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Café 22 (Beta): Uma encubadeira de criatividade e conhecimento

28th, February 2010

Há pessoas que assistem filmes enlatados, bebem e falam besteira em bares, fazem festas de arromba que varam as madrugadas, passam horas falando sobre trivialidades online ou offline e tem outras que, além disso tudo, inventam coisas como o Café 22.

O Café 22 teve ondem sua segunda edição. Pode-se dizer que a primeira foi uma versão alfa e essa foi um beta como os do Google, ou seja, a coisa daqui para frente é para valer.

O evento ainda está construindo sua identidade então não dá para falar exatamente o que ele é pois muitas coisas devem mudar, mas posso falar o que acho que ele é no momento:

  • Uma reunião de amigos que escolhem alguns do grupo para falar de coisas interessantes
  • Uma oportunidade para os tímidos se desinibirem apresentando suas ideias para uma platéia
  • Um tipo de ponto de dispersão de conhecimento já que as falas e slides são posteriormente publicadas nos perfis do Café 22 no Videolog e no Slideshare

Quem concebeu o projeto (provocada pelo @Fredguth) foi a @Maffaldae um grupo de amigos (entre os quais me sinto honrado por estar), mas eu espero sinceramente que outros grupos de pessoas ouçam falar da ideia e criem projetos semelhantes.

A fórmula em essência é simples (mas vamos escrever artigos sobre nossos erros e acertos para ajudar outros que se inspirarem):

  • Junte alguns amigos próximos;
  • Ache um lugar baratinho onde caibam trinta ou sessenta pessoas;
  • Peça para cada amigo convidar mais umas duas pessoas
  • Receba resumos de assuntos de todos que quiserem apresentar alguma coisa
  • Vote entre os amigos para escolher as 5 ou 6 falas do dia
  • Marque um botecamp depois do evento :)

Digo que ontem foi a versão beta funcional porque achamos um formato que ajudou as palestras a fluirem, filmamos tudo e, apesar de começarmos com atraso de meia-hora acabamos em um bom horário. Além disso, das 39 pessoas que compareceram mais de 20 foram ao botecamp posterior e acho que esse bate papo é parte importante de qualquer evento.

Claro que houve falhas (eu e minha esposa poderíamos ter chegado mais cedo e a @Biattrix e @Nataliah não teriam ido sozinhas comprar os comes e bebes), mas no final tudo deu certo e acho que esse é outro segredo de eventos de sucesso: ter um grupo de organizadores dedicados de coração.

Foram seis palestras nessa ordem:

  1. @ClaudiaMello: Convivendo com a mesma pessoa por 25 anos. Num mundo repleto de desamor, mas, ao mesmo tempo, cheio de novas possibilidades e novos romances no ar, gostaria de contar como foram os 25 anos de relacionamento com o Roney e de falar um pouco sobre como foi essa jornada incrível e repleta de obstáculos e oportunidades.
  2. @Prill: Vou falar sobre cartas de alforria interessantes que foram registradas no Rio de Janeiro entre os anos de 1830 até 1870; falar dos causos que surgem nelas e que nos deixam entrever uma cultura rica e diferente
  3. @limejovi: “McSlave”: como sobreviver ao McDonald´s e ao preconceito – Trabalhar em um McDonald´s, num dos estados mais racistas dos Estados Unidos teria tudo para ser uma experiência devastadora. Mas, pelo contrário, gerou incríveis constatações sobre a vida e o significado das pessoas
  4. @LiaAmancio: Vou falar sobre criatividade: economia criativa, cidades criativas, sites inspiradores de estímulo à criatividade, lado direito do cérebro e o que mais couber em… 20 minutos?
  5. @TudoemSimas: Filmes e as mensagens que deixamos passar achando que estamos apenas assistindo um enlatado americano
  6. @Biattrix: Apresentações PowerPoint em 15 minutos – como fazer. Dicas de estilos, fundos, fontes e imagens. A importância do tamanho da fonte. Slides entulhados não estão com nada – o limite da informação: palavras por linha, linhas por slide. Apresentações que falam por si só – prolongando a vida útil da sua apresentação pela web afora

Esse é um blog e um post pessoal então vou fazer comentários pessoais sobre ontem. As coisas ciberculturais vou deixar para o Meme de Carbono ;)

Sempre digo que o especial no Twitter não são as pessoas seguidas por muita gente, mas as pessoas que habitam aquela rede em geral.

Lamento muito por não ser capaz de seguir de volta todos que me seguem pois sempre que olho alguns deles vejo pessoas fantásticas e cheias de coisas fascinantes para dizer que eu jamais tinha pensado antes.

O Café 22 é uma demostração disso.

É incrível descobrir como os amigos dos seus amigos são cheios de pensamentos originais e pontos de visão inesperados e estimulantes.

Organizar ou participar desse tipo de evento torna difícil perder tempo sendo pessimista em relação ao presente ou ao futuro e nos impele a não perder tempo com muxoxos e passar à ação!

E não pense que esse é o único movimento moderno em torno do conhecimento! Tem uma infinidade de outros, mas vou destacar só um que faço questão de frequentar e outro que estou perdendo hoje poque estou com muito trabalho:

  • Sou Mais Web: focado em marketing, mas ultimamente tenho a impressão que boa parte da nossa sociedade marcantemente consumista está focada de alguma forma no marketing. É mensal e vou sempre.
  • InNet: Gira em torno de integração e Internet, que, convenhamos, é a infraestrutura de quase tudo que está acontecendo ou pelo menos é o instrumento que nos permite conectar os diferentes grupos criadores de ideias. Esse eu preciso MUITO ir na próxima edição!

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A realidade ainda não existe…

7th, February 2010

Aviso ao visitante casual: Esse é meu blog pessoal, me chamo Roney e tenho um amigo imaginário, o Gato de Sapatos que jura que é real, mas acho que diz isso só para me fazer parecer um pouco mais maluco do que já pareço

- Oi Roney… Seu blog anda parado, né? Você parou de ter devaneios, colocou os pés no chão?

- Ahaha! Você sabe que não, meu amigo Gato, mas… Bem, mas…

Tentei parecer seguro aos olhos do meu amigo imaginário, mas a verdade é que não sei porque deixei de escrever. Um pouco da ilusão de não estar mais só depois de encontrar vários semelhantes nas praças online cada vez mais numerosas. Um bocado por fuga… É muito mais fácil ocupar a mente com Bejewled do que delirar com outras realidades prováveis ou possíveis.

Mas estou triste.

Sinto falta de esparramar no mármore alvo as palavras que seguem cursos que eu mesmo não imagino.

Me sinto um assassino por não der concedido vida, ainda que efêmera, a dezenas de personagens que desfilaram pela minha mente nos últimos meses.

Estava mergulhado no mundo real, conversando pessoalmente e à distância com pessoas reais, mas um vazio foi crescendo em mim.

Pela primeira vez me ocorre que os artistas não escrevem porque estão sofrendo e precisam desabafar, eles sofrem porque não dão vida aos seus sonhos (e todos somos artistas).

Percebi, e isso sempre soube, que é uma tolice dizer que temos que viver o mundo real, ora. o mundo real é acordar, comer, brincar, reproduzir (faz parte de brincar), dormir… A realidade é vasta demais para se limitar ao real. Só nossos delírios são capazes de, aos poucos, trazerem a realidade para o mundo.

E quem saberá o que é a realidade… Uma civilização galática e justa? Uma orda de conquistadores batalhando entre as estrelas? O retorno à vida simples em vilas totalmente integradas ao ambiente onde todos são iguais? Ainda não sabemos pois continuamos apenas a caminhar.

Cada um que soma sua voz (e quem soma online multiplica) com um lamento fatalista, com o suspiro esperançoso ou com o brado da vitória ajuda a moldar um pouco mais nosso mundo.

- E você Roney? Isso explica porque você não anda escrevendo?

- Não… Acho que me faltava empatia por essas pessoas fantásticas que não sei se existem, mas visitam meus pensamentos todo dia. Talvez tenha medo que elas se tornem mais reais do que eu, mas quanto menos elas vivem mais efêmero me torno.

Humm… Receio que esse seja mais um desses posts que só o autor entenderá. Se for assim peço-lhe desculpas!

Quem sabe amanhã não trago alguém aqui para compensar essas palavras trôpegas?

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Como um evangélico deve conversar com um ateu?

27th, June 2009

Acabo sempre voltando ao tema religião… Mesmo tendo escrito exaustivamente sobre isso aqui mesmo em uma série de posts ;-)

Sou humanista, ou seja, não me parece importante inserir deuses na equação da consciência humana, mas algumas das pessoas que mais respeito são especiais justamente pela forma que se relacionam com a sua fé e recentemente vi um convide da @aevangelista para comentarmos a difícil comunicação entre ateus e “teus” no seu post A Sabedoria de Deus é loucura para os homens (a da ciência também, a propósito):

Aqui está o meu comentário que achei que, pela extensão, precisava virar post:

É necessário ser muito cuidadoso com as pessoas pois nós humanos (aliás, toda forma de consciência) merece o mais profundo respeito, mesmo que discordemos diametralmente das expressões dessa consciência.

Vim deixar meu comentário aqui porque posso facilmente ser visto como um ativista ateu ou anti-religioso, mas na verdade sou um ativista da consciência livre e sinto que a Evangelista também é.

Em todo caso, minha posição e as minhas idéias a respeito de deuses e religiões devem ser expressas aqui com muito carinho. Espero que todos entendam ao me colocar contra certas idéias não me coloco contra as pessoas.

Bem, até pouco tempo eu me declarava como tecnicamente ateu pois não vejo razão para crer que o Universo foi criado por uma divindade, que alguma divindade ouça nossas orações ou cuide de nós.

Estou parando de me definir assim pois a palavra ateu está sendo usada para definir quem tem certeza que não existem deuses. Não acho que nosso conhecimento atual nos permita fazer esta declaração.

O máximo que podemos dizer é que os deuses que eventualmente existam não fazem questão de se mostrar para a humanidade preferindo que cada um encontre sua própria fé.

A fé do bom ateu é na humanidade, é no amadurecimento da nossa consciência no sentido de agirmos de forma moral porque é lógico e não porque algum deus nos ameaça com o inferno ou nos seduz com a promessa do céu.

A fé do bom cristão (fui profundamente cristão desde os 4 anos quando conheci uma freira especial até me decepcionar aos 11 ao fazer primeira comunhão) me parece ser em um Deus pronto a compartilhar com ele a sabedoria que não pode obter sozinho (nenhum de nós, crentes ou descrentes pode).

Algumas das pessoas que mais admiro e considero mais sábias são religiosas como Ghandi, Frei Betto, Dalai Lama, Leonardo Boff e alguns amigos que são especiais justamente por sua relação com sua religião.

Entretanto há facetas negras nas religiões.

Talvez a pior de todas, e que mais incomoda os ateus, seja a arrogância de crer que já sabe qual é a verdade absoluta, o Deus verdadeiro. E tudo piora quando quem não vê a mesma verdade é demonizado….

Os bons cristãos (católicos, protestantes, islãmicos), budistas, taoistas, wicca, esotéricos não são assim, são pessoas procurando desenvolver cada vez mais suas consciências para tentar ter uma visão melhor de Deus.

Os ateus também… Só que eles não creem em um deus místico, eles creem na consciência.

Talvez no final não seja muito diferente, mas se torna no momento que um grupo usa a lógica para comprovar o que não temos tecnologia para comprovar (a inexistência de deuses) enquanto os outros tentam usar suas experiências subjetivas no sentido contrário.

É uma fonte inesgotável de conflito.

Há de haver humildade.

De um lado a dos materialistas, deístas ou ateus que devem entender que na ausência de provas a favor ou contra todos devem ter direito a seus próprios postulados.

De outro a dos que creem que devem entender que a fé é uma experiência pessoal que deve reger a nossa concepção do mundo, a nossa moral, e não a dos outros. Usar a fé, nossos deuses e religiões para impor a nossa cultura aos outros é um ato de violência.

A arrogância (que atinge os dois grupos, é bom lembrar) é a raiz dos conflitos que contaminam até as relações entre cristãos e enquanto estivermos engajados em impor a nossa razão (ateista ou “teista”) perderemos de vista a razão em sua acepção pura.

Ao nos agarrar na razão rígida e imutável assumimos uma postura que não é nem evolutiva, nem criacionista, mas involucionista já que temos certeza que a visão correta de Deus é aquela de quem viveu há 5 mil anos…. No mínimo estamos estagnados. Vale lembrar que esse é um fenômeno humano afinal há um certo consenso de que nunca haverá outro Shakespeare. Só na física há um pouco de desenvolvimento, mas não sem resitências selvagens.

Respondendo a Evangelista, eu creio que o evangelismo proativo (incluindo o ateu) é um caminho contaminado pela arrogância… Não lembro nenhum grande humano ter dito para impormos nossas crenças a outros humanos, nem mesmo Cristo.

Será que os cristãos do segmento x, divisão y, categoria k do bairro h são superiores aos do bairro q e só eles entenderam Deus?

Parece-me claro que, se há um ou mais deuses cada um de nós, cada cultura humana, vê ou escolhe ver algumas das suas características.

Uns preferem seu ombro amigo onde podem depositar seus sonhos e projetos, outros preferem o braço forte para ajudá-los em suas difíceis missões de vida, poetas preferem tentar entrever seus olhos misteriosos cheios de sabedoria.

Essas escolhas são feitas de acordo com as nossas necessidades pessoais e aqueles com necessidades similares se juntarão a nós em nossas crenças ou razões. Não faz sentido impor a todos os humanos a mesma cultura.

A minha opinião é que o evangelismo passivo (incluindo o ateu) é o caminho.

Permitir que nossa visão de mundo altere profunda e constantemente a nossa consciência nos transforma em faróis brilhando com as cores e ritmos adequados para atrair nossos irmãos de fé ou de razão.

O problema é quando um grupo quer impor a sua consciência a todos os outros. Por isso defendo que não haja interferência religiosa na política e no ensino ou que haja interfêrencia completa apresentando-se as razões e contra razões de cada religião.

Fora isso há vários desafios dentro da própria forma de ler e interpretar os livros sagrados afinal é ridículo querer impor pela fé que a Terra é um disco apoiado sobre 4 elefantes que estão sobre uma tartaruga cósmica conforme está descrito nas crenças indus.

Da mesma forma minha avó morreu jurando que os homens tinham uma costela a menos que as mulheres pois ela foi tirada para fazer Eva. Não adiantava mostrar um esqueleto para ela pois sua fé era maior que sua razão (era mais uma pessoa profundamente boa que sempre admirei).

Na minha opinião os religiosos precisam deixar de ver seus livros sagrados como livros de física, química, antropologia e história passando a buscar neles o significado moral, a mensagem que eles trazem para nossa consciência e não para a nossa razão. Do contrário se tornará cada vez mais difícil argumentar com quem se baseia em fatos e ciência.

Afinal de contas qual é o ponto importante? Quantas costelas temos? Se fomos feitos de barro? Se o Universo existe há 6.485 anos? Ou a questão é o que vamos dizer para o outro humano que chega até nós precisando de uma palavra de conforto ou de motivação?

Estou enrolando por quatro parágrafos, mas acho que é necessário dizer… Desapeguem-se da Bíblia. Ou pelo menos lembrem-se que Jesus Cristo veio também para revelar que a palavra de Deus está escrita no coração dos humanos… Por isso ele pode transformar as leis antigas convidando quem não tinha qualquer pecado a apedrejar a adúltera… E com isso aboliu uma lei bíblica.

Foi Cristo também que disse que edificaria sua Igreja sobre Pedro, o homem comum e de coração puro e sincero. Cristo não deixou uma Bíblia, não precisamos dela para encontrar ou provar a existência de Deus, Espírito ou consciência, isso está escrito em cada pequeno fragmento do Universo onde encontramos pela fé ou pela razão, maravilhas sem fim!

Filed under: Ciência, Crenças | 4 Comments »

O MENOR post da história desse blog…

18th, January 2009

Campus Party.

Filed under: Atualidades, Comportamento, Tecnologia | 2 Comments »

Ciclos artificiais: Festas de fim de ano…

26th, December 2008

Nós humanos somos feitos de idéias que viajam em corpos de carbono e genes.

Escutamos as palavras, deciframos a dança dos movimentos e o significados ocultos dos costumes.

De toda forma tentamos ser um só, uma unidade.

Ao ver um rosto pela primeira vez, ao escutar um “Oi! Muito prazer!” de um novo amigo normalmente partilhamos o que há de mais essencial em nós: fraternidade… Salvo, claro, quando vem algum preconceito antes por causa dos códigos dos gestos ou costumes que não entendemos como uma burca, o jeito de andar, uma minissaia, uma tatuagem…

Estivemos até hoje afastados uns dos outros. Inventamos palavras, roupas, crenças e uma infinidade de outros memes que nos ajudam a conviver com as cidades, florestas, ilhas ou oasis onde vivemos.

Então nossa essência foi mais forte! Fomos separados quando Pangéia se dividiu, mas aprendemos a cavalgar, inventamos carroças, carros, aviões e foguetes, fomos até a Lua para ver como estávamos próximos uns dos outros!

Infelizmente dezenas de milhares de anos tinham passado e tornou-se tão difícil ver alguém igual por baixo de todos aqueles costumes diferentes que chegaram a fazer julgamentos para decidir se índios ou negros eram mesmo humanos!

Ah! Mas o poder na nossa essência… o grito da nossa consciência é ainda mais poderoso que nosso medo e nossa ignorância. Então criamos novos veículos!

Agora não viajamos mais pela Terra, viajamos pelas idéias! Criamos carruagens, automóveis e foguetes que transportam nossos pensamentos! Nossos memes e toda cultura, costumes e crenças que eles articulam!

Rádio, cinema, jonais e televisão são esses novos veículos que nos trouxeram até aqui, mas não eram nossa voz pois só podiam transportar uns poucos de cada vez transformando a maioria de nós em espectadores passivos. Então criamos um novo mundo real onde absolutamente todos podem falar e ser ouvidos!

A Internet é o pequeno mastro de uma nave que vemos no horizonte e vai crescendo conforme nos aproximamos. A cada dia vemos um pouco mais do que está por vir: hiperdemocracia, uma nova mídia, outras estruturas de governo onde cada um tem sua voz, uma era onde o conhecimento, a criatividade e a consciência são o maior patrimônio…

Em 2008 finalmente entendemos que a Internet é uma rede de pessoas. Sites são pessoas que compartilham suas vozes!

Aqui e ali pipocam “desconferências” que descobrem e ajudam a descobrir um novo mundo onde finalmente veremos de perto que nossas diferenças são tesouros da nossa criatividade e não coisas a serem toleradas!

Em 2008 eventos como ted.com, Descolagem, Sou + Web, Blogcamps, Manhãs Digitais e tantos outros finalmente começaram a convergir trazendo antídotos para a o medo das diferenças e alimento para o êxtase diante da nossa diversidade!

Agora estamos nos momentos finais do ciclo artificial de 2008 quando normalmente as pessoas fogem da realidade para beber, comer e festejar… Pois meus votos são que em 2009, assim como em 2008, cada vez mais aprendamos a apreciar diariamente os ciclos naturais dos solstícios, equinócios e, principalmente, das transformações da nossa consciência!

Filed under: Filosofia, Sociedade | No Comments »

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