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	<title>Galeria de Espelhos &#187; Dança</title>
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	<description>A arte é o ar que a consciência respira</description>
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		<title>Cabeção de Nego: Dança Contemporânea, Cia Laso</title>
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		<pubDate>Mon, 23 May 2011 02:55:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dança]]></category>
		<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[contemporânea]]></category>
		<category><![CDATA[Laso]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo espetáculo de boa dança contemporânea é uma jornada na descoberta de um novo idioma. Os movimentos, a princípio sem sentido, dos bailarinos gradativamente vão se ligando a emoções e ideias para formar palavras, frases e significado. Carlos Laerte, coreógrafo &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2011/05/22/cabecao-de-nego-danca-contemporanea-cia-laso/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <a href="http://www.roney.com.br/wp-content/uploads/2011/05/flyer_cabecao_nego_laso-1024x682.jpg" target="_blank" title="Clique para ver maior"><img vspace="8" hspace="8" border="0" align="left" src="http://www.roney.com.br/wp-content/uploads/2011/05/flyer_cabecao_nego_laso-300x200.jpg" alt="Flyer - Cabeção de Nego - Dança Contemporânea - Laso" /></a>Todo espetáculo de boa dança contemporânea é uma jornada na descoberta de um novo idioma.</p>
<p>Os movimentos, a princípio sem sentido, dos bailarinos gradativamente vão se ligando a emoções e ideias para formar palavras, frases e significado. Carlos Laerte, coreógrafo da Laso e os demais artistas que trabalham com ele são muito bons nisso. Já acompanho seus espetáculos faz alguns anos.</p>
<p>Essa jornada é um estímulo precioso para a consciência do espectador, mesmo (talvez principalmente) se ele nunca assistiu um espetáculo de dança contemporânea.</p>
<p>Antes de ler o que achei do espetáculo passo logo o serviço para que você possa assistir fazer sua própria jornada:</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Cabeção de Nego: o poder da existência</p>
<p style="text-align: justify;">Local: Teatro Sesc Ginástico (Av. Graça Aranha, 187 – Centro)</p>
<p style="text-align: justify;">Horário: 19h</p>
<p style="text-align: justify;">Valor: R$16 (inteira)/ R$8 (meia)/ R$4 (comerciários)</p>
</blockquote>
<p><strong>Sobre o Espetáculo</strong></p>
<p>O tema a princípio parece ser a cibercultura, mas pessoalmente acho que eles partem das suas experiências para estudar as relações humanas pessoais e interpessoais em uma sociedade hiperconectada de forma que a assustadora tecnologia deixa de ser a vilã para ser um pano de fundo para o que estamos vivendo.</p>
<p>Desconheço se eles tiveram um consultor especializado em antropologia, mas creio que não e francamente creio que essa é uma das qualidades dos verdadeiros artistas: eles vão além da ciência ao mergulhar na alma humana.</p>
<p>A estética caótica dos movimentos aparentemente imprecisos guarda uma ordem difícil de captar para quem não está habituado ao caos, mas o que há ali no meio é o desejo do encontro.</p>
<p>O resultado é um mosaico, não é uma história com início, meio e fim, mas exatamente o mesmo tipo de mosaico que nós assistimos todos os dias vivendo fragmentos de vida perdidos entre hiperlinks: copiando a navegação errática da web em nossas vidas trocamos de amizades muito facilmente, nos relacionamos muito frenética e superficialmente formando aglutinações de contatos que no entanto carecem do cimento da emoção profunda.</p>
<p>E digo tudo isso apesar de ser um entusiasta da cibercultura como deixo bem claro no meu outro blog, o <a title="Cibercultura, antropologia e memética" target="_blank" href="http://memedecarbono.com.br">Meme de Carbono</a>, no entanto o papel do artista muitas vezes é o de alertar para os piores quadros possíveis e, mesmo achando que no final a hiperconectividade criará relacionamentos mais sinceros e profundos isso não valerá para todas as pessoas e certamente é um desafio aqui e agora.</p>
<p>&#8230; A propósito, nós copiamos a navegação errática e a solidão da web ou<br />
 será que os últimos séculos é que foram erráticos e solitários o que se<br />
 reflete agora na Web e no nosso grito &quot;não aguento mais essa solidão,<br />
esse mundo em fragmentos&quot;? <strong></strong></p>
<p><strong>As questões essenciais</strong></p>
<p>&quot;Quem somos, de onde viemos, para onde vamos, qual é o sentido da vida&quot;? Nada disso. As questões essenciais em Cabeção de Nego me parece que se resumem a &quot;Como me relaciono?&quot;. O restante são satélites do grande impulso gregário humano.</p>
<p>A partir do relacionamento com a família, com o outro e com você mesmo surgem todas as outras demandas existenciais.</p>
<p>Nesse espetáculo quase sempre há o grupo. Ele pode ser um espectador distante para o qual fazemos shows (não só nos Youtubes da vida, mas também, e principalmente, pessoalmente), pode ser próximo, muito próximo, mas raramente nos tocando de verdade, ou seja, tocando nosso corpo, mente e emoções.</p>
<p>A crise do toque não é uma questão contemporânea, talvez nunca tenhamos realmente nos tocado&#8230; Lembro aqui da obsrvação de Harold Bloom que, até Hamlet, nós não tocávamos a nós mesmos, não refletiamos sobre nosso mundo interior, mas hoje vemos até em Doctor Who (sob a pena de Neil Gaiman) que &quot;humanos são sempre assim, pequenos por fora e vastos por dentro?&quot;.</p>
<p>É isso que, em minha humilde opinião, vemos em Cabeção de Nego: Há mais entre os meus sentimentos e os seus do que pode supor nossa vã filosofia.</p>
<p><strong>Outras fontes</strong></p>
<ul>
<li><a title="Últimas notícias no Sesc - Fomento à Cultura" target="_blank" href="http://www.sescrjfomentocultura.com.br/blog/?cat=24">Blog do espetáculo no site do SESC</a></li>
<li><a target="_blank" href="http://pt-br.facebook.com/people/Laso-Cia-de-Dan%C3%A7a/100001462668661">Página da Laso no Facebook</a></li>
</ul>
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		<title>Chacina da Candelária transmutada pela arte</title>
		<link>http://www.roney.com.br/2010/10/11/chacina-da-candelaria-transmutada-pela-arte/</link>
		<comments>http://www.roney.com.br/2010/10/11/chacina-da-candelaria-transmutada-pela-arte/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 Oct 2010 23:44:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dança]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[chacina]]></category>
		<category><![CDATA[contemporânea]]></category>
		<category><![CDATA[membros]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>

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		<description><![CDATA[Em julho de 1993 oito meninos de rua foram exterminados ao lado das paredes da catetral católica do Rio de Janeiro, a Candelária. Estive lá hoje, na véspera do dia das crianças, para assistir a cia Membros de Dança Contemporânea &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2010/10/11/chacina-da-candelaria-transmutada-pela-arte/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img hspace="8" border="0" align="left" vspace="8" alt="Membros em espetáculo em memória da chacina da Candelária" src="http://www.roney.com.br/wp-content/uploads/2010/10/SDC13549-150x150.jpg" />Em julho de 1993 <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chacina_da_Candel%C3%A1ria" target="_blank" title="Artigo na Wikipedia">oito meninos de rua foram exterminados</a> ao lado das paredes da catetral católica do Rio de Janeiro, a Candelária.</p>
<p>Estive lá hoje, na véspera do dia das crianças, para assistir a cia Membros de Dança Contemporânea refletir em movimento a violência que ainda ecoa.</p>
<p> Há coisas que não podem ser ditas simplesmente porque não cabem em palavras ou mesmo em imagens: é necessário ter o espírito forte o bastante para continuar sensível à preciosidade da vida.</p>
<p>Você acha que bandido bom é bandido morto? Que essas crianças largadas na rua são ramos tortos que jamais se endireitarão? Quando você assiste a violência ela se instala em seu coração inspirando o desejo de vingança? Ou ele se enche de compreensão e certeza que sempre há algo que pode ser feito para levar paz a quem pratica a violência?</p>
<p>Qual visão é cristã? Qual visão é compatível com o espiritismo? Qual visão seu Deus acharia bela e louvável?</p>
<p>Não creio em Deuses, mas creio no caráter sagrado da consciência humana (ou não) e que ela deve ser respeitada, compreendida e preservada não importa se sua forma é bela ou assustadora.</p>
<p>Mas o que dizer sobre a Membros e sua narrativa? Continuo não achando as palavras&#8230; O vídeo abaixo talvez ajude a sentir um pouco.</p>
<p><object height="375" width="500" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" id="playerFlash"><param value="http://www.videolog.tv/ajax/codigoPlayer.php?id_video=585342&amp;relacionados=S&amp;default=S&amp;lang=PT_BR&amp;cor_fundo=FFFFFF&amp;cor_titulo=777777&amp;hd=S&amp;swf=1&amp;width=500&amp;height=375" name="movie" /><param value="id_video=585342" name="flashvars" /><param value="always" name="allowScriptAccess" /><param value="true" name="allowFullScreen" /><param value="opaque" name="wmode" /><embed height="375" width="500" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.videolog.tv/ajax/codigoPlayer.php?id_video=585342&amp;relacionados=S&amp;default=S&amp;lang=PT_BR&amp;cor_fundo=FFFFFF&amp;cor_titulo=777777&amp;hd=S&amp;swf=1&amp;width=500&amp;height=375" /></object>
</p>
<p><a href="http://www.videolog.tv/video.php?id=585342">A Chacina da Candelária pelos olhos da arte 17 anos depois&#8230;</a> por <a href="http://www.videolog.tv/RoneyB"> RoneyB </a> no <a href="http://www.videolog.tv">Videolog.tv</a>.</p>
<p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No final do espetáculo vi os bailarinos chorando, com dificuldade até para agradecer os aplausos.</p>
<p>Imaginei a razão disso, mas tive a honra de falar com a Taís, o Paulo e a Dilma (os dois primeiros dirigem a Membros e a Dilma faz parte da organização se entendi corretamente) e fiquei sabendo que parte do laboratório para construir o espetáculo foi passar um tempo como morador de rua&#8230;</p>
<p>O mundo seria muito diferente se todos que se investissem o poder de falar da realidade dos outros a experimentasse antes&#8230;</p>
<p>Sei bem por que aqueles jovens bailarinos passaram durante o espetáculo pois faço o mesmo para escrever: naquela momento eles ERAM os meninos assassinados, eles tinham os mesmos sonhos, as mesmas decepções, a mesma perplexidade.</p>
<p>Nós humanos temos essa rara capacidade de empatia, de nos colocarmos no lugar do outro.</p>
<p>Infelizmente nossa porção animal também nos influencia e é dela o instinto de auto-preservação que nos faz fugir das realidades que achamos que não podemos mudar, mas essa realidade que nos muda pois andamos com medo pelas ruas sem saber que medo muito maior construiu a violência daquela pessoa que vem ameaçadora em nossa direção.</p>
<p>Durante o processo de pesquisa e divulgação do evento o que o pessoal da Membros mais ouviu foi &quot;tem mais é que morrer mesmo&quot;&#8230;</p>
<p>Ali, nos muros externos da casa do Deus Cristão, menos de 100 pessoas se emocionaram com as &quot;palavras&quot; da Membros e terminaram de mãos dadas com lágrimas nos olhos. Espero que os ecos discretos dessas pessoas ecoem como um meme silencioso mas persistente ajudando a construir uma civilização com mais compreensão, menos medo e menos ódio.</p>
<p>Aplauso para gente como os artisdas da Membros que tem a coragem de sair da sua zona de conforto para mostrar que ser humano é ser capaz de abraçar toda a humanidade como irmãos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cia Laso: O que nos Move?</title>
		<link>http://www.roney.com.br/2009/09/07/cia-laso-o-que-nos-move/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 01:50:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dança]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[semiótica]]></category>

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		<description><![CDATA[A dança contemporânea desperta em nós a capacidade de decifrar um idioma desconhecido em 40 minutos? <a href="http://www.roney.com.br/2009/09/07/cia-laso-o-que-nos-move/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fazia tempo que não me dava ao prazer de assistir um espetáculo de dança contemporânea.</p>
<p>As tarefas do dia-a-dia vão nos ocupando, vamos esquecendo de uns prazeres da vida e substituindo por outros menores.</p>
<p>Não que conversar com amigos seja um prazer menor, mas a arte proporciona um prazer diferente. Ela atinge pontos da nossa alma ou consciência que nada mais atinge.</p>
<p>Quando o espetáculo começou tive medo de ter perdido a prática e a capacidade de encontrar sentido nos movimentos sem palavras.</p>
<p>Foi ai que percebi algo sobre dança contemporânea que nunca tinha notado: assistir uma boa coreografia de dança contemporânea é como aprender um idioma em menos de 40 minutos guardando os movimentos na memória para compor o sentido de tudo já quase no final do tempo. Escrevi sobre a <a title="Dança contemporânea e cibercultura" href="http://www.memedecarbono.com.br/2009/09/03/danca-contemporanea-o-que-nos-move-cia-laso/" onclick="window.open(this.href); return false;">minha interpretação para O que nos Move</a> no Meme de Carbono porque está ligado a cibercultura.</p>
<p>Aqui eu precisava falar dessa descoberta (que deve ser fato corriqueiro para muita gente) da dança como fenômeno linguístico!</p>
<p>Imagine só o bem que isso faz para a nossa capacidade simbólica, nossa habilidade para compreender e se fazer compreendido.</p>
<p>Vivemos um tempo onde novas formas de linguagem são criadas o tempo todo porque novos arranjos comunicacionais são desenvolvidos todo tempo na Internet e fora dela.</p>
<p>Ainda outro dia participei de uma desconferência sobre&nbsp;<a title="Artigo sobre o quarto descolagem" href="http://www.memedecarbono.com.br/2009/08/23/descolagem-4-narrativa-transmidia/" onclick="window.open(this.href); return false;">narrativa transmídia</a> no Descolagem onde fomos (pelo menos eu fui) apresentados ao conceito de histórias que são verdadeiros universos onde histórias são criadas. É como se Tolkien e sua imaginação febril tivessem se tornado padrão na arte de contar histórias.</p>
<p>O fenômeno do desenvolvimento da nossa linguagem não se resume ao incômodo anxim usado nas salas de chat ou no Twitter e a capacidade de decifrar símbolos abstrados pode se mostrar como uma necessidada.</p>
<p>E eu que costumava recomendar dança contemporânea aos amigos só para estimular centros de prazer do cérebro que normalmente deixamos adormecidos&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Celos e Movimentos</title>
		<link>http://www.roney.com.br/2008/08/15/celos-e-movimentos/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 07:04:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dança]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[cello]]></category>
		<category><![CDATA[contemporânea]]></category>
		<category><![CDATA[violoncelo]]></category>

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		<description><![CDATA[O tempo anda curto, quando passo mais de 48h sem escrever é porque o tempo anda mesmo curto demais! Ou pode ser apenas cansaço por não estar saboreando aquelas coisas da vida que fazem 24h valerem por 72! Tem gente &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2008/08/15/celos-e-movimentos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="238" vspace="0" hspace="5" height="284" border="0" align="left" src="http://www.roney.com.br/wp-content/uploads/2008/08/cello_focus2008.jpg" alt="Encontro de Celos e dança contemporânea 2008" />O tempo anda curto, quando passo mais de 48h sem escrever é porque o tempo anda mesmo curto demais!</p>
<p>Ou pode ser apenas cansaço por não estar saboreando aquelas coisas da vida que fazem 24h valerem por 72!</p>
<p> Tem gente que é assim com a dor: sofre e o tempo rende mais.</p>
<p>Sou assim com arte. Quando mais leio ou me permito ficar perdido em boa música, mais ricos e produtivos são os meus minutos.</p>
<p>Pois está acontecendo estes dias o <a href="http://www.riocello.com/" target="_blank" title="Site do encontro de Violoncelos no RIo">Rio Cello Encounter 2008</a> (obrigado André, por me lembrar!).</p>
<p>Estava entregue ao tal cansaço até que recebi a mala direta do Alex Neoral, coreógrafo da Cia Focus de dança contemporânea (não achei um site atualizado) avisando que eles apresentarão três dos seus espetáculos ao com de violoncelos.</p>
<p>Dança contemporânea + Violoncelos? Eu não resisto.</p>
<p>Devo ir no dia 17 que é mais pertinho de mim:</p>
<p>
<table cellspacing="1" cellpadding="1" border="1" style="width: 100%;">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 20%;">&nbsp;17/08</td>
<td style="width: 20%;">Um a Um </td>
<td style="width: 20%;">Sala Cecília Meirelles </td>
<td style="width: 20%;">19h</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 20%;">&nbsp;19/08</td>
<td style="width: 20%;">Entrelinhas &amp; Curvas </td>
<td style="width: 20%;">&nbsp;Sesc Ginástico</td>
<td style="width: 20%;">20h </td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 20%;">&nbsp;20/08</td>
<td style="width: 20%;">&nbsp;Um a Um</td>
<td style="width: 20%;">&nbsp;Sesc Ginástico</td>
<td style="width: 20%;">20h</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">21/08</td>
<td valign="top">Entrelinhas &amp; Curvas</td>
<td valign="top">Sesc Nova Iguaçú</td>
<td valign="top">20h</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Staccato dança contemporânea</title>
		<link>http://www.roney.com.br/2008/08/03/staccato-danca-contemporanea/</link>
		<comments>http://www.roney.com.br/2008/08/03/staccato-danca-contemporanea/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 03 Aug 2008 21:53:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dança]]></category>
		<category><![CDATA[contemporânea]]></category>
		<category><![CDATA[Copacabana]]></category>
		<category><![CDATA[SESC]]></category>
		<category><![CDATA[staccato]]></category>

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		<description><![CDATA[Nunca escrevi sobre a Cia Staccato de dança contemporânea aqui no blog, mas lembro bem de ter ficado impressionado com a beleza do espetáculo que assisti no Sérgio Porto uns anos atrás. A mera sobrevivência por alguns anos é uma &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2008/08/03/staccato-danca-contemporanea/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca escrevi sobre a Cia Staccato de dança contemporânea aqui no blog, mas lembro bem de ter ficado impressionado com a beleza do espetáculo que assisti no Sérgio Porto uns anos atrás.</p>
<p>A mera sobrevivência por alguns anos é uma conquista e sinal de qualidade incomuns no difícil panorama cultural brasileiro e carioca.</p>
<p> Sempre digo aqui que se você quer mudar o mundo, se está insatisfeito ou insatisfeita com o seu mundo o primeiro passo a dar é mudar sua perspectiva e sua percepção para começar a transformar a sua realidade olhando para ela com mais clareza. O primeiro passo é explorar o universo da arte.</p>
<p>Muita gente não acredita em mim e acha mais fácil fugir&#8230; Isso sempre é mais fácil de fazer e infinitamente mais difícil de suportar&#8230;</p>
<p>Bem, se você desistiu de sofrer pode ir ao Sesc Copacabana para assistir 5 Quinteto:</p>
<ul>
<li><strong>O quê? </strong>Dança Contemporânea &#8211; Staccato aprensentando 5 Quinteto</li>
<li><strong>Quando?</strong> Quinta a domingo de 7 a 31/08 às 20h ou 21h30 (conforme o dia)</li>
<li><strong>Onde?</strong> Sesc Copacabana &#8211;  Domingos Ferreira 160 (2547-0156)</li>
<li><strong>Quanto?</strong> R$16 Reais, meia para estudantes e idosos, R$4,00 para comerciários</li>
</ul>
<p><img vspace="0" hspace="0" border="0" align="middle" src="http://www.roney.com.br/wp-content/uploads/2008/08/quinteto_staccato.gif" alt="Flyer - Staccato" style="width: 601px; height: 192px;" /></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Quasar no Rio</title>
		<link>http://www.roney.com.br/2008/07/15/quasar-no-rio/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 18:37:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dança]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[contemporânea]]></category>

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		<description><![CDATA[Quasar é um objeto quase estrelar. Quando achamos o primeiro pensamos que era um outro Universo em expansão. Hoje sabemos que é outra coisa, mas gosto de achar que o nome da companhia de dança do Henrique Rodovalho vem desta &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2008/07/15/quasar-no-rio/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.quasarciadedanca.com.br/" target="_blank" title="Site da cia"><img width="343" vspace="0" hspace="5" height="485" border="0" align="left" src="http://www.roney.com.br/wp-content/uploads/2008/07/quasar_rj_2008.jpg" alt="Por um instante de felicidade" /></a>Quasar é um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Quasar" target="_blank" title="Artigo na Wikipedia">objeto quase estrelar</a>. Quando achamos o primeiro pensamos que era um outro Universo em expansão.</p>
<p>Hoje sabemos que é outra coisa, mas gosto de achar que o nome da companhia de dança do Henrique Rodovalho vem desta primeira impressão dos quasares.</p>
<p> A arte contemporânea, contaminada pela sociedade do espetáculo e convertida em cultura de consumo, tem caído frequentemente no puro prazer estético e, algumas vezes nem isso limitando-se ao prazer volátil que atrofia nosso espírito.</p>
<p>Pelo jeito o mês de julho está bom para o Rio! Ontem fiquei sendo dos espetáculos da Paula Águas e hoje recebo a notícia de que o Quasar se apresentará no Teatro Municipal neste fim de semana. Espero que a temporada se estenda já que não poderei ir agora.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Paula Águas no Sérgio Porto (RJ &#8211; Humaitá)</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 00:40:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dança]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[contemporânea]]></category>
		<category><![CDATA[Paula Águas]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Teatro do planetário da Gávea, um inverno como agora, uma noite fria, as pessoas bem agasalhadas ao redor do palco com apenas um som destes portáteis, uma mesa e vários CDs espalhados. Era o começo do espetáculo Qual é &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2008/07/14/paula-aguas-no-sergio-porto-rj-humaita/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;<img vspace="0" hspace="0" border="0" align="absmiddle" alt="flyer - Paula Águas" src="http://www.roney.com.br/wp-content/uploads/2008/07/paulaaguas.jpg" style="width: 501px; height: 288px;" /></p>
<p>Teatro do planetário da Gávea, um inverno como agora, uma noite fria, as pessoas bem agasalhadas ao redor do palco com apenas um som destes portáteis, uma mesa e vários CDs espalhados. Era o começo do espetáculo Qual é a Música de <a title="Site da bailarina Paula Águas" target="_blank" href="http://paulaaguas.com/">Paula Águas,</a> uma das melhores bailarinas contemporâneas que&nbsp; eu conheço.</p>
<p>Aliás, a dança contemporânea é uma das muitas artes desprezadas atualmente. Não entendo o que nos leva a desprezar formas de arte.</p>
<p> Meu pai não gostava de música (hoje até que aprendeu), literatura ou artes plásticas. Bem, era um militar nos tempos da ditadura, dá para entender.</p>
<p>Entendo que alguém não goste de clássico ou de techno, da pintura expressionista ou da moderna, mas não gostar de PINTURA e ponto? Não entendo!</p>
<p>Arte é uma chance única de ter prazer ao mesmo tempo que nos desenvolvemos. É, arte é um prazer diferente.</p>
<p>Não faltam prazeres que nos fazem sentir muito bem, mas não significam nada em nossas vidas.</p>
<p>A Paula Águas nos dá uma boa oportunidade para descobrir o prazer de assistir dança contemporânea. É como aprender a ler com o Veríssimo: é fácil de ler, mas não é bobo ou vazio.</p>
<p>Naquele dia lá no teatro no planetário entrou uma moça pequena no palco, olhou para a platéia e explicou as regras do jogo.</p>
<blockquote><p>Eu vou colocar um cd e vou começar a dançar. Tem vários cds aqui e vocês podem vir a qq momento e trocar o cd. Vocês também podem colocar um cd que vocês tenham trazido. Para tirar o cd que está tocando aperte aqui, para dar play aperte aqui. </p>
</blockquote>
<p>O que segue só vendo. A capacidade que ela tem para criar coreografias belas e que se encaixem bem nas músicas é ímpar e quem nunca assistiu um espetáculo de dança contemporânea com certeza se surpreende ao notar que não se parece com nada que ele (ou ela) imaginou.</p>
<p>Acontece que, se você estiver no Rio por estes dias, você poderá conferir dois trababalhos dela no Sérgio Porto, um é este mesmo que eu descrevi acima, o Qual é a Música e o outro (que ainda não assisti) é DAMA + caminho aberto (creio que são dois mixados em um). Temporada de 18/7 a 3/8.</p>
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		<title>Memes &#8211; Harder, Better, Faster, Stronger</title>
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		<pubDate>Sun, 25 May 2008 02:03:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Dança]]></category>
		<category><![CDATA[daft bodies]]></category>
		<category><![CDATA[memes]]></category>

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		<description><![CDATA[Só no ano passado fiquei sabendo sobre memes. Foi lendo Deus, um delírio, de Richard Dawkins. Achei meio bobo na ocasião. Depois ouvi outras coisas sobre memes e comecei a perceber que, no mínimo, eles talvez nos sirvam como um &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2008/05/24/memes-harder-better-faster-stronger/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Só no ano passado fiquei sabendo sobre memes. Foi lendo Deus, um delírio, de <a title="Posts meus citando Dawkins" target="_blank" href="http://www.roney.com.br/?s=dawkins">Richard Dawkins</a>.
</p>
<p>Achei meio bobo na ocasião.
</p>
<p>Depois ouvi outras coisas sobre memes e comecei a perceber que, no mínimo, eles talvez nos sirvam como um tipo de teste do joelho.
</p>
<p>Lembra aquele martelinho com que batem em nosso joelho quando somos crianças para ver se nossos reflexos estão ok?
</p>
<p>Os memes podem nos ajudar a entender o que estimula nossa mente.
</p>
<p>Na primeira vez que ouvi a palavra &#8220;meme&#8221; acho que foi o Zander ou o Hiro Kozaka que falou se referindo a músicas que colam no ouvido, mas tem os vídeos também que ultimamente me parecem estar sendo mais propagados do que as músicas.
</p>
<p>Tem memes vídeo ridículos como a dança do quadrado que até mereceu uma sátira pelos Dezequilibrados, mas tem memes muito interessantes que me fizeram refletir.
</p>
<p>Hoje, com um ano de atraso, descobri o Daft Hands &#8211; Harder, Better, Faster, Stronger que já foi visto por mais de 19 milhões de pessoas:
</p>
<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/K2cYWfq--Nw&#038;hl=en"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/K2cYWfq--Nw&#038;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
<p>Antes de esbarrar nele achei outro meme inspirado nesse ai de cima:
</p>
<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/lLYD_-A_X5E&#038;hl=en"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/lLYD_-A_X5E&#038;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
<p>Gostei ainda mais deste segundo e não foi por causa dos corpos das moças, mas por achar mais criativo enquanto o primeiro meme é mais difícil de fazer.</p>
<p>Vale a pena ler na página delas no Myspace &#8211; <a href="http://www.myspace.com/daftbodies">Daft Bodies Chicks</a> &#8211; como e porque elas fizeram o vídeo</p>
<p>Estou longe de ser um estudioso da evolução da mente ou qualquer ramo da ciência que me conceda autoridade para opinar sobre memes, mas tenho uma opinião leiga a dar&#8230;
</p>
<p>Enquanto eu via estes memes me esforçava mentalmente para ver cada palavra lendo tudo. Foi divertido para a minha mente se forçar a trabalhar cada vez mais rápido para acompanhar a mensagem e os detalhes de cada movimento.
</p>
<p>A minha opinião é que os memes mais poderosos atualmente de alguma forma atingem diretamente a sua inteligência, que a nossa espécie, pelo menos os internautas, tem prazer em raciocinar cada vez mais rápido.
</p>
<p>Vale um teste qq dia&#8230;<br />
  
</p>
<p><p>Ah! Já que mostrei mãos e moças, aqui vai o meme com homens:
  </p>
<p>  <object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/6EUupnF02vo&#038;hl=en"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/6EUupnF02vo&#038;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
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		<title>Contra o esfacelamento da cultura no Rio</title>
		<link>http://www.roney.com.br/2008/05/12/contra-o-esfacelamento-da-cultura-no-rio/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 May 2008 02:06:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Dança]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[abaixo-assinado]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebi de uma amiga muito especial (em meu dicionário significa inteligente, determinada, consciente e humanista) o pedido de assinar o abaixo assinado errrr&#8230; abaixo: Srªs e Srs. Deputados da Alerj – Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro Nós, cidadãos abaixo-assinados, &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2008/05/12/contra-o-esfacelamento-da-cultura-no-rio/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi de uma amiga muito especial (em meu dicionário significa inteligente, determinada, consciente e humanista) o pedido de assinar o abaixo assinado errrr&#8230; abaixo:
</p>
<blockquote>
<p> Srªs e Srs. Deputados da Alerj – Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro<br />
    <br /> Nós, cidadãos abaixo-assinados, vimos, por meio deste, nos manifestar contra o esfacelamento do Patrimônio Cultural do Estado do Rio de Janeiro (Fundação Museu da Imagem e do Som/MIS, Casa França-Brasil, Fundação Teatro Municipal, Escola de Dança Maria Olenewa, Fundação de Artes Anita Mantuano de Artes/Funarj e de suas unidades: Sala Cecília Meirelles, Teatros João Caetano, Villa-Lobos, Gláucio Gill, Armando Gonzaga, Arthur Azevedo e Mário Lago, Escolas Técnicas Estaduais de Música Villa-Lobos e de Teatro Martins Pena, Casa de Cultura e do Teatro Laura Alvim, Casas de Oliveira Vianna, de Casimiro de Abreu, de Euclides da Cunha, Museus do Ingá, do 1º Reinado, dos Esportes, dos Teatros, Antônio Parreiras, Carmen Miranda e Mané Garrincha), esfacelamento este imposto pelo atual Governo do Estado.&nbsp;<br />
    
  </p>
</blockquote>
<p>Eu não assino abaixo-assinados pois acho que eles gastam energia que deveria ser melhor direcionada. Neste caso duvido que um abaixo-assinado de 2 milhões de pessoas preocupe mais um político do que mil blogs fazendo a cabeça de 10 mil eleitores&#8230;
</p>
<p>A questão da cultura é muito séria e não cabe em um post (este é mais um tema para uma série de posts e muita pesquisa&#8230;).
</p>
<p>Pesquisa é algo que não vou conseguir fazer agora, mas não posso fcar calado então vou sugerir alguns tópicos para reflexão e pesquisa.
</p>
<p>As nossas casas de cultura já não andam bem mal ajambradas sob a batuta do estado? Ultimamente ando afastado do circuito cultural, mas até onde posso me lembrar talvez o dedo privado talvez até fosse capaz de melhorar um pouco o cenário. E quem está dizendo isso (eu) é um crítico persistente da deteriorização da arte em cultura de consumo&#8230;
</p>
<p>Isso porque o primeiro a sucatear a nossa cultura somos nós mesmos! Pense na frequência com que nós e nossos amigos preferimos um bom filme ou peça que possam dizer ao menos que cheira a arte a um Homem de Ferro da vida?
</p>
<p>&#8230; E olha que isso está sendo dito por alguém (eu) que adora uma boa cultura de entretenimento <img src='http://www.roney.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' />
</p>
<p>Que está sendo esfacelado está, que isso é ruim, é, mas não acho que possamos esperar de políticos que saibam como mudar este quadro, não na conjuntura atual onde estamos ensaiando uma limpeza moral que deve ocupar boa parte das reflexões de qualquer político sensato.
</p>
<p>Precisamos de idéias para reverter o que vem acontecendo.
</p>
<p>Como podemos levar mais gente aos teatros e centros culturais? Pessoalmente eu aposto nas classes C, D e E pois as A e B, desculpem, não sabem dar valor a cultura.
</p>
<p>Muitos artistas fazem arte para artistas. É comum (pelo menos era) ver sempre os mesmos rostos em todos os eventos culturais. Da dança ao teatro há um narcisismo bobo que contamina muita gente (artistas) com raras exceções. Só não vou citar nomes para não ser injusto com os que eu esqueceria.
</p>
<p>Arte tem que estar antenada com o século seguinte e individualismo é coisa do século passado. Já é hora de compartilhar o pão e o vinho com todos.
</p>
<p>Estou tergiversando (adoro esta palavra)&#8230;
</p>
<p>A situação ao meu ver não pede protestos, pede ações, propostas e pressão democrática mostrando nas urnas o que nós queremos, mas para isso a classe artística precisa ir onde o povo está&#8230;&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cinco perguntas sobre amor&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Sep 2007 01:11:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Dança]]></category>
		<category><![CDATA[Fogo]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[Um amigo bailarino (que a propósito admiro muito como artista e pessoa) enviou 5 perguntas aos amigos dele para ajudar a montar um novo espetáculo. São sobre amor&#8230; Acabei escrevendo tanto que achei melhor compartilhar com outras pessoas e assim &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2007/09/11/cinco-perguntas-sobre-amor/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Um amigo bailarino (que a propósito admiro muito como artista e pessoa) enviou 5 perguntas aos amigos dele para ajudar a montar um novo espetáculo. São sobre amor&#8230;
</p>
<p>Acabei escrevendo tanto que achei melhor compartilhar com outras pessoas e assim maximizar o valor do tempo que investi na resposta! <img src='http://www.roney.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' />
</p>
<p>Ai vai&#8230;
</p>
<p><b>1) Qual a tua música romântica preferida ou que te diga algo</b>
</p>
<p>A primeria que me vem à cabeça é Careless Wisper (os amigos antigos sabem pq)</p>
<p><object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/bQtlrBziyzI"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/bQtlrBziyzI" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object></p>
<p><b>2) Dá um exemplo de um casal perfeito. (Romeu e Julieta, Anjolina Jolie e BradPitt, tua mãe e teu pai) e&nbsp;&nbsp;porquê?</b><br />
  
</p>
<p>Valem os fictícios? Casal perfeito real tem eu e a minha esposa amanhã pq a gente vai mudando e aprendendo juntos a ser um casal melhor. Entre os fictícios o que me vem primeiro à cabeça é o formado por Will Parry e Lyra Belacqua (da trilogia Fronteiras do Universo de Philip Pullman), mas não precisa ler o livro, pode pegar Borboleta Tatuada do mesmo autor que é fininho e o casal protagonista é muito parecido. Se nem der para ler esse então é o seguinte&#8230; Estes casais estão longe de ser perfeitos, são unidos por um amor puro e desinteressado, até bem juvenil, mas vivem em um mundo (o nosso) onde amor puro, desinteressado e juvenil é castigado com a impossibilidade&#8230; Tá, é uma visão triste, mas acho que tem muito a ver com a síndrome do individualismo que pode ser um pouco mais intensa no Brasil, nos entanto desconfio que anda por todos os países do ocidente pelo menos.<br />
  
</p>
<p><b>3) Ao falar-se de amor qual a primeira imagem que te vem à cabeça?</b>
</p>
<p>O prazer de compartilhar o mundo e a sua história de vida com a outra pessoa. Não penso e nunca pensei em posse, dependência (aquela coisa de &#8216;não vivo sem você&#8217; que não é amor, é carência e falta de amor próprio) ou completar um ao outro. Amor para mim é um tipo de afinidade e de integração, um encaixe de jeitos de ser aliado a sentir-se absolutamente à vontade com o outro.<br />
  
</p>
<p><b>4) Qual é o lugar ideal para uma história de amor?</b>
</p>
<p>Agora que me toquei&#8230; A gente tá falando em amor de casal, né? Hehehe!! Bem, não muda muita coisa, a diferença é que no de casal tem atração física e um encaixe e cumplicidade tão grandes que os dois (ou três, o mundo moderno abre espaço para novas estruturas amorosas) querem compartilhar todos os anos das suas vidas e não apenas alguns como acontece com os amigos que veem e vão. Bom, o lugar&#8230; Se for amor de amizade a varanda com cadeiras e uma mesa, uma roda de papo na praia, a mesa de bar depois do cinema ou do teatro. Se for para casal&#8230; A mesma coisa, mas a dois e com luzes mais fracas à noite ou muita luz e risadas de dia, pode ser na praia, numa caminhada pelo campo. Acho que estou dizendo que o lugar ideal é ao ar livre onde podemos olhar para o horizonte, para o céu e para as coisas vivas que nos lembram do ciclo da vida.<br />
  
</p>
<p><b>5) Qual é a cor que define o amor?</b>
</p>
<p>Branco pois nele estão todas as cores, mas tive que pensar pq não tinha pensado em uma cor para o amor antes. Vermelho é paixão, tesão, que tem no amor, mas não sõ, nem sempre. Pensei um pouco e me ocorreu que amor teria que ser ou preto que abraça todas as cores ou branco que as contém. Como preto tem uma conotação negativa no ocidente fico com o branco.<br />
  </p>
]]></content:encoded>
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