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	<title>Galeria de Espelhos &#187; Ar</title>
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	<description>A arte é o ar que a consciência respira</description>
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		<title>Logicomix: Uma história em quadrinhos lógica</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 02:37:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Bertrand Russel]]></category>
		<category><![CDATA[heróis]]></category>
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		<category><![CDATA[lógica]]></category>
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		<description><![CDATA[Me tornei adepto do livro digital, mas os corredores de uma biblioteca ou livraria sempre terão um encanto mágico difícil de reproduzir digitalmente. Ontem tive a deliciosa surpresa de esbarrar nesse discreto tesouro editado pela primeira vez em grego em &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2010/07/27/logicomix-uma-historia-em-quadrinhos-logica/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Me tornei adepto do livro digital, mas os corredores de uma biblioteca ou livraria sempre terão um encanto mágico difícil de reproduzir digitalmente.</p>
<p>Ontem tive a deliciosa surpresa de esbarrar nesse discreto tesouro editado pela primeira vez em grego em 2008: Logicomix é um livro em quadrinhos que conta a história da matemática através de uma aventura romanceada com heróis reais e cativantes.</p>
<p> A sensação foi bem parecida com a que tive ao descobrir <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?id_link=4653&amp;nitem=64545&amp;sid=87152193712513454966156839&amp;k5=FABFC1C&amp;uid=" target="_blank" title="À venda na livraria Cultura">O Mundo de Sofia de Jostein Gaarder</a> que faz algo parecido com a história da filosofia.</p>
<p>Se você quer saber como me senti basta se imaginar caminhando pelos corredores em ruínas de uma civilização perdida e descobrindo entre as frestas das pedras um pergaminho com a história secreta do povo que viveu ali junto com deuses e titãs&#8230;</p>
<p>&#8230; É, e dizem que as pessoas lógicas não são apaixonadas! Mas muitos de nós somos assim <img src='http://www.roney.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Já verifiquei que o livro está a venda na Livraria cultura e na Amazon, peguei até os links para facilitar:</p>
<p align="left"><a title="Compre na livraria Cultura" target="_blank" href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?id_link=4653&amp;nitem=22147834&amp;sid=87152193712513454966156839&amp;k5=27E0C062&amp;uid="><img hspace="0" border="0" align="baseline" vspace="0" alt="Edição brasileira de Logicomix" src="http://www.roney.com.br/wp-content/uploads/2010/07/logicomix.jpg" /></a></p>
<p><iframe scrolling="no" frameborder="0" marginheight="0" marginwidth="0" style="width: 120px; height: 240px;" src="http://rcm.amazon.com/e/cm?t=galedeespe-20&amp;o=1&amp;p=8&amp;l=as1&amp;asins=1596914521&amp;fc1=000000&amp;IS2=1&amp;lt1=_blank&amp;m=amazon&amp;lc1=0000FF&amp;bc1=000000&amp;bg1=FFFFFF&amp;f=ifr"></iframe></p>
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		<title>Tradcast: O primeiro podcast brasileiro de tradução</title>
		<link>http://www.roney.com.br/2010/06/30/tradcast-o-primeiro-podcast-brasileiro-de-traducao/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 21:32:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ar]]></category>

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		<description><![CDATA[Me sinto um pouco pai do projeto da Cláudia Belhassof (minha esposa), Érika Lessa e Marcelo Neves. Não apenas por ser marido de uma das organizadoras, mas por ter participado da primeira edição falando sobre a importância do tradutor ter &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2010/06/30/tradcast-o-primeiro-podcast-brasileiro-de-traducao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Me sinto um pouco pai do projeto da <a title="Tradutora literária inglês/português" target="_blank" href="http://claudiabelhassof.com.br">Cláudia Belhassof</a> (minha esposa), <a title="Tradutora, intérprete e legendadora" target="_blank" href="http://erikalessa.com.br">Érika Lessa</a> e <a title="tradutor e intérprete inglês, alemão e espanhol para português" target="_blank" href="http://marceloneves.trd.br">Marcelo Neves</a>. Não apenas por ser marido de uma das organizadoras, mas por ter participado da primeira edição falando sobre a<a title="Podcast sobre tradução e presença online" target="_blank" href="http://www.tradcast.com.br/podcast/exista-na-internet/"> importância do tradutor ter um site e uma presença online</a>. </p>
<p>Além disso acho a arte da tradução tão importante na construção do mundo moderno onde as fronteiras entre as diversas culturas precisam se transformar em pontes para sua comunicação e para a combinação da sua riqueza cultural que me surpreende que não houvesse ainda um <a title="Site do primeiro podcast sobre tradução do Brasil" target="_blank" href="http://tradcast.com.br">programa brasileiro só sobre tradução</a> (a televisão e outros meios podiam se inspirar em iniciativas como essa). </p>
<p>Torço para o projeto estimular o surgimento de blogs, podcasts e videocasts específicos para interpretação, legendagem e outras especialidades dentro da área de tradução. Creio que há espaço para isso e ele deve crescer.</p>
<p>Vivemos a era da automatização do raciocínio. Já passamos pela automatização do trabalho braçal durante a revolução industrial e agora vemos as atividades intelectuais automáticas sendo necessariamente feita por máquinas.</p>
<p>Afinal vivemos justamente o fim das fronteiras de comunicação. A economia cada vez mais globalizada exige a criação de tradutores mecânicos já que seria humanamente impossível traduzir a Internet.</p>
<p>No entanto da mesma forma que a revolução industrial valorizou o trabalho artístico a revolução do conhecimento mostrará (ao meu ver) como é precioso o trabalho dos bons tradutores humanos: eles não traduzem ideias, traduzem culturas.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Um exercício de futurologia em 2004</title>
		<link>http://www.roney.com.br/2010/04/21/um-exercicio-de-futurologia-em-2004/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Apr 2010 03:07:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[2004]]></category>
		<category><![CDATA[futurologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Previsões feitas em 2004 para 2005, 2009, 2014, 2024 e 2032. Divirta-se ! :) <a href="http://www.roney.com.br/2010/04/21/um-exercicio-de-futurologia-em-2004/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma amiga imprudente não só usa o Outlook como tem um daqueles servidores de email antigos que a obrigam a apagar as mensagens de lá. Conclusão: deu virus na máquina e lá se foram (mais uma vez) todas as informações dela.</p>
<p>Uso o Gmail desde 2004 e essa triste história me deu a ideia de cavucar os primeiros emails que escrevi por lá e achei essa pérola de futurologia (até com alguns acertos) em um e-zine que eu escrevia na época: 24/11/2004:</p>
<blockquote><p><strong>Futurologia</strong><br />
Olha a missão que me deram! Fazer um exercício de futurologia imaginando onde a tecnologia nos levará! Ia falar dos recuros do Yahoo (tem até controle financeiro gratuito) mas vou me arriscar por esta vereda, as artes divinatórias!</p>
<p>Só tem uma coisa! Não dá para explicar os porquês, então vou só listar em quanto tempo acho que cada coisa vai acontecer e a coisa, certo?</p>
<p>1 ano: Pouco muda, a MS continua segurando as pontas e nem mesmo o seu novo sistema operacional terá saído. No entanto haverá novos aplicativos on-line para marcar consultas médicas, fazer acompanhamento de exercícios on-line e alguns serviços como o Yahoo começarão a oferecer agendas on-line capazes de conversar com as agendas de médicos, colégios e agências de viagem.<br />
Nova onda de aplicativos de código aberto. Nova onda de catalogação do genoma. Nada muda na telefonia celular. Novo estudo sobre dieta essencial (como os humanos devem comer para não se transformarem em hipopótamos).<br />
Computadores de 10Ghz.<br />
Ter o próprio domínio (como roney.com.br) começará a se tornar comum.</p>
<p>5 anos: Novos PDAs reacendem a febre de computadores. Morrem os PDAs atuais e começam a surgir os com tela flexível. Primeiros livros de papel digital. Pílulas inteligentes para curar porre. Interface gráfica holográfica começa a se popularizar. Computadores caseiros sem monitor e colocados sob escadas ou embutidos na parede serão capazes de interligar os diversos eletrodomésticos (usarão um sistema tipo Linux).<br />
A Internet torna possível manter os nossos espaços de trabalho on-line em nossos próprios domínios. É como se você pudesse chegar a qualquer computador conectado na rede e abrir o seu desktop caseiro.<br />
Computadores pessoais de 100 Ghz e até quatro processadores.</p>
<p>10 anos: Comunicadores pessoais começarão a se tornar populares e integrarão TV, telefone e máquina fotográfica. Usarão sistemas inteligentes capazes de entender ordens como &#8220;marque jantar com mamãe&#8221; e descobrir sozinhos se ela está em casa, na rua ou no médico fazendo a ligação necessária ou até marcando sozinho o compromisso: serão computadores conversando com computadores.<br />
Ninguém mais se importa com quantos Gigahertz tem um computador (você se importa com a freqüência do VHF, UHF ou com o processador da sua TV?).<br />
As pessoas começam a esquecer o que é Internet já que tudo está conectado.</p>
<p>20 anos: O trabalho à distância é cotidiano, muitas tarefas braçais são feitas por robôs pilotados por operadores treinados. Os excedentes desempregados se entulham em cidades satélite onde vivem uma civilização paralela (leu Admirável Mundo Novo de Aldous Huxley?). Novas formas de processamento de lixo darão emprego a boa parte desta civilização marginal. Dispositivos ozonizadores serão instalados em ilhas distantes dos grandes centros para tentar reverter os danos feitos à camada de ozônio.<br />
Os computadores já não são vistos como unidades físicas, é como se existissem em um tipo de rede global.</p>
<p>Futuro distante: Nossa espécie praticamente se extinguirá em 2032, portanto no futuro distante estaremos envolvidos com uma sociedade descentralizada e hologárquica composta por casas esparsas e pequenas vilas autônomas! Hehehe!</p></blockquote>
<p><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?id_link=4653&#038;nitem=2423814&#038;sid=1192151881223551412322981&#038;k5=569FE2B&#038;uid="><img src="http://www.roney.com.br/wp-content/uploads/2010/04/uma_breve_historia_futuro_attali_jacques-124x150.jpg" alt="Uma breve história do Futuro por Jacques Attali" title="Uma breve história do Futuro por Jacques Attali" width="124" height="150" class="alignright size-thumbnail wp-image-2369" /></a></p>
<p>Espero francamente que o Jacques Attali em seu Uma Breve História do Futuro seja mais feliz que eu em suas previsões! <img src='http://www.roney.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Café 22 (Beta): Uma encubadeira de criatividade e conhecimento</title>
		<link>http://www.roney.com.br/2010/02/28/cafe-22-beta-uma-encubadeira-de-criatividade-e-conhecimento/</link>
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		<pubDate>Sun, 28 Feb 2010 17:32:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ar]]></category>
		<category><![CDATA[cafe22]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[palestras]]></category>

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		<description><![CDATA[Há pessoas que assistem filmes enlatados, bebem e falam besteira em bares, fazem festas de arromba que varam as madrugadas, passam horas falando sobre trivialidades online ou offline e tem outras que, além disso tudo, inventam coisas como o Café &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2010/02/28/cafe-22-beta-uma-encubadeira-de-criatividade-e-conhecimento/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há pessoas que assistem filmes enlatados, bebem e falam besteira em bares, fazem festas de arromba que varam as madrugadas, passam horas falando sobre trivialidades online ou offline e tem outras que, além disso tudo, inventam coisas como o <a href="http://cafe22.com.br" id="kl2." title="Site oficial">Café 22</a>.</p>
<p>O Café 22 teve ondem sua segunda edição. Pode-se dizer que a primeira foi uma versão alfa e essa foi um beta como os do Google, ou seja, a coisa daqui para frente é para valer.</p>
<p>O evento ainda está construindo sua identidade então não dá para falar exatamente o que ele é pois muitas coisas devem mudar, mas posso falar o que acho que ele é no momento:
<ul>
<li>Uma reunião de amigos que escolhem alguns do grupo para falar de coisas interessantes</li>
<li>Uma oportunidade para os tímidos se desinibirem apresentando suas ideias para uma platéia</li>
<li>Um tipo de ponto de dispersão de conhecimento já que as falas e slides são posteriormente publicadas nos perfis do Café 22 no Videolog e no Slideshare</li>
</ul>
<p>Quem concebeu o projeto (provocada pelo @<a href="http://twitter.com/fredguth" id="r413" title="Perfil no Twitter">Fredguth</a>) foi a @<a href="http://twitter.com/maffalda" id="re:x" title="Perfil no Twitter">Maffalda</a>e um grupo de amigos (entre os quais me sinto honrado por estar), mas eu espero sinceramente que outros grupos de pessoas ouçam falar da ideia e criem projetos semelhantes.</p>
<p>A fórmula em essência é simples (mas vamos escrever artigos sobre nossos erros e acertos para ajudar outros que se inspirarem):
<ul>
<li>Junte alguns amigos próximos;</li>
<li>Ache um lugar baratinho onde caibam trinta ou sessenta pessoas;</li>
<li>Peça para cada amigo convidar mais umas duas pessoas</li>
<li>Receba resumos de assuntos de todos que quiserem apresentar alguma coisa</li>
<li>Vote entre os amigos para escolher as 5 ou 6 falas do dia</li>
<li>Marque um botecamp depois do evento <img src='http://www.roney.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </li>
</ul>
<p>Digo que ontem foi a versão beta funcional porque achamos um formato que ajudou as palestras a fluirem, filmamos tudo e, apesar de começarmos com atraso de meia-hora acabamos em um bom horário. Além disso, das 39 pessoas que compareceram mais de 20 foram ao botecamp posterior e acho que esse bate papo é parte importante de qualquer evento.</p>
<p>Claro que houve falhas (eu e minha esposa poderíamos ter chegado mais cedo e a @<a href="http://twitter.com/biattrix">Biattrix</a> e @<a href="http://twitter.com/nataliah">Nataliah</a> não teriam ido sozinhas comprar os comes e bebes), mas no final tudo deu certo e acho que esse é outro segredo de eventos de sucesso: ter um grupo de organizadores dedicados de coração.</p>
<p>Foram seis palestras nessa ordem:</p>
<ol>
<li>@<a href="http://twitter.com/claudiamello">ClaudiaMello</a>: Convivendo com a mesma pessoa por 25 anos. Num mundo repleto de desamor, mas, ao mesmo tempo, cheio de novas possibilidades e novos romances no ar, gostaria de contar como foram os 25 anos de relacionamento com o Roney e de falar um pouco sobre como foi essa jornada incrível e repleta de obstáculos e oportunidades.</li>
<li>@<a href="http://twitter.com/prill">Prill</a>: Vou falar sobre cartas de alforria interessantes que foram registradas no Rio de Janeiro entre os anos de 1830 até 1870; falar dos causos que surgem nelas e que nos deixam entrever uma cultura rica e diferente</li>
<li>@<a href="http://twitter.com/limejovi">limejovi</a>: &#8220;McSlave&#8221;: como sobreviver ao McDonald´s e ao preconceito &#8211; Trabalhar em um McDonald´s, num dos estados mais racistas dos Estados Unidos teria tudo para ser uma experiência devastadora. Mas, pelo contrário, gerou incríveis constatações sobre a vida e o significado das pessoas</li>
<li>@<a href="http://http://twitter.com/liaamancio">LiaAmancio</a>: Vou falar sobre <span class="il">criatividade</span>: economia criativa, cidades criativas, sites inspiradores de estímulo à <span class="il">criatividade</span>, lado direito do cérebro e o que mais couber em&#8230; 20 minutos?</li>
<li>@<a href="http://twitter.com/tudoemsimas">TudoemSimas</a>: Filmes e as mensagens que deixamos passar achando que estamos apenas assistindo um enlatado americano</li>
<li>@<a href="http://twitter.com/biattrix">Biattrix</a>: Apresentações PowerPoint em 15 minutos &#8211; como fazer. Dicas de estilos, fundos, fontes e imagens. A importância do tamanho da fonte. Slides entulhados não estão com nada &#8211; o limite da informação: palavras por linha, linhas por slide. Apresentações que falam por si só &#8211; prolongando a vida útil da sua apresentação pela web afora</li>
</ol>
<p>Esse é um blog e um post pessoal então vou fazer comentários pessoais sobre ontem. As coisas ciberculturais vou deixar para o Meme de Carbono <img src='http://www.roney.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Sempre digo que o especial no Twitter não são as pessoas seguidas por muita gente, mas as pessoas que habitam aquela rede em geral.</p>
<p>Lamento muito por não ser capaz de seguir de volta todos que me seguem pois sempre que olho alguns deles vejo pessoas fantásticas e cheias de coisas fascinantes para dizer que eu jamais tinha pensado antes.</p>
<p>O Café 22 é uma demostração disso.</p>
<p>É incrível descobrir como os amigos dos seus amigos são cheios de pensamentos originais e pontos de visão inesperados e estimulantes.</p>
<p>Organizar ou participar desse tipo de evento torna difícil perder tempo sendo pessimista em relação ao presente ou ao futuro e nos impele a não perder tempo com muxoxos e passar à ação!</p>
<p>E não pense que esse é o único movimento moderno em torno do conhecimento! Tem uma infinidade de outros, mas vou destacar só um que faço questão de frequentar e outro que estou perdendo hoje poque estou com muito trabalho:
<ul>
<li><a href="http://godfathertheblog.wordpress.com/soumaisweb/" id="wckg" title="Estratégias em Marketing Digital">Sou Mais Web</a>: focado em marketing, mas ultimamente tenho a impressão que boa parte da nossa sociedade marcantemente consumista está focada de alguma forma no marketing. É mensal e vou sempre.</li>
<li><a href="http://innetevento.blogspot.com/" id="ssr8" title="Integração e Internet">InNet</a>: Gira em torno de integração e Internet, que, convenhamos, é a infraestrutura de quase tudo que está acontecendo ou pelo menos é o instrumento que nos permite conectar os diferentes grupos criadores de ideias. Esse eu preciso MUITO ir na próxima edição!</li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>A realidade ainda não existe&#8230;</title>
		<link>http://www.roney.com.br/2010/02/07/a-realidade-ainda-nao-existe/</link>
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		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 22:25:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[imaginário]]></category>
		<category><![CDATA[real]]></category>

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		<description><![CDATA[Aviso ao visitante casual: Esse é meu blog pessoal, me chamo Roney e tenho um amigo imaginário, o Gato de Sapatos que jura que é real, mas acho que diz isso só para me fazer parecer um pouco mais maluco &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2010/02/07/a-realidade-ainda-nao-existe/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aviso ao visitante casual: Esse é meu blog pessoal, me chamo Roney e tenho um amigo imaginário, o <a title="Post explicando porque não é o Gato de Botas" target="_blank" href="http://www.roney.com.br/2004/10/11/gato-sem-nome/">Gato de Sapatos</a> que jura que é real, mas acho que diz isso só para me fazer parecer um pouco mais maluco do que já pareço<br />
  
</p>
<blockquote>
<p>- Oi Roney&#8230; Seu blog anda parado, né? Você parou de ter devaneios, colocou os pés no chão?
  </p>
<p>- Ahaha! Você sabe que não, meu amigo Gato, mas&#8230; Bem, mas&#8230;
  </p>
</blockquote>
<p>Tentei parecer seguro aos olhos do meu amigo imaginário, mas a verdade é que não sei porque deixei de escrever. Um pouco da ilusão de não estar mais só depois de encontrar vários semelhantes nas praças online cada vez mais numerosas. Um bocado por fuga&#8230; É muito mais fácil ocupar a mente com Bejewled do que delirar com outras realidades prováveis ou possíveis.
</p>
<p>Mas estou triste.
</p>
<p>Sinto falta de esparramar no mármore alvo as palavras que seguem cursos que eu mesmo não imagino.
</p>
<p>Me sinto um assassino por não der concedido vida, ainda que efêmera, a dezenas de personagens que desfilaram pela minha mente nos últimos meses.
</p>
<p>Estava mergulhado no mundo real, conversando pessoalmente e à distância com pessoas reais, mas um vazio foi crescendo em mim.
</p>
<p>Pela primeira vez me ocorre que os artistas não escrevem porque estão sofrendo e precisam desabafar, eles sofrem porque não dão vida aos seus sonhos (e todos somos artistas).
</p>
<p>Percebi, e isso sempre soube, que é uma tolice dizer que temos que viver o mundo real, ora. o mundo real é acordar, comer, brincar, reproduzir (faz parte de brincar), dormir&#8230; A realidade é vasta demais para se limitar ao real. Só nossos delírios são capazes de, aos poucos, trazerem a realidade para o mundo.
</p>
<p>E quem saberá o que é a realidade&#8230; Uma civilização galática e justa? Uma orda de conquistadores batalhando entre as estrelas? O retorno à vida simples em vilas totalmente integradas ao ambiente onde todos são iguais? Ainda não sabemos pois continuamos apenas a caminhar.
</p>
<p>Cada um que soma sua voz (e quem soma online multiplica) com um lamento fatalista, com o suspiro esperançoso ou com o brado da vitória ajuda a moldar um pouco mais nosso mundo.
</p>
<blockquote>
<p>- E você Roney? Isso explica porque você não anda escrevendo?
  </p>
<p>- Não&#8230; Acho que me faltava empatia por essas pessoas fantásticas que não sei se existem, mas visitam meus pensamentos todo dia. Talvez tenha medo que elas se tornem mais reais do que eu, mas quanto menos elas vivem mais efêmero me torno.
  </p>
</blockquote>
<p>Humm&#8230; Receio que esse seja mais um desses posts que só o autor entenderá. Se for assim peço-lhe desculpas!
</p>
<p>Quem sabe amanhã não trago alguém aqui para compensar essas palavras trôpegas?<br />
  </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Como um evangélico deve conversar com um ateu?</title>
		<link>http://www.roney.com.br/2009/06/27/como-um-evangelico-deve-conversar-com-um-ateu/</link>
		<comments>http://www.roney.com.br/2009/06/27/como-um-evangelico-deve-conversar-com-um-ateu/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 18:46:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Crenças]]></category>
		<category><![CDATA[ateísmo]]></category>
		<category><![CDATA[humanismo]]></category>
		<category><![CDATA[religião]]></category>

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		<description><![CDATA[O que torna tão difícil a comunicação entre religiosos e ateus? <a href="http://www.roney.com.br/2009/06/27/como-um-evangelico-deve-conversar-com-um-ateu/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabo sempre voltando ao tema religião&#8230; Mesmo tendo escrito exaustivamente sobre isso aqui mesmo em <a title="Último de uma série de 14 posts sobre religião, deuses e ateísmo" target="_blank" href="http://www.roney.com.br/2008/08/07/em-busca-do-po-parte-14-e-final-acho/">uma série de posts</a> <img src='http://www.roney.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' />
</p>
<p>Sou humanista, ou seja, não me parece importante inserir deuses na equação da consciência humana, mas algumas das pessoas que mais respeito são especiais justamente pela forma que se relacionam com a sua fé e recentemente vi um convide da @aevangelista para comentarmos a difícil comunicação entre ateus e &#8220;teus&#8221; no seu post <a title="Como um evangélico pode provar Deus para um ateu?" target="_blank" href="http://aevangelista.wordpress.com/2009/06/25/a-sabedoria-de-deus-e-loucura-para-os-homens">A Sabedoria de Deus é loucura para os homens</a> (a da ciência também, a propósito):<br />
  
</p>
<p>Aqui está o meu comentário que achei que, pela extensão, precisava virar post:
</p>
<blockquote>
<p> É necessário ser muito cuidadoso com as pessoas pois nós humanos (aliás, toda forma de consciência) merece o mais profundo respeito, mesmo que discordemos diametralmente das expressões dessa consciência.</p>
<p>Vim deixar meu comentário aqui porque posso facilmente ser visto como um ativista ateu ou anti-religioso, mas na verdade sou um ativista da consciência livre e sinto que a Evangelista também é.</p>
<p>Em todo caso, minha posição e as minhas idéias a respeito de deuses e religiões devem ser expressas aqui com muito carinho. Espero que todos entendam ao me colocar contra certas idéias não me coloco contra as pessoas.</p>
<p>Bem, até pouco tempo eu me declarava como tecnicamente ateu pois não vejo razão para crer que o Universo foi criado por uma divindade, que alguma divindade ouça nossas orações ou cuide de nós.</p>
<p>Estou parando de me definir assim pois a palavra ateu está sendo usada para definir quem tem certeza que não existem deuses. Não acho que nosso conhecimento atual nos permita fazer esta declaração.</p>
<p>O máximo que podemos dizer é que os deuses que eventualmente existam não fazem questão de se mostrar para a humanidade preferindo que cada um encontre sua própria fé.</p>
<p>A fé do bom ateu é na humanidade, é no amadurecimento da nossa consciência no sentido de agirmos de forma moral porque é lógico e não porque algum deus nos ameaça com o inferno ou nos seduz com a promessa do céu.</p>
<p>A fé do bom cristão (fui profundamente cristão desde os 4 anos quando conheci uma freira especial até me decepcionar aos 11 ao fazer primeira comunhão) me parece ser em um Deus pronto a compartilhar com ele a sabedoria que não pode obter sozinho (nenhum de nós, crentes ou descrentes pode).</p>
<p>Algumas das pessoas que mais admiro e considero mais sábias são religiosas como Ghandi, Frei Betto, Dalai Lama, Leonardo Boff e alguns amigos que são especiais justamente por sua relação com sua religião.</p>
<p>Entretanto há facetas negras nas religiões.</p>
<p>Talvez a pior de todas, e que mais incomoda os ateus, seja a arrogância de crer que já sabe qual é a verdade absoluta, o Deus verdadeiro. E tudo piora quando quem não vê a mesma verdade é demonizado&#8230;.</p>
<p>Os bons cristãos (católicos, protestantes, islãmicos), budistas, taoistas, wicca, esotéricos não são assim, são pessoas procurando desenvolver cada vez mais suas consciências para tentar ter uma visão melhor de Deus.</p>
<p>Os ateus também&#8230; Só que eles não creem em um deus místico, eles creem na consciência.</p>
<p>Talvez no final não seja muito diferente, mas se torna no momento que um grupo usa a lógica para comprovar o que não temos tecnologia para comprovar (a inexistência de deuses) enquanto os outros tentam usar suas experiências subjetivas no sentido contrário.</p>
<p>É uma fonte inesgotável de conflito.</p>
<p>Há de haver humildade.</p>
<p>De um lado a dos materialistas, deístas ou ateus que devem entender que na ausência de provas a favor ou contra todos devem ter direito a seus próprios postulados.</p>
<p>De outro a dos que creem que devem entender que a fé é uma experiência pessoal que deve reger a nossa concepção do mundo, a nossa moral, e não a dos outros. Usar a fé, nossos deuses e religiões para impor a nossa cultura aos outros é um ato de violência.</p>
<p>A arrogância (que atinge os dois grupos, é bom lembrar) é a raiz dos conflitos que contaminam até as relações entre cristãos e enquanto estivermos engajados em impor a nossa razão (ateista ou &#8220;teista&#8221;) perderemos de vista a razão em sua acepção pura.</p>
<p>Ao nos agarrar na razão rígida e imutável assumimos uma postura que não é nem evolutiva, nem criacionista, mas involucionista já que temos certeza que a visão correta de Deus é aquela de quem viveu há 5 mil anos&#8230;. No mínimo estamos estagnados. Vale lembrar que esse é um fenômeno humano afinal há um certo consenso de que nunca haverá outro Shakespeare. Só na física há um pouco de desenvolvimento, mas não sem resitências selvagens.</p>
<p>Respondendo a Evangelista, eu creio que o evangelismo proativo (incluindo o ateu) é um caminho contaminado pela arrogância&#8230; Não lembro nenhum grande humano ter dito para impormos nossas crenças a outros humanos, nem mesmo Cristo.</p>
<p>Será que os cristãos do segmento x, divisão y, categoria k do bairro h são superiores aos do bairro q e só eles entenderam Deus?</p>
<p>Parece-me claro que, se há um ou mais deuses cada um de nós, cada cultura humana, vê ou escolhe ver algumas das suas características.</p>
<p>Uns preferem seu ombro amigo onde podem depositar seus sonhos e projetos, outros preferem o braço forte para ajudá-los em suas difíceis missões de vida, poetas preferem tentar entrever seus olhos misteriosos cheios de sabedoria.</p>
<p>Essas escolhas são feitas de acordo com as nossas necessidades pessoais e aqueles com necessidades similares se juntarão a nós em nossas crenças ou razões. Não faz sentido impor a todos os humanos a mesma cultura.</p>
<p>A minha opinião é que o evangelismo passivo (incluindo o ateu) é o caminho.</p>
<p>Permitir que nossa visão de mundo altere profunda e constantemente a nossa consciência nos transforma em faróis brilhando com as cores e ritmos adequados para atrair nossos irmãos de fé ou de razão.</p>
<p>O problema é quando um grupo quer impor a sua consciência a todos os outros. Por isso defendo que não haja interferência religiosa na política e no ensino ou que haja interfêrencia completa apresentando-se as razões e contra razões de cada religião.</p>
<p>Fora isso há vários desafios dentro da própria forma de ler e interpretar os livros sagrados afinal é ridículo querer impor pela fé que a Terra é um disco apoiado sobre 4 elefantes que estão sobre uma tartaruga cósmica conforme está descrito nas crenças indus.</p>
<p>Da mesma forma minha avó morreu jurando que os homens tinham uma costela a menos que as mulheres pois ela foi tirada para fazer Eva. Não adiantava mostrar um esqueleto para ela pois sua fé era maior que sua razão (era mais uma pessoa profundamente boa que sempre admirei).</p>
<p>Na minha opinião os religiosos precisam deixar de ver seus livros sagrados como livros de física, química, antropologia e história passando a buscar neles o significado moral, a mensagem que eles trazem para nossa consciência e não para a nossa razão. Do contrário se tornará cada vez mais difícil argumentar com quem se baseia em fatos e ciência.</p>
<p>Afinal de contas qual é o ponto importante? Quantas costelas temos? Se fomos feitos de barro? Se o Universo existe há 6.485 anos? Ou a questão é o que vamos dizer para o outro humano que chega até nós precisando de uma palavra de conforto ou de motivação?</p>
<p>Estou enrolando por quatro parágrafos, mas acho que é necessário dizer&#8230; Desapeguem-se da Bíblia. Ou pelo menos lembrem-se que Jesus Cristo veio também para revelar que a palavra de Deus está escrita no coração dos humanos&#8230; Por isso ele pode transformar as leis antigas convidando quem não tinha qualquer pecado a apedrejar a adúltera&#8230; E com isso aboliu uma lei bíblica.</p>
<p>Foi Cristo também que disse que edificaria sua Igreja sobre Pedro, o homem comum e de coração puro e sincero. Cristo não deixou uma Bíblia, não precisamos dela para encontrar ou provar a existência de Deus, Espírito ou consciência, isso está escrito em cada pequeno fragmento do Universo onde encontramos pela fé ou pela razão, maravilhas sem fim!<br />
    
  </p>
</blockquote>
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		<title>O MENOR post da história desse blog&#8230;</title>
		<link>http://www.roney.com.br/2009/01/18/o-menor-post-da-historia-desse-blog/</link>
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		<pubDate>Sun, 18 Jan 2009 16:57:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Campus Party.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.memedecarbono.com.br/2009/01/15/campus-party-brasil-2009-construindo-a-sociedade-do-conhecimento/">Campus Party.</a></p>
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		<title>Ciclos artificiais: Festas de fim de ano&#8230;</title>
		<link>http://www.roney.com.br/2008/12/26/ciclos-artificiais-festas-de-fim-de-ano/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Dec 2008 16:12:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[ano novo]]></category>
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		<description><![CDATA[Nós humanos somos feitos de idéias que viajam em corpos de carbono e genes. Escutamos as palavras, deciframos a dança dos movimentos e o significados ocultos dos costumes. De toda forma tentamos ser um só, uma unidade. Ao ver um &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2008/12/26/ciclos-artificiais-festas-de-fim-de-ano/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nós humanos somos feitos de idéias que viajam em corpos de carbono e genes.
</p>
<p>Escutamos as palavras, deciframos a dança dos movimentos e o significados ocultos dos costumes.
</p>
<p>De toda forma tentamos ser um só, uma unidade.
</p>
<p>Ao ver um rosto pela primeira vez, ao escutar um “Oi! Muito prazer!” de um novo amigo normalmente partilhamos o que há de mais essencial em nós: fraternidade… Salvo, claro, quando vem algum preconceito antes por causa dos códigos dos gestos ou costumes que não entendemos como uma burca, o jeito de andar, uma minissaia, uma tatuagem…
</p>
<p>Estivemos até hoje afastados uns dos outros. Inventamos palavras, roupas, crenças e uma infinidade de outros memes que nos ajudam a conviver com as cidades, florestas, ilhas ou oasis onde vivemos.
</p>
<p>Então nossa essência foi mais forte! Fomos separados quando Pangéia se dividiu, mas aprendemos a cavalgar, inventamos carroças, carros, aviões e foguetes, fomos até a Lua para ver como estávamos próximos uns dos outros!
</p>
<p>Infelizmente dezenas de milhares de anos tinham passado e tornou-se tão difícil ver alguém igual por baixo de todos aqueles costumes diferentes que chegaram a fazer julgamentos para decidir se índios ou negros eram mesmo humanos!
</p>
<p>Ah! Mas o poder na nossa essência&#8230; o grito da nossa consciência é ainda mais poderoso que nosso medo e nossa ignorância. Então criamos novos veículos!
</p>
<p>Agora não viajamos mais pela Terra, viajamos pelas idéias! Criamos carruagens, automóveis e foguetes que transportam nossos pensamentos! Nossos memes e toda cultura, costumes e crenças que eles articulam!
</p>
<p>Rádio, cinema, jonais e televisão são esses novos veículos que nos trouxeram até aqui, mas não eram nossa voz pois só podiam transportar uns poucos de cada vez transformando a maioria de nós em espectadores passivos. Então criamos um novo mundo real onde absolutamente todos podem falar e ser ouvidos!
</p>
<p>A Internet é o pequeno mastro de uma nave que vemos no horizonte e vai crescendo conforme nos aproximamos. A cada dia vemos um pouco mais do que está por vir: hiperdemocracia, uma nova mídia, outras estruturas de governo onde cada um tem sua voz, uma era onde o conhecimento, a criatividade e a consciência são o maior patrimônio&#8230;<br />
  
</p>
<p>Em 2008 finalmente entendemos que a Internet é uma rede de pessoas. Sites são pessoas que compartilham suas vozes!
</p>
<p>Aqui e ali pipocam &#8220;desconferências&#8221; que descobrem e ajudam a descobrir um novo mundo onde finalmente veremos de perto que <strong>nossas diferenças são tesouros da nossa criatividade</strong> e não coisas a serem toleradas!
</p>
<p>Em 2008 eventos como <a title="Principal evento de cibercultura, tecnologia e conhecimento dos EUA" href="http://ted.com" mce_href="http://ted.com" target="_blank">ted.com</a>, <a title="Principal evento de conhecimento no Brasil" href="http://www.nave.org.br/category/noticias/descolagem-noticias/" mce_href="http://www.nave.org.br/category/noticias/descolagem-noticias/" target="_blank">Descolagem</a>, <a title="Evento de cibercultura e conhecimento da Facha" href="http://dnadigital.wordpress.com/" mce_href="http://dnadigital.wordpress.com/" target="_blank">Sou + Web</a>, Blogcamps, <a title="Evento de conhecimento e cibercultura da American Chamber" href="http://www.simplesmente.com.br/manhas-digitais/" mce_href="http://www.simplesmente.com.br/manhas-digitais/" target="_blank">Manhãs Digitais</a> e tantos outros finalmente começaram a convergir trazendo antídotos para a o medo das diferenças e <strong>alimento para o êxtase diante da nossa diversidade</strong>!
</p>
<p>Agora estamos nos momentos finais do ciclo artificial de 2008 quando normalmente as pessoas fogem da realidade para beber, comer e festejar&#8230; Pois meus votos são que em 2009, assim como em 2008, cada vez mais aprendamos a apreciar diariamente os ciclos naturais dos solstícios, equinócios e, principalmente, das transformações da nossa consciência!</p>
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		</item>
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		<title>Desconferência</title>
		<link>http://www.roney.com.br/2008/11/23/desconferencia/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Nov 2008 01:54:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ar]]></category>
		<category><![CDATA[brainstorm]]></category>
		<category><![CDATA[debate]]></category>
		<category><![CDATA[descolando]]></category>
		<category><![CDATA[desconferÃªncia]]></category>

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		<description><![CDATA[É uma palestra. Lá na frente pessoas se alternam falando sobre a escola e o futuro&#8230; sobre o futuro e a escola. No grande auditório talvez 200 pessoas espalhadas em grandes pufes vermelhos, não em cadeiras. Muitos assistem as palestras, &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2008/11/23/desconferencia/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casino-illustration-portfolio.blogspot.com/2008/08/blog-post.html" target="_blank" title="Galeria da artista"><img width="274" vspace="8" hspace="8" height="213" border="0" align="left" src="http://www.roney.com.br/wp-content/uploads/2008/11/brainstorm.jpg" alt="Brainstorm" /></a>É uma palestra.</p>
<p>Lá na frente pessoas se alternam falando sobre a escola e o futuro&#8230; sobre o futuro e a escola.</p>
<p>No grande auditório talvez 200 pessoas espalhadas em grandes pufes vermelhos, não em cadeiras.</p>
<p>Muitos assistem as palestras, mas outros mantém os olhos perdidos nas telas dos notebooks que repousam em seus joelhos ou nas pequenas telas dos celulares. É uma audiência estranha que digita coisas rapidamente e esboçam sorrisos sem sentido.</p>
<p>Num canto uma moça parece mais alienada do ambiente do que qualquer outro. Seus dedos tamborilam incessantemente o teclado e a luz artificial do monitor dá uma faérica coloração ao seu rosto.</p>
<p>Os que assistem as palestras no entanto e paradoxalmente são os alienados neste estranho auditório pois os notebooks e celulares são janelas para um intenso debate paralelo e os olhos mergulhados nas telas circulam velozmente pelo fluxo de informações do ambiente enquanto os ouvidos permanecem atentos ao palestrante e os dedos tecem comentários.</p>
<p>E aquela moça, a mais alienada, é um <a href="http://maffalda.blogspot.com/2008/11/cobertura-do-descolagem-3.html" target="_blank" title="Cobertura streaming do #Descolando 3">turbilhão captando todo esse fluxo de informação audio-visual</a> e convertendo em texto para centenas de pessoas que não estão naquele lugar.</p>
<p>A cena digna de Borges é o cenário corriqueiro de um <a href="http://www.nave.org.br/2008/10/27/proximo-descolagem-vai-debater-sobre-a-escola-do-seculo-xxi/" target="_blank" title="Escola do século XXI no #Descolando">debate moderno</a>.</p>
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		<title>Jill Bolte Taylor, a cientista que curou o próprio cérebro</title>
		<link>http://www.roney.com.br/2008/10/20/jill-bolte-taylor-a-cientista-que-curou-o-proprio-cerebro/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 23:50:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[consciência]]></category>
		<category><![CDATA[jill bolte taylor]]></category>
		<category><![CDATA[mente]]></category>
		<category><![CDATA[neuroanatomia]]></category>
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		<description><![CDATA[Você usa seu cérebro ou seu cérebro usa vc? Em setembro recebi um contato da agência de mídias sociais a serviço da Ediouro que viu o post que escrevi sobre o vídeo da neuroanatomista Jill Bolte Taylor no TED e &#8230; <a href="http://www.roney.com.br/2008/10/20/jill-bolte-taylor-a-cientista-que-curou-o-proprio-cerebro/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21405701/cientista+que+curou+seu+pr%C3%B3prio+c%C3%A9rebro,+a/?franq=140442" target="_blank" title="Compre no Submarino"><img hspace="0" vspace="12" border="0" align="left" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img1/21405701.jpg" alt="A cientista que curou o próprio cérebro - Jill Bolte Taylor" /></a></p>
<p align="center"><font size="3"><strong>Você usa seu cérebro ou seu cérebro usa vc?</strong></font> </p>
<p>Em setembro recebi um contato da <a href="http://www.agenciafrog.com.br/" target="_blank" title="Agencia Frog de Mídias Sociais">agência de mídias sociais a serviço da Ediouro</a><a href="http://www.agenciafrog.com.br/" target="_blank" title="Agência Frog"></a> que viu o post que escrevi <a href="http://www.roney.com.br/2008/07/10/jill-bolte-taylor-e-o-hemisferio-do-nirvana/" target="_self" title="Post antigo sobre o vídeo no TED">sobre o vídeo da neuroanatomista Jill Bolte Taylor</a> no TED e resolveu me oferecer uma cópia do livro para comentá-lo. Isso é que é campanha inteligente de marketing social, afinal, se gostei do vídeo certamente gostaria do livro.</p>
<p>Você pode ver o hotsite do livro aqui: <a href="http://www.ediouro.com.br/acientista/" target="_blank" title="Site oficial do livro">Jill Bolte Taylor, A cientista que curou o próprio cérebro</a>.</p>
<p>Confesso que não gostei muito do título que me remeteu um pouco à auto-ajuda e preferiria algo mais próximo do original que seria mais ou menos &quot;Meu ataque de inspiração: a jornada pessoal de uma cientista do cérebro&quot;.</p>
<p>Digo isso logo no início do post para que o leitor averso à auto-ajuda não deixe de olhar esse livro atentamente.</p>
<p>Pode-se dizer que ele é dividido em duas partes.</p>
<p>Na primeira parte a cientista (até onde percebi bem cética do ponto de vista religioso) descreve como foi o seu derrame, a incrível experiência de se ver repentinamente com somente um hemisfério cerebral em funcionamento e como foi sua recuperação.</p>
<p>Essa primeira parte contém alguns insights muito interessantes que nos leva a questionar a máxima tão comum de que &quot;sou assim&quot; ou &quot;cachorro velho não aprende truque novo&quot;. Mas els será realmente útil para quem tiver que enfrentar um derrame, seja como vítima, seja como pessoa próxima a alguém que sofreu um derrame.</p>
<p>Se o livro fosse apenas isso a gente poderia se entregar à velha ilusão de que nada de ruim acontece conosco e que preferimos fazer de conta que essas coisas não existem pois do contrário ficamos nervosos&#8230; Bem, tenho certeza que nada de ruim vai me acontecer, mas faço questão de não viver sob o signo do medo e procuro me informar sobre tudo.</p>
<p><iframe frameborder="0" scrolling="no" align="right" src="http://rcm.amazon.com/e/cm?t=galedeespe-20&amp;o=1&amp;p=8&amp;l=as1&amp;asins=0670020745&amp;fc1=000000&amp;IS2=1&amp;lt1=_blank&amp;m=amazon&amp;lc1=0000FF&amp;bc1=000000&amp;bg1=FFFFFF&amp;f=ifr" style="width: 120px; height: 240px;" marginwidth="0" marginheight="0"></iframe></p>
<p>Acontece que o livro não acaba ai.</p>
<p>Os capítulos à partir do 14 deveriam ser lidos por todos os seres humanos que possuem um cérebro.</p>
<p>As 73 páginas finais do livro são uma cuidadosa, porem coloquial, descrição de como os hemisférios esquerdo e direito definem nossa personalidade juntamente com o nosso emocional e infantil complexo límbico.</p>
<p>Estou convencido de que os conhecimentos que Jill Bolte Taylor transmite nesse livro são ferramentas importantíssimas para desenvolvermos nossa consciência, personalidade e, porque não, nosso espírito.</p>
<p>Apesar dela adotar um discurso que algumas vezes parece quase religioso uma leitura atenta revelará que não se trata de religiosidade ou mesmo de espiritualidade, mas de uma tentativa (bem sucedida ao meu ver) de descrever experiências sintéticas em uma língua (a linguagem reside no hemisfério esquerdo junto com o pensamento analítico enquanto o pensamento sintético reside no hemisfério direito) que não está preparada para descrever este tipo de experiência.</p>
<p>A neuroanatomista afirma acreditar que ao compreender a dinâmica do funcionamento do nosso cérebro podemos criar uma civilização mais pacífica mais capaz de compaixão. Ela me convenceu totalmente e percebi que o vídeo dela no TED é uma sombra do que esse livro pode ser para cada um que tiver chance de lê-lo.</p>
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