-lo! Tudo mérito de <a href="http://www.loucamasnemtanto.weblogger.terra.com.br/">uma amiga</a> que me convidou para mais uma &#8220;comunidade&#8221; do Orkut.</p>
<p>Agora será mais fácil descobrir de quem é!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Do pixador ao artista</title>
		<link>http://www.roney.com.br/2005/03/18/do-pixador-ao-artista/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Mar 2005 01:52:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Imagem]]></category>

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		<description><![CDATA[A arte sempre nasce de algum tipo de subversão, não acha? Quer dizer, depois de um tempo todo mundo passa a gostar e vira fenômeno pop, mas pense nos criadores de cada movimento artístico, no primeiro cara a rabiscar coisas &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2005/03/18/do-pixador-ao-artista/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A arte sempre nasce de algum tipo de subversão, não acha? Quer dizer, depois de um tempo todo mundo passa a gostar e vira fenômeno pop, mas pense nos criadores de cada movimento artístico, no primeiro cara a rabiscar coisas em uma caverna&#8230; hummm&#8230; Longe demais para lembrar, né?</p>
<p>Um tempinho atrás uns caras começaram a pixar muros de um jeito diferente, eram desenhos ricos em cores e nuances, nada como os meros rabiscos que agrediam os nossos monumentos. Acho que foi no final da década de 70, uns 10 anos depois do <a href="http://www1.uol.com.br/bienal/23bienal/especial/peba.htm">Basquiat</a> lá nos EUA. Foi quando <a href="http://joepincel.com.sapo.pt/jean_galeria.htm">nasceu o grafite</a>, principalmente em Sampa.</p>
<p>Lembro bem dos mais velhos reclamando da barbárie dos grafiteiros, mas quem não se entregava ao preconceito via que ali tinha algo de diferente.</p>
<p>O tempo passou, uns trinta anos, e os grafites estão integrados aos nossos muros e poucos tem aquele <a href="http://www.memorial.org.br/nossamerica/20/port/visuais.htm">caráter crítico, escatológico ou selvagem</a>.</p>
<p>É a entressafra, mas logo-logo pinta algo novo, não sei o que será ainda, mas sei que antes a gente tem que estar realmente insatisfeito com os nossos caminhos. Por enquanto os calouros das nossas universidades estão mais preocupados em juntar trocados para uma chopada do que em olhar para o seu ofício como forma de transformação do mundo.</p>
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		<title>Soto e as supercordas</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Feb 2005 02:53:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Imagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando eu tinha uns 13 anos, não sei como, me caiu na mão um livro de Einstein e Infeld sobre a evolução da física. Fiquei meses para ler o primeiro terço do livro, desisti e só fui terminá-lo lá pelos &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2005/02/26/soto-e-as-supercordas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando eu tinha uns 13 anos, não sei como, me caiu na mão um livro de <a href="http://educaterra.terra.com.br/voltaire/cultura/2005/02/21/000.htm">Einstein e Infeld</a> sobre a evolução da física.</p>
<p>Fiquei meses para ler o primeiro terço do livro, desisti e só fui terminá-lo lá pelos 15 anos. E olha que era um livro fino!</p>
<p>O mais enlouquecedor era tentar imaginar o tempo como uma dimensão, dizem que seis pessoas no mundo conseguiram, mas as coisas pioraram com os avanços mais recentes e agora o universo todo é considerado o resultado de cordas que vibram e estas vibrações são percebidas por nós como matéria e onda. Isso dizem que ninguém entendeu!</p>
<p>Errado! <a href="http://sicardi.com/artists/index.cfm?artistid=109">Jesús-Rafael Soto</a> entendeu tudo em 1950.</p>
<p>Intuitivamente ele pesquisou o tempo considerando-o como um tipo de movimento escondido nas formas e passou a criar as chamadas <a href="http://www.the-artists.org/artshop/op-art.cfm">obras de arte cinéticas</a>, mas a certa altura desenvolveu instalações de linhas superpostas que literalmente <a href="http://sicardi.com/artists/detail.cfm?artworkid=876">vibram e se modificam</a> conforme nos movemos.</p>
<p>Tem gente que não gosta de física, mas realmente há momentos em que desconfio que os gregos estavam certos e não existem duas ciências, tudo não passa de diferentes abordagens.</p>
<p>Mergulhe fundo em qualquer ciência ou arte e no final lá estarão as cordas do Universo vibrando para os seus olhos, ouvidos e pensamentos.</p>
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